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Sem funcionar há 6 dias, serviço 193 em Cruzeiro do Sul segue indisponível e não tem prazo para voltar a funcionar

Atendimento das chamadas no município segue sendo realizado pelo 190. Volta do serviço depende da operadora de telefonia que atende no município.

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Mesmo com problemas na comunicação, atendimento continua sendo realizado — Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

Sem funcionar desde à última quinta-feira (28), o serviço 193 no município de Cruzeiro do Sul, no interior do Acre, não tem um prazo para voltar a atender. A solução do problema depende da operadora de telefonia e o atendimento das chamadas segue sendo realizado pelo 190.

“Estamos tentando com a operadora que ela coloque um número para cair aqui em Cruzeiro do Sul como estava anteriormente. O funcionamento está acontecendo pelo 190, mas eu não posso determinar um prazo preciso para a volta do serviço”, explicou o coronel James Clay.

Raio atingiu a rede

Um raio atingiu a Rede Lógica do Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp) de Cruzeiro do Sul, no interior do Acre, na última quinta (28) e vários aparelhos do sistema ficaram danificados. Por isso, o serviço do 193 ficou suspenso.

Segundo o comandante do Corpo de Bombeiros em Cruzeiro do Sul, tenente Josadac Cavalcante, o trabalho vem sendo realizado por intermédio do 190, da Polícia da Militar, mas outra solução rápida é a utilização do 193 de Rio Branco com as ocorrências sendo repassadas para a corporação. O telefone fixo: 3222-3555 também vem recebendo as chamadas.

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Para o tenente, todo esse problema de comunicação deve ser resolvido no máximo em 45 dias com a inauguração do Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) na cidade.

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Aleac recebe mães atípicas e convocará audiência pública para garantir terapias a crianças com transtornos e síndromes

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Um grupo formado por mães atípicas se reuniu com o presidente da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputado Luiz Gonzaga, e o presidente da Comissão de Saúde da Aleac, deputado Adailton Cruz, na quinta-feira (5), para buscar amparo do Legislativo para evitar a suspensão do tratamento a centenas de crianças portadoras de autismo, síndromes e outros transtornos em Rio Branco.

As mães explicaram ao presidente da Aleac e da Comissão de Saúde que o Centro Especializado em Reabilitação (CER) foi descredenciado pelo Unimed/AC e a partir de 12 de setembro mais de 500 pessoas beneficiárias do plano de saúde ficarão sem tratamento, os quais dependem das terapias para seu desenvolvimento e qualidade de vida.

As mães pediram que a Aleac solicite uma audiência pública para debater com pais e mães, direção da Unimed, Ministério Público do Estado, Defensoria Pública, Secretaria de Saúde e outros órgãos competentes uma solução para a supensão das terapias.

A mãe Vanessa Machado conta que já tiveram uma reunião com o Ministério Público e pedem que a Aleac organize uma audiência pública para debater o tema.

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“Pedimos uma audiência pública com os parlamentares, Ministério Público, Unimed e outros órgãos para buscarmos uma solução definitiva para não termos que acionar a Unimed na Justiça”, disse Vanessa.

O presidente da Aleac se colocou à disposição para intermediar juntamente com a Unimed e órgãos competentes uma solução para evitar a suspensão no tratamento dessas crianças. Gonzaga garantiu que a audiência pública será realizada para discutir o assunto.

“A Aleac sempre atendeu as pessoas que buscam essa casa de solução para seus problemas e com as mães atípicas não seria diferente. Recebemos todas aqui, ouvimos as reivindicações e decidimos, eu e o deputado Adailton, presidente da Comissão de Saúde, fazer a audiência Pública para trazer todos os entes para discutir o assunto e encontrar uma solução para manter o atendimentos a essas crianças”, disse.

De acordo com Cesária Edna, mãe de uma criança com síndrome rara e que há seis anos é atendida pela Clínica CER, somente a clínica tem profissionais capacitados para realizar a terapia do seu filho. Ela conta ainda que a Unimed não comunicou as mães sobre o desecredenciamento e que a informação partiu da própria clínica.

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“Quando houve o descrendenciamento da Clínica CER em agosto fomos na Unimed e abrimos um protocolo pedindo informações para sabermos em qual clínicas as crianças seriam atendidas, mas não tivemos respostas e não consegui vaga para meu filho em outra clínica. A partir do dia 13 de setembro não temos mais para onde levar nossos filhos para tratamento e pedimos encaricidamente o apoio do Legislativo para ajudar essas mais de 500 pessoas, entre elas 300 crianças que ficarão sem atendimento”, disse Edna.

O presidente da Comissão de Saúde da Aleac, Adailton Cruz, agradeceu Gonzaga pelo empenho em atender as mães e afirmou que a audiência servirá para solucionar o problema.

“Quero agradecer as mães pela visita à Aleac e parabenizar o presidente Luiz Gonzaga pelo empenho e atender as mães. A reunião foi muito esclarecedora e encaminhamos convocação de audiência pública para debatermos juntamente com a mães, Unimed e outros ógãos a melhor saída para esse problema”, disse Adailton.

Fonte: ASCOM ALEAC

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