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Saúde realiza dia D de vacinação contra a covid-19 para público infantil neste sábado

O Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (Crie), realizará neste sábado, 14, o dia D de vacinação destinado a esse público, em Rio Branco.

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O intervalo entre a primeira e a segunda dose é de 4 semanas. Foto: Odair Leal/Sesacre

Crianças de 6 meses a 2 anos, 11 meses e 29 dias que tomaram a primeira dose da vacina Pfizer Baby há, pelo menos, quatro semanas, já podem tomar a segunda dose do imunizante contra a covid-19. Por isso, a Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), por meio do Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (Crie), realizará neste sábado, 14, o dia D de vacinação destinado a esse público, em Rio Branco.

Na capital, cerca de 250 crianças tomaram a primeira dose do imunizante e estão aptas a prosseguir com o esquema vacinal. “É importante dar continuidade ao esquema de imunização, pois a criança só vai estar protegida após completar as três doses previstas para essa faixa etária”, informou a enfermeira do Crie, Daíla Timbó.

De acordo com a enfermeira, os pais e responsáveis não precisam realizar o agendamento prévio para o serviço, visto que na caderneta de vacinação das crianças já constam as datas para a aplicação da segunda dose contra a covid-19.

O dia D será realizado na sede do Crie, na Avenida Getúlio Vargas, nº 595, em Rio Branco, no sábado, das 8 às 17h. Foto: Odair Leal/Sesacre

O dia D será realizado na sede do Crie, na Avenida Getúlio Vargas, nº 595, em Rio Branco, das 8 às 17h. No dia de vacinar, a criança deverá estar acompanhada de seus pais ou responsáveis, munidos com a carteira de vacinação e o cartão do SUS. Mais informações podem ser solicitadas por meio do WhatsApp (68) 9 8402 1136.

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Aleac recebe mães atípicas e convocará audiência pública para garantir terapias a crianças com transtornos e síndromes

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Assessoria

Um grupo formado por mães atípicas se reuniu com o presidente da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputado Luiz Gonzaga, e o presidente da Comissão de Saúde da Aleac, deputado Adailton Cruz, na quinta-feira (5), para buscar amparo do Legislativo para evitar a suspensão do tratamento a centenas de crianças portadoras de autismo, síndromes e outros transtornos em Rio Branco.

As mães explicaram ao presidente da Aleac e da Comissão de Saúde que o Centro Especializado em Reabilitação (CER) foi descredenciado pelo Unimed/AC e a partir de 12 de setembro mais de 500 pessoas beneficiárias do plano de saúde ficarão sem tratamento, os quais dependem das terapias para seu desenvolvimento e qualidade de vida.

As mães pediram que a Aleac solicite uma audiência pública para debater com pais e mães, direção da Unimed, Ministério Público do Estado, Defensoria Pública, Secretaria de Saúde e outros órgãos competentes uma solução para a supensão das terapias.

A mãe Vanessa Machado conta que já tiveram uma reunião com o Ministério Público e pedem que a Aleac organize uma audiência pública para debater o tema.

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“Pedimos uma audiência pública com os parlamentares, Ministério Público, Unimed e outros órgãos para buscarmos uma solução definitiva para não termos que acionar a Unimed na Justiça”, disse Vanessa.

O presidente da Aleac se colocou à disposição para intermediar juntamente com a Unimed e órgãos competentes uma solução para evitar a suspensão no tratamento dessas crianças. Gonzaga garantiu que a audiência pública será realizada para discutir o assunto.

“A Aleac sempre atendeu as pessoas que buscam essa casa de solução para seus problemas e com as mães atípicas não seria diferente. Recebemos todas aqui, ouvimos as reivindicações e decidimos, eu e o deputado Adailton, presidente da Comissão de Saúde, fazer a audiência Pública para trazer todos os entes para discutir o assunto e encontrar uma solução para manter o atendimentos a essas crianças”, disse.

De acordo com Cesária Edna, mãe de uma criança com síndrome rara e que há seis anos é atendida pela Clínica CER, somente a clínica tem profissionais capacitados para realizar a terapia do seu filho. Ela conta ainda que a Unimed não comunicou as mães sobre o desecredenciamento e que a informação partiu da própria clínica.

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“Quando houve o descrendenciamento da Clínica CER em agosto fomos na Unimed e abrimos um protocolo pedindo informações para sabermos em qual clínicas as crianças seriam atendidas, mas não tivemos respostas e não consegui vaga para meu filho em outra clínica. A partir do dia 13 de setembro não temos mais para onde levar nossos filhos para tratamento e pedimos encaricidamente o apoio do Legislativo para ajudar essas mais de 500 pessoas, entre elas 300 crianças que ficarão sem atendimento”, disse Edna.

O presidente da Comissão de Saúde da Aleac, Adailton Cruz, agradeceu Gonzaga pelo empenho em atender as mães e afirmou que a audiência servirá para solucionar o problema.

“Quero agradecer as mães pela visita à Aleac e parabenizar o presidente Luiz Gonzaga pelo empenho e atender as mães. A reunião foi muito esclarecedora e encaminhamos convocação de audiência pública para debatermos juntamente com a mães, Unimed e outros ógãos a melhor saída para esse problema”, disse Adailton.

Fonte: ASCOM ALEAC

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