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Paim: governo instalou sala de situação para avaliar intoxicações por metanol

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Em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (7), o senador Paulo Paim (PT-RS) destacou que o governo federal, por meio do Ministério da Saúde, instalou uma sala de situação para acompanhar os casos de intoxicação por metanol após o consumo de bebidas alcoólicas.

A sala de situação é um espaço físico ou virtual em que uma equipe técnica analisa informações sobre uma determinada situação — neste caso, as intoxicações por metanol no país. Em outras palavras, é um espaço de inteligência que monitora sistematicamente um problema específico.

O governo anunciou que essa sala de situação será coordenada pela Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde. O grupo deve reunir representantes de diferentes secretarias da pasta, além de representantes da Anvisa e da Fiocruz, entre outras entidades.

Paim lembrou que já foram notificados 59 casos suspeitos, que há 11 casos confirmados em laboratório e oito mortes em análise — sendo uma já atestada em São Paulo. Ele também relatou que a Polícia Federal deflagrou operações em Campinas, Chapecó, Joinville e Poços de Caldas. 

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— Operações de fiscalização recentes já apreenderam mais de 800 garrafas suspeitas em apenas dois dias em São Paulo. A Polícia Federal deflagrou operações. Cabe garantir a comercialização com segurança, respeitando padrões sanitários — declarou ele.

Racismo

O senador também comentou as denúncias de ameaças racistas, homofóbicas e machistas contra estudantes e professores da Universidade Federal de Santa Maria, no Rio Grande do Sul. Ele relatou ter conversado com o reitor dessa universidade, Luciano Schuch, e disse que a Polícia Federal já investiga a atuação de uma célula de origem paulista suspeita de organizar os ataques. Paim manifestou solidariedade à comunidade acadêmica e ressaltou a importância de preservar a universidade como espaço de respeito e diversidade.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.

Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.

Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.

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Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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