RIO BRANCO
Search
Close this search box.

POLÍTICA NACIONAL

Davi vai convocar reunião da Mesa para tratar da situação de terceirizados do Senado

Publicados

POLÍTICA NACIONAL

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, informou que vai convocar uma reunião da Mesa Diretora para tratar de assuntos pendentes — inclusive a situação dos funcionários terceirizados da Casa.

A declaração de Davi, feita durante a ordem do dia desta quarta-feira (17), veio em resposta ao senador Izalci Lucas (PL-DF), que pediu a atenção do presidente para as demandas dos terceirizados do Senado.

Davi pediu à primeira secretária da Casa, senadora Daniella Ribeiro (PP-PB), que agende uma reunião da Mesa em uma segunda-feira ou em uma sexta-feira.

Desabafo

Ele disse que, apesar de tentar se dedicar à gestão dos problemas que envolvem o Senado, há um excesso de questões a serem resolvidas simultaneamente. Lembrou, inclusive, que na volta do recesso de julho encontrou um parlamentar acorrentado à mesa, impedindo os trabalhos.

O presidente do Senado ressaltou que “há aqueles que dizem que vão obstruir [as atividades parlamentares] 24 horas por dia” para que não ocorra votação no Plenário e também há aqueles que não querem votar matérias porque têm foco em temas como a anistia ou o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal.

Leia Também:  Plenário analisa diretrizes para as atividades de inteligência no Brasil

— Está impossível. E isso aqui é um desabafo. (…) Todo dia, de manhã, de tarde e de noite, aparece alguém criando algum problema, ofendendo alguém, puxando assunto que não é assunto do Brasil. Por conta disso, tem sido difícil resolver, inclusive, problemas da Mesa Diretora e do Senado — lamentou, acrescentando que “nós estamos sendo atropelados e arrastados pela mesma conversa desde a última eleição”.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

POLÍTICA NACIONAL

Futebol: sancionadas novas regras de governança e transparência das SAFs

Publicados

em

Por

As Sociedades Anônimas do Futebol (SAFs) passam a ter novas regras de governança, transparência e proteção a investidores. Sancionada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e publicada nesta segunda-feira (8) no Diário Oficial da União (DOU), a Lei 15.427, de 2026 permite que ligas de futebol adotem o modelo de SAF, amplia as possibilidades de exploração de direitos relacionados ao futebol, exige integrantes independentes nos conselhos de administração e fiscal e estabelece novas regras para divulgação de informações societárias. 

A norma também determina a divulgação de atas de assembleias e reuniões dos órgãos de administração, da composição acionária das sociedades e da participação de acionistas. Além disso, prevê a distribuição mínima obrigatória de 25% do lucro líquido ajustado aos acionistas enquanto o clube ou a pessoa jurídica original mantiver participação na SAF e ainda tiver obrigações anteriores à sua constituição. 

Originada do Projeto de Lei (PL) 2.978/2023, do senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG), a lei altera a legislação das SAFs com o objetivo de aperfeiçoar a governança dessas sociedades, resguardar investidores e preservar direitos dos clubes, dos profissionais do futebol e dos atletas em formação. O projeto foi aprovado pelo Senado em maio deste ano. 

Leia Também:  Comissão aprova garantia de merenda escolar gratuita para professores e servidores

Vetos 

O texto foi sancionado com vetos. Um dos dispositivos barrados previa que a constituição de uma SAF não implicaria a formação de grupo econômico com o clube ou a pessoa jurídica que a criou. Na justificativa enviada ao Congresso, o Executivo argumenta que a medida poderia dificultar a responsabilização de entidades que atuem de forma integrada e reduzir a proteção de credores. 

Também foi vetado o trecho que estabelecia que a SAF não responderia por obrigações do clube ou da pessoa jurídica original, exceto aquelas expressamente transferidas no momento da constituição. Segundo o governo, a regra permitiria a seleção dos passivos a serem assumidos pela sociedade, com possível prejuízo a terceiros e credores. 

Outro veto atingiu dispositivo que excluía da receita da SAF os valores transferidos ao clube ou à pessoa jurídica original. De acordo com a mensagem presidencial, a medida poderia reduzir a base de cálculo de tributos e gerar renúncia de receita sem estimativa de impacto orçamentário. 

Também foi barrado trecho que proibia qualquer forma de penhora ou bloqueio do patrimônio e das receitas das SAFs para pagamento de obrigações dos clubes. Para o Executivo, a regra enfraqueceria as garantias dos credores e poderia gerar insegurança jurídica.

Leia Também:  Hugo Motta: aprovação de recursos para assistência social é passo decisivo na proteção dos mais vulneráveis

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RIO BRANCO

ACRE

POLÍCIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA