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Pelo segundo dia seguido, Acre tem mortes por Covid e número de vítimas fatais da doença sobe para 2.040

Nos últimos dois dias foram quatro mortes. Vítimas tinha 38 e 70 anos, segundo o boletim.

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Pelo segundo dia seguido, Acre tem mortes por Covid e número de vítimas fatais da doença sobe para 2.040 — Foto: Reprodução Rede Amazônica

Pelo segundo dia seguido, o boletim da Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre) registra mortes por Covid-19 no estado e, nesta terça-feira (27), a doença fez mais duas vítimas. A primeira paciente é de 38 anos, que deu entrada no Pronto-Socorro de Rio Branco no dia 14 de dezembro deste ano e faleceu no dia 25 deste mês.

A outra morte é de um paciente de 70 anos, que deu entrada no Pronto-Socorro de Rio Branco no dia 3 de dezembro deste ano e faleceu no dia 23, do referido mês. O boletim não informa se as vítimas tinham comorbidades.

Além disso, foram registrados cinco casos novos da doença, assim o número de infectados no estado é de 158.148. Em 27 dias, o Acre registrou seis mortes por Covid em dezembro 4.173 casos novos da doença.

Há 11 exames de RT-PCR aguardando análise do Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen). Dos 78 leitos clínicos no estado, seis estão ocupados. Já dos 30 leitos de UTI, uma pessoa está internada.

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Desde o início da pandemia, 151.062 já receberam alta da doença. Ao todo, foram 364.308 notificações em todo o estado, tendo sido 206.145 casos descartados.

A taxa de contaminação no estado é de 17.438 a cada 100 mil habitantes. Já a de mortalidade é de 225 e o índice de letalidade é de 1,29%.

Os meses mais letais no Acre desde o início da pandemia foram março e abril de 2021, quando foram registradas 254 e 267 mortes pela doença. Já este ano, o mês com maior número de mortes foi fevereiro, quando 100 pessoas foram vítimas da Covid. Foi também em fevereiro deste ano que houve o maior registros de casos novos da doença, chegando a 19.323 casos novos – o maior registro desde o início da pandemia.

Vacinação

Segundo Painel de Monitoramento de doses aplicada contra a Covid no estado, até esta terça-feira (27), foram1.662.305 vacinadas aplicadas, sendo assim 585.611 pessoas imunizadas. Deste total:

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  • 684.038 foram da primeira dose;
  • 571.999 de segunda dose;
  • 13.612 de dose única.

Além disso, 22.935 dose adicionais; 283.417 de primeiro reforço e 82.821 do segundo reforço. No caso de crianças a adolescentes,274.461 foram vacinados, sendo 179.603 em jovens de 11 a 17 anos e 94.858 aplicações em crianças de 5 a 11 anos.

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Aleac recebe mães atípicas e convocará audiência pública para garantir terapias a crianças com transtornos e síndromes

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Assessoria

Um grupo formado por mães atípicas se reuniu com o presidente da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputado Luiz Gonzaga, e o presidente da Comissão de Saúde da Aleac, deputado Adailton Cruz, na quinta-feira (5), para buscar amparo do Legislativo para evitar a suspensão do tratamento a centenas de crianças portadoras de autismo, síndromes e outros transtornos em Rio Branco.

As mães explicaram ao presidente da Aleac e da Comissão de Saúde que o Centro Especializado em Reabilitação (CER) foi descredenciado pelo Unimed/AC e a partir de 12 de setembro mais de 500 pessoas beneficiárias do plano de saúde ficarão sem tratamento, os quais dependem das terapias para seu desenvolvimento e qualidade de vida.

As mães pediram que a Aleac solicite uma audiência pública para debater com pais e mães, direção da Unimed, Ministério Público do Estado, Defensoria Pública, Secretaria de Saúde e outros órgãos competentes uma solução para a supensão das terapias.

A mãe Vanessa Machado conta que já tiveram uma reunião com o Ministério Público e pedem que a Aleac organize uma audiência pública para debater o tema.

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“Pedimos uma audiência pública com os parlamentares, Ministério Público, Unimed e outros órgãos para buscarmos uma solução definitiva para não termos que acionar a Unimed na Justiça”, disse Vanessa.

O presidente da Aleac se colocou à disposição para intermediar juntamente com a Unimed e órgãos competentes uma solução para evitar a suspensão no tratamento dessas crianças. Gonzaga garantiu que a audiência pública será realizada para discutir o assunto.

“A Aleac sempre atendeu as pessoas que buscam essa casa de solução para seus problemas e com as mães atípicas não seria diferente. Recebemos todas aqui, ouvimos as reivindicações e decidimos, eu e o deputado Adailton, presidente da Comissão de Saúde, fazer a audiência Pública para trazer todos os entes para discutir o assunto e encontrar uma solução para manter o atendimentos a essas crianças”, disse.

De acordo com Cesária Edna, mãe de uma criança com síndrome rara e que há seis anos é atendida pela Clínica CER, somente a clínica tem profissionais capacitados para realizar a terapia do seu filho. Ela conta ainda que a Unimed não comunicou as mães sobre o desecredenciamento e que a informação partiu da própria clínica.

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“Quando houve o descrendenciamento da Clínica CER em agosto fomos na Unimed e abrimos um protocolo pedindo informações para sabermos em qual clínicas as crianças seriam atendidas, mas não tivemos respostas e não consegui vaga para meu filho em outra clínica. A partir do dia 13 de setembro não temos mais para onde levar nossos filhos para tratamento e pedimos encaricidamente o apoio do Legislativo para ajudar essas mais de 500 pessoas, entre elas 300 crianças que ficarão sem atendimento”, disse Edna.

O presidente da Comissão de Saúde da Aleac, Adailton Cruz, agradeceu Gonzaga pelo empenho em atender as mães e afirmou que a audiência servirá para solucionar o problema.

“Quero agradecer as mães pela visita à Aleac e parabenizar o presidente Luiz Gonzaga pelo empenho e atender as mães. A reunião foi muito esclarecedora e encaminhamos convocação de audiência pública para debatermos juntamente com a mães, Unimed e outros ógãos a melhor saída para esse problema”, disse Adailton.

Fonte: ASCOM ALEAC

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