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Izalci anuncia pré-candidatura ao governo do DF

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Em pronunciamento no Plenário nesta sexta-feira (17), o senador Izalci Lucas (PL-DF) anunciou sua pré-candidatura ao Governo do Distrito Federal e afirmou que a decisão ocorre diante do cenário de indefinição eleitoral na capital. O parlamentar citou possíveis impedimentos jurídicos de adversários e defendeu que o Partido Liberal (PL) tenha candidatura própria, destacando sua posição nas pesquisas de intenção de voto.

— É algo natural porque, hoje, todas as pesquisas me colocam em terceiro lugar, em empate técnico com os dois primeiros colocados. O PL é o maior partido do Brasil e é muito grande aqui em Brasília. Não faz sentido não ter candidatura própria. Hoje nós estamos em um momento de completa indefinição no cenário eleitoral do DF: a governadora Celina Leão será julgada na Operação Drácon, que pode torná-la inelegível; o ex-governador [José Roberto] Arruda vai ser julgado pelo TSE e também pode ficar inelegível. Então, veja, nem os candidatos que estão postos têm certeza de suas candidaturas — afirmou.

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O senador também criticou a atual administração do Distrito Federal. Segundo ele, a capital do país enfrenta dificuldades nas áreas de saúde, segurança pública e infraestrutura. Izalci ainda questionou o encerramento dos trabalhos de comissões parlamentares de inquérito (CPIs) no Congresso Nacional.

No mesmo discurso, o senador criticou a operação entre o Banco de Brasília e o Banco Master. O parlamentar lembrou que o BRB gastou cerca de R$ 30 bilhões, mesmo diante de alertas sobre possíveis riscos. O parlamentar defendeu o aprofundamento das investigações para esclarecer os critérios adotados e as responsabilidades envolvidas.

— Alguém precisa explicar isso porque, se não explicar, nos dá o direito de interpretar do jeito que a gente acha, e acho que teve, sim. Ninguém faz um contrato de R$ 129 milhões para nada ou para dar consultoria. Tem um fato muito determinado aí, muito determinante, que é, a meu ver hoje, o arquivamento do processo do ex-governador [Ibaneis Rocha]. Então, nós não vamos encerrar, por mais que encerraram tanto a CPMI do INSS quanto a do Crime Organizado, e não vamos aceitar não aprofundar nas investigações — declarou.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.

Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.

Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.

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Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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