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Projeto institui programa habitacional para profissionais da enfermagem

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O Projeto de Lei 213/25, do deputado Bruno Farias (Avante-MG), cria o Programa Nacional de Apoio à Aquisição de Habitação por Enfermeiros, Técnicos e Auxiliares de Enfermagem e Parteiras. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.

O programa, chamado Habitação Saúde, oferecerá condições específicas para a compra da casa própria e poderá integrar, no que couber, o Programa Minha Casa, Minha Vida.

Poderão participar profissionais da enfermagem ativos e aposentados com renda bruta mensal de até R$ 7 mil. O valor máximo do financiamento será de R$ 300 mil, com prazo de pagamento de até 420 meses.

Condições de vida
Com a proposta, Bruno Farias espera melhorar as condições de vida dos profissionais responsáveis pela assistência ao ser humano “desde o nascimento até a morte”.

“A medida evitará danos irreparáveis a essa classe trabalhadora e beneficiará indiretamente toda a população”, defende o autor. “Ressalta-se a necessidade de valorizar esses profissionais, a fim de assegurar o interesse dos jovens pela profissão, que tende a ser ainda mais necessária em razão do envelhecimento populacional.”

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O Habitação Saúde será gerido pelo Ministério da Saúde e operado pela Caixa Econômica Federal. O projeto reserva ainda entre 10% e 15% dos recursos do Fundo Nacional de Saúde para financiamento do programa.

Próximos passos
A proposta será analisada pelas comissões de Desenvolvimento Urbano; de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Para virar lei, a medida precisa ser aprovada pelos deputados e pelos senadores.

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Rachel Librelon

Fonte: Câmara dos Deputados

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Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.

Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.

Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.

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Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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