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Lucas Barreto repudia declarações de chanceler alemão sobre visita a Belém

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O senador Lucas Barreto (PSD-AP) repudiou, nesta terça-feira (18), a conduta e as declarações do chanceler alemão Friedrich Merz por comentários sobre Belém após visita em que participou da Cúpula dos Líderes da COP30. O parlamentar condenou o uso da expressão “aquele lugar” para se referir à capital paraense, classificando a postura do líder alemão como “carregada de soberba e desprezo”.

Barreto criticou também a afirmação de Merz, de que a comitiva alemã ficou feliz em deixar a cidade, associando-a a uma “forma de desumanização”.

— Belém o recebeu com respeito, ele o retribuiu com insulto. Essa forma de desumanização ecoa uma mentalidade que muitos acreditavam enterrada em capítulos sombrios da história alemã, quando líderes tratavam povos como inferiores — afirmou o senador.

O parlamentar defendeu que o chanceler veio à região buscar “palanque climático” e fazer discursos em defesa da floresta e união global, mas sem compromisso prático. Para Lucas Barreto, o comportamento foi contraditório e indigno.

— Quando precisou demonstrar compromisso real, como no Fundo Florestas para Sempre, fugiu da responsabilidade. Prometeu o indefinido e não apresentou um único valor concreto — disse.

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Lurya Rocha, sob supervisão de Patrícia Oliveira.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.

Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.

Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.

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Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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