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Justiça condena homem que teve Covid e saiu de isolamento para ver jogo

A Justiça de São Paulo condenou, no dia 14 deste mês, um homem a pagar R$ 3.000 de indenização por não ter cumprido o isolamento social quando teve Covid-19.

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Foto por: Ilustração - Pixabay

A Justiça de São Paulo condenou, no dia 14 deste mês, um homem a pagar R$ 3.000 de indenização por não ter cumprido o isolamento social quando teve Covid-19. O caso ocorreu em março do ano passado em Adamantina, no interior paulista.

A decisão é em primeira instância e cabe recurso contra ela.

De acordo com o processo, ele foi flagrado, após seu teste dar resultado positivo para coronavírus, em locais públicos sem máscara de proteção e acompanhado de outras pessoas. Por isso, a ação foi configurada como indenização de danos morais coletivos.

Segundo o Tribunal de Justiça, o valor da indenização ainda será objeto de execução a ser movida pelo Ministério Público.

A ação tramitou na 2ª Vara da Comarca de Adamantina e foi distribuída para o juiz Carlos Gustavo Urquiza Scarazzato. De acordo com o magistrado, a conduta do réu infringiu a lei 13.979/20, que se refere à responsabilização em caso de não cumprimento das medidas impostas com atitudes que aumentam o risco de contágio da população.

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O réu, em defesa, admitiu que foi diagnosticado com Covid-19 e orientado a permanecer em isolamento social de 5 a 17 de março de 2021. Mas, no dia 13, disse que estava sem sintomas e decidiu sair de casa por estar se sentindo ansioso e sufocado. Neste dia, ele foi até um local de prática esportiva, onde assistiu a uma partida de futebol.

No dia seguinte, ele foi visto em outro local onde havia mais pessoas no mesmo espaço. Ele argumentou que estava arrependido, mas alegou que o valor da indenização é excessivo.

Na sentença, o juiz destacou que as ações do réu representaram um grave ataque à saúde coletiva da população, uma vez que “tal conduta poderia ter contribuído para a contaminação de mais pessoas”.

Além disso, Scarazzato afirma que, independentemente de ter havido contaminação ou não, a conduta é caracterizada como dano social, “em que houve a concreta exposição de pessoas a risco ilícito, pelo comportamento deliberado do Requerido.”

Antes, a orientação de isolamento para quem contrai o coronavírus era de dez dias. No entanto, desde o dia 10 deste mês, a recomendação é que de quarentena de 7 a 10 dias para quem apresenta sintomas e de 5 a 7 dias para os assintomáticos.

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A indicação do Ministério da Saúde é que a pessoa assintomática fique em casa no mínimo cinco dias em isolamento. Após esse tempo ela deve ser testada. Se o resultado do teste for positivo, ela deverá estender o isolamento até o décimo dia.

Não é necessário testar os assintomáticos, porém, para sair do isolamento após o sétimo dia.

Já para os sintomáticos o isolamento é de no mínimo sete dias. A pessoa precisa ser testada ao final do período. Caso o resultado seja negativo, ela poderá sair do isolamento. Com o resultado positivo, ela deve permanecer em isolamento até o décimo dia.

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História, identidade e esperança: Nicolau Júnior exalta trajetória do povo acreano

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Uma solenidade tradicional, com a presença de diversas autoridades e da população acreana, marcou a celebração dos 63 anos de emancipação política do Acre, neste domingo, 15. O presidente da Assembleia Legislativa do Acre (ALEAC), deputado estadual Nicolau Júnior compareceu ao ato que foi conduzido pelo governador do Estado, Gladson Cameli, no Calçadão da Gameleira em Rio Branco, e que contou com a presença de diversas autoridades. Em seu discurso o presidente do Poder Legislativo destacou o orgulho de ser acreano.

“Antes de ser presidente da Assembleia Legislativa, eu sou um cidadão acreano, essa é a minha identidade, e assim como cada um de vocês, sonho todos os dias com um Acre mais justo, mais desenvolvido, mais humano”.

Já o governador Gladson fez questão de mencionar os avanços, lembrar dos desafios que o Estado ainda tem e mencionou algumas das grandes personalidades acreanas que ajudaram a construir a história do Acre.

“Aqui, antes da chegada dos europeus, já viviam mais de uma dezena de povos indígenas, muitos dos quais nos deixaram sua genética, conhecimento e costumes. Somos parte dessa herança ancestral”, disse.

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A solenidade homenageou acreanos que com seu trabalho, por meio de suas histórias de vida, contribuíram para o desenvolvimento do estado. Eles receberam a mais alta honraria – a Ordem da Estrela do Acre. Foram eles: o ginecologista obstetra, Labib Murad; o Padra Mássimo Lombardi; o empresário Narciso Mendes; o empresário Aldenor Araújo da Silva; o reitor da Uninorte Ricardo Leite; Osmir de Albuquerque Lima; o empresário de Cruzeiro do Sul Adauto José Batista (in memorian); e o servidor público Messias dos Santos Paiva.

FONTE: ASCOM ALEAC

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