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Sancionadas com vetos as leis que alteram planos de carreira da Câmara, do Senado e do TCU

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou com vetos o Projeto de Lei 179/26, que moderniza a carreira legislativa da Câmara dos Deputados. O projeto foi convertido na Lei 15.349/26, que reestrutura a remuneração dos servidores com base em critérios de desempenho, competências, metas, resultados, qualificação, crescimento profissional e dedicação contínua.

Também foram sancionados com vetos o Projeto de Lei 6070/25, que altera o Plano de Carreira dos Servidores do Senado Federal (convertido na Lei 15.350/26), e o Projeto de Lei 2829/25, que modifica o plano de carreira do Tribunal de Contas da União (convertido na Lei 15.351/26).

As três leis preveem reajuste salarial entre 8% e 9%, seguindo os mesmos parâmetros aplicados aos servidores dos Poderes Executivo e Judiciário. Os vetos são: criação de licença compensatória para servidores em cargos estratégicos de direção; reajustes escalonados posteriores a 2026, extrapolando o atual mandato do presidente da República; e fórmula de cálculo de parcela variável de remuneração para aposentados e pensionistas.

Na Câmara, o reajuste será absorvido pelo próprio orçamento da Casa, sem necessidade de aumento na dotação orçamentária.

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Da Redação/WS

Fonte: Câmara dos Deputados

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Comissão de Saúde aprova ampliação do acesso a medicamentos para diabetes no SUS

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A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que garante a pacientes com diabetes acesso, no Sistema Único de Saúde (SUS), a diversas classes de medicamentos para controle da glicemia.

O texto aprovado é a versão da relatora, deputada Carla Dickson (PL-RN), para o Projeto de Lei 2725/24, do deputado Acácio Favacho (MDB-AP).

A proposta original previa apenas a inclusão do remédio tirzepatida na lista de distribuição gratuita. Já a redação aprovada assegura que a assistência integral acompanhe a evolução dos tratamentos e as necessidades específicas de cada paciente.

Carla Dickson explicou que a inclusão de novos remédios continuará dependendo de análises técnicas e econômicas do Ministério da Saúde. Segundo a relatora, o uso da força da lei para definir produtos específicos comprometeria a eficiência da gestão pública.

A deputada destacou que a rede pública de saúde deve dispor de fármacos modernos e com menos efeitos adversos, mas sempre com base em protocolos clínicos.

“A ideia da avaliação técnico-científica e econômica é que o SUS possa fazer mais ações com menos recursos”, disse.

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O texto aprovado estabelece ainda que a oferta de novos tratamentos deve seguir os trâmites de incorporação de tecnologias já previstos na legislação do SUS.

Próximas etapas
A proposta ainda será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Marcelo Oliveira

Fonte: Câmara dos Deputados

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