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Senadores farão visita técnica ao Comitê Paralímpico Brasileiro, em São Paulo

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O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) será o destino da próxima diligência da Comissão de Esporte (CEsp). O colegiado aprovou, nesta quarta-feira (5), requerimento (REQ 44/2025 – CEsp) da senadora Leila Barros (PDT-DF) para que uma delegação de senadores conheça de perto a estrutura, os projetos e as práticas desenvolvidas pela entidade. 

A visita ocorrerá em São Paulo, em data a ser confirmada. Segundo Leila, que preside a CEsp, o comitê é referência internacional na formação de atletas, pesquisa e promoção da inclusão por meio do esporte adaptado. O objetivo da diligência, diz ela, é aproximar o Legislativo das instituições que impulsionam o esporte nacional, especialmente aquelas voltadas à acessibilidade e ao desenvolvimento humano.

No requerimento, a parlamentar ressalta que o CPB cumpre papel estratégico na preparação dos atletas paralímpicos brasileiros e na disseminação de valores como cidadania e dignidade das pessoas com deficiência, e a visita é uma oportunidade de valorizar o trabalho dos atletas e técnicos da instituição. 

A senadora argumenta ainda que, ao conhecerem de perto o centro de treinamento e os programas de educação e conscientização do comitê, os parlamentares poderão identificar boas práticas que subsidiem novas políticas públicas e ampliem o apoio legislativo ao esporte paralímpico.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Grupo de trabalho apresenta nesta terça-feira relatório sobre crimes motivados por misoginia

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O grupo de trabalho da Câmara dos Deputados sobre crimes motivados por misoginia (ódio ou aversão às mulheres) reúne-se, nesta terça-feira (16), para a apresentação e votação do relatório final.

A reunião será realizada às 17 horas, em plenário a ser definido.

O colegiado analisa o Projeto de Lei 896/23, que equipara a misoginia ao crime de racismo, tornando a prática inafiançável e imprescritível. 

A coordenadora do grupo, deputada Tabata Amaral (PSB-SP), afirma que o objetivo é aperfeiçoar o texto para evitar interpretações equivocadas e enfrentar práticas que podem estar associadas a crimes mais graves contra as mulheres.

Uma das mudanças sugeridas por Tabata Amaral é a punição de grupos que disseminem ódio contra mulheres na internet.

“Uma das atualizações que estou propondo em relação ao projeto do Senado é olhar para a questão da monetização, da articulação em grupos de ódio em rede, mas também a questão da influência. Está muito claro para a gente que o ódio às mulheres é uma forma que muitos influenciadores encontraram de atrair a atenção para vender seus cursos. E isso é ainda mais grave”, disse.

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Na versão apresentada pela deputada, quem induzir ou incitar a misoginia em ambiente virtual poderá receber pena de um a três anos de prisão, além de multa. Se houver intenção de obter vantagem econômica, a pena será aumentada. A proposta também prevê a suspensão da conta utilizada para cometer o crime.

Da Redação/AC

Fonte: Câmara dos Deputados

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