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Saúde faz mutirão em Rio Branco para ampliar vacinação infantil contra covid neste sábado

A intenção é atingir cerca de 300 bebês de 6 meses a 2 anos, 11 meses e 29 dias com a vacina baby (Pfizer) e 200 crianças de 3 a 5 anos, 11 meses e 29 dias de idade com a vacina pediátrica (Coronavac).

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Saúde promoverá o Dia D de Vacinação no próximo sábado, 10. Foto: Odair Leal/Sesacre

Um dos principais motivos para iniciar a vacinação de crianças contra a covid-19 é impedir casos graves e mortes desse público, assim como novas ondas de transmissão. Com essa preocupação, o governo do Estado, por meio da Secretaria de Saúde do Acre, promoverá o chamado Dia D de Vacinação, neste sábado, 10, para ampliar a imunização infantil contra a doença, em Rio Branco. 

A intenção é atingir cerca de 300 bebês de 6 meses a 2 anos, 11 meses e 29 dias com a vacina baby (Pfizer) e 200 crianças de 3 a 5 anos, 11 meses e 29 dias de idade com a vacina pediátrica (Coronavac).

Para a secretária de Saúde, Paula Mariano, a imunização é indispensável para reduzir a transmissão, em particular por enfrentar uma doença com ciclos inesperados e surgimento de novas variantes.  

“Estamos vendo um aumento significativo de casos no país e no estado, atingindo, proporcionalmente, muito mais crianças e adolescentes do que há dois anos. É fundamental que os pais e responsáveis compareçam com seus filhos aos postos de vacinação e se protejam contra o coronavírus”, afirmou Paula Mariano. 

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Segundo o Ministério da Saúde, a chegada dessa nova variante (ômicron BQ.1) com maior transmissibilidade faz das crianças não vacinadas um grupo com maior risco de infecção, conforme vem sendo observado em outros países onde houve transmissão comunitária dessa variante. Por isso, torna-se oportuna e urgente a ampliação do benefício da vacinação a esse grupo etário. 

A vacinação será realizada no Crie, das 8 às 17 horas. Foto: Odair Leal/Sesacre

De acordo com a coordenadora do Centro de Referência de Imunobiológicos Especiais (Crie), Daíla Costa, a vacinação acontecerá naquela unidade, das 8 às 17 horas. A criança deverá estar acompanhada de seus responsáveis, munida com a carteira de vacinação e o cartão do SUS. 

“Com o aumento de casos de covid, é fundamental ampliarmos e estimularmos a imunização do público infantil, para preservar a saúde das nossas crianças”, ressaltou Daíla. 

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Aleac recebe mães atípicas e convocará audiência pública para garantir terapias a crianças com transtornos e síndromes

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Um grupo formado por mães atípicas se reuniu com o presidente da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputado Luiz Gonzaga, e o presidente da Comissão de Saúde da Aleac, deputado Adailton Cruz, na quinta-feira (5), para buscar amparo do Legislativo para evitar a suspensão do tratamento a centenas de crianças portadoras de autismo, síndromes e outros transtornos em Rio Branco.

As mães explicaram ao presidente da Aleac e da Comissão de Saúde que o Centro Especializado em Reabilitação (CER) foi descredenciado pelo Unimed/AC e a partir de 12 de setembro mais de 500 pessoas beneficiárias do plano de saúde ficarão sem tratamento, os quais dependem das terapias para seu desenvolvimento e qualidade de vida.

As mães pediram que a Aleac solicite uma audiência pública para debater com pais e mães, direção da Unimed, Ministério Público do Estado, Defensoria Pública, Secretaria de Saúde e outros órgãos competentes uma solução para a supensão das terapias.

A mãe Vanessa Machado conta que já tiveram uma reunião com o Ministério Público e pedem que a Aleac organize uma audiência pública para debater o tema.

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“Pedimos uma audiência pública com os parlamentares, Ministério Público, Unimed e outros órgãos para buscarmos uma solução definitiva para não termos que acionar a Unimed na Justiça”, disse Vanessa.

O presidente da Aleac se colocou à disposição para intermediar juntamente com a Unimed e órgãos competentes uma solução para evitar a suspensão no tratamento dessas crianças. Gonzaga garantiu que a audiência pública será realizada para discutir o assunto.

“A Aleac sempre atendeu as pessoas que buscam essa casa de solução para seus problemas e com as mães atípicas não seria diferente. Recebemos todas aqui, ouvimos as reivindicações e decidimos, eu e o deputado Adailton, presidente da Comissão de Saúde, fazer a audiência Pública para trazer todos os entes para discutir o assunto e encontrar uma solução para manter o atendimentos a essas crianças”, disse.

De acordo com Cesária Edna, mãe de uma criança com síndrome rara e que há seis anos é atendida pela Clínica CER, somente a clínica tem profissionais capacitados para realizar a terapia do seu filho. Ela conta ainda que a Unimed não comunicou as mães sobre o desecredenciamento e que a informação partiu da própria clínica.

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“Quando houve o descrendenciamento da Clínica CER em agosto fomos na Unimed e abrimos um protocolo pedindo informações para sabermos em qual clínicas as crianças seriam atendidas, mas não tivemos respostas e não consegui vaga para meu filho em outra clínica. A partir do dia 13 de setembro não temos mais para onde levar nossos filhos para tratamento e pedimos encaricidamente o apoio do Legislativo para ajudar essas mais de 500 pessoas, entre elas 300 crianças que ficarão sem atendimento”, disse Edna.

O presidente da Comissão de Saúde da Aleac, Adailton Cruz, agradeceu Gonzaga pelo empenho em atender as mães e afirmou que a audiência servirá para solucionar o problema.

“Quero agradecer as mães pela visita à Aleac e parabenizar o presidente Luiz Gonzaga pelo empenho e atender as mães. A reunião foi muito esclarecedora e encaminhamos convocação de audiência pública para debatermos juntamente com a mães, Unimed e outros ógãos a melhor saída para esse problema”, disse Adailton.

Fonte: ASCOM ALEAC

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