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Hemoacre reforça pedido de doação de sangue: 'estoque bem baixo', alerta diretora

De acordo com a diretora do Hemoacre, Josiane Amorim, média diária tem sido de 30 a 35 doadores aproximadamente. Mas, ela reforça que são necessárias pelo menos 45 doações por dia.

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Hemoacre reforça pedidos de doações de sangue — Foto: Reprodução Rede Amazônica Acre

O estoque de sangue do Centro de Hematologia e Hemoterapia do Acre (Hemoacre) ainda segue baixo. Por isso, o centro faz uma campanha e o chamamento de doadores e novos e antigos que se dirijam até uma unidade de captação.

A diretora do Hemocentro do Acre, Josiane Amorim, disse que o estoque de sangue está bem baixo e explicou que um dos motivos é a alta demanda.

“Estamos atendendo todas as demandas do mutirão de cirurgias da Fundação e ainda as cirurgias cardíacas realizadas no Santa Juliana. E, claro, as demandas normais do dia a dia como as dos pacientes com doenças hematológicas e demais demandas que requerem transfusão”, explicou.

Josiane falou ainda que o Hemoacre está precisando de doação de todos os tipos sanguíneos. “Principalmente o O negativo e A positivo. Nossa média diária tem sido de 30 a 35 doadores aproximadamente por conta do período chuvoso. Mas, precisaríamos de pelo menos 45 doações diárias para ficarmos com o estoque em uma situação confortável”, acrescentou.

Os interessados podem comparecer no Hemocentro, localizado na Avenida Getúlio Vargas, 2.787, das 7 às 18h, de segunda a sábado.

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O que é necessário para doar

Para doar sangue é preciso estar saudável, pesar mais de 50kg, ter dormido bem na noite anterior, não ter ingerido bebida alcoólica, ter entre 16 e 69 anos e apresentar um documento oficial com foto. Menores de de 16 e 17 anos também podem doar, desde que acompanhados dos pais ou responsáveis.

Pessoas com febre, gripe ou resfriado, diarreia recente, grávidas e mulheres em período de pós-parto não podem doar. O intervalo mínimo entre uma doação e outra é de dois meses para homens e três meses para mulheres.

Mais informações pelos telefones: (68) 3248 1380 e 99258 5551.

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Aleac recebe mães atípicas e convocará audiência pública para garantir terapias a crianças com transtornos e síndromes

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Um grupo formado por mães atípicas se reuniu com o presidente da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputado Luiz Gonzaga, e o presidente da Comissão de Saúde da Aleac, deputado Adailton Cruz, na quinta-feira (5), para buscar amparo do Legislativo para evitar a suspensão do tratamento a centenas de crianças portadoras de autismo, síndromes e outros transtornos em Rio Branco.

As mães explicaram ao presidente da Aleac e da Comissão de Saúde que o Centro Especializado em Reabilitação (CER) foi descredenciado pelo Unimed/AC e a partir de 12 de setembro mais de 500 pessoas beneficiárias do plano de saúde ficarão sem tratamento, os quais dependem das terapias para seu desenvolvimento e qualidade de vida.

As mães pediram que a Aleac solicite uma audiência pública para debater com pais e mães, direção da Unimed, Ministério Público do Estado, Defensoria Pública, Secretaria de Saúde e outros órgãos competentes uma solução para a supensão das terapias.

A mãe Vanessa Machado conta que já tiveram uma reunião com o Ministério Público e pedem que a Aleac organize uma audiência pública para debater o tema.

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“Pedimos uma audiência pública com os parlamentares, Ministério Público, Unimed e outros órgãos para buscarmos uma solução definitiva para não termos que acionar a Unimed na Justiça”, disse Vanessa.

O presidente da Aleac se colocou à disposição para intermediar juntamente com a Unimed e órgãos competentes uma solução para evitar a suspensão no tratamento dessas crianças. Gonzaga garantiu que a audiência pública será realizada para discutir o assunto.

“A Aleac sempre atendeu as pessoas que buscam essa casa de solução para seus problemas e com as mães atípicas não seria diferente. Recebemos todas aqui, ouvimos as reivindicações e decidimos, eu e o deputado Adailton, presidente da Comissão de Saúde, fazer a audiência Pública para trazer todos os entes para discutir o assunto e encontrar uma solução para manter o atendimentos a essas crianças”, disse.

De acordo com Cesária Edna, mãe de uma criança com síndrome rara e que há seis anos é atendida pela Clínica CER, somente a clínica tem profissionais capacitados para realizar a terapia do seu filho. Ela conta ainda que a Unimed não comunicou as mães sobre o desecredenciamento e que a informação partiu da própria clínica.

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“Quando houve o descrendenciamento da Clínica CER em agosto fomos na Unimed e abrimos um protocolo pedindo informações para sabermos em qual clínicas as crianças seriam atendidas, mas não tivemos respostas e não consegui vaga para meu filho em outra clínica. A partir do dia 13 de setembro não temos mais para onde levar nossos filhos para tratamento e pedimos encaricidamente o apoio do Legislativo para ajudar essas mais de 500 pessoas, entre elas 300 crianças que ficarão sem atendimento”, disse Edna.

O presidente da Comissão de Saúde da Aleac, Adailton Cruz, agradeceu Gonzaga pelo empenho em atender as mães e afirmou que a audiência servirá para solucionar o problema.

“Quero agradecer as mães pela visita à Aleac e parabenizar o presidente Luiz Gonzaga pelo empenho e atender as mães. A reunião foi muito esclarecedora e encaminhamos convocação de audiência pública para debatermos juntamente com a mães, Unimed e outros ógãos a melhor saída para esse problema”, disse Adailton.

Fonte: ASCOM ALEAC

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