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ONG cria plataforma que possibilita 'doar árvores' e ajudar na recuperação de áreas degradadas no Acre

Árvores variam de R$ 12 a R$ 25 e vão ajudar no projeto Faça Florescer Floresta da SOS Amazônia. Só no ano passado, projeto recuperou 66 hectares de áreas degradadas com o plantio de mais de 105 mil árvores no modelo de sistemas agroflorestais.

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ONG cria plataforma que possibilita 'doar árvores' e ajudar na recuperação de áreas degradadas no Acre — Foto: Reprodução

Através de um simples clique, você pode ajudar a plantar uma árvore e contribuir para a recuperação de áreas degradadas no estado. Para fortalecer o trabalho do projeto Faça Florescer Floresta, a SOS Amazônia fez um site em que as pessoas podem doar uma mudas. É simples, fácil e barato.

Ao entrar na página principal, o internauta escolhe que tipo de árvore ele quer doar e, além disso, tem todas as informações do projeto reunidas em um espaço só. Os valores variam de R$ 12 a R$ 25, dependendo do tipo de muda que o doador deve escolher. São elas:

  • Frutíferas – Incentiva o plantio de espécies frutíferas para o uso econômico e alimentar de comunidades tradicionais;
  • Palmeiras – Promova a recuperação da cobertura do solo e de nascentes com a geração de benefícios ecológicos e sociais;
  • Florestais – Apoie o desenvolvimento sustentável em regiões amazônicas afetadas pelas mudanças climáticas

Nesse projeto específico, a SOS Amazônia trabalha a capacitação dessas famílias que vivem nas comunidades rurais. Com apoio, não só técnico, cria-se uma nova forma desse produtor usar sua terra. Cada comunidade escolhida trabalha em cima do seu potencial econômico e então em cada região é plantada a espécie de interesse econômico daquela família de produtores.

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Só no ano passado, 66 hectares de áreas degradadas foram recuperadas com o plantio de mais de 105 mil árvores no modelo de sistemas agroflorestais, ou seja, o plantio consorciado de espécies florestais, frutíferas e de palmeiras, que depois integram à paisagem original.

Em todo o processo as comunidades são envolvidas, desde a produção de mudas até à comercialização dos produtos gerados, assim gerando renda e também proporcionando a preservação do espaço.

Isso faz com que a importância do projeto seja mais do que ecológico, mas também econômico, porque gera renda e movimenta a economia nessas comunidades; social, porque diversifica a fonte alimentar dessas famílias com baixo poder aquisitivo e também educacional, porque trabalhar a conscientização de crianças e jovens sobre a importância do reflorestamento.

Diretrizes

  • O projeto oferece oficinas de produção de mudas em viveiros comunitários e preparo do solo com adubação verde, envolvendo as famílias beneficiárias;
  • Em seguida, ocorre a implantação dos Sistemas Agroflorestais ou recuperação de nascentes, priorizando a manutenção dos plantios, com as visitas técnicas em todo o processo;
  • Por fim, o projeto garante todo o monitoramento e a assessoria na implantação das unidades, com georreferenciamento das áreas manejadas.

Mais de 105 mil mudas foram plantadas em áreas degradadas no Acre — Foto: SOS Amazônia

Entre as 100 melhores ONGs

Inclusive, a SOS Amazônia está entre as 100 melhores ONGs, que é realizado pelo Instituto O Mundo que Queremos, pelo Instituto Doar e pelo Ambev VOA, com apoio de pesquisadores da Fundação Getúlio Vargas (FGV), do Instituto Humanize e da Fundação Toyota do Brasil.

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Os destaques nas categorias especiais serão conhecidos durante a cerimônia oficial de premiação, que este ano volta a ser presencial e já está marcada para o dia 25 de novembro, no Unibes Cultural, em São Paulo. Além das 100 melhores, serão premiadas as melhores ONGs por estado, por causa, as dez melhores de pequeno porte e a melhor entre elas.

“Pela terceira vez, recebemos este reconhecimento e ele chega até nós como estímulo para seguir nossa missão em defesa da Amazônia e da sustentabilidade. Reforça o pensamento de que estamos no caminho certo e o compromisso com a causa ambiental”, conta Álisson Maranho, diretor técnico da SOS Amazônia, no site oficial da organização.

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Operação Ramificações é deflagrada pela Polícia Civil do Acre

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Em uma ofensiva estratégica contra o crime organizado, a Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), deflagrou nesta quinta-feira, 7, a Operação Ramificações. A ação visou desestruturar braços logísticos e financeiros de uma facção criminosa atuante de forma simultânea em Rio Branco, Plácido de Castro, Senador Guiomard e Porto Acre.

Delegado-Geral Adjunto, Martin Hessel, e o diretor do DPCI, Alcino Ferreira Júnior, acompanharam o titular da Draco, Gustavo Neves, na apresentação dos resultados que visam desestruturar o suporte logístico de organizações criminosas no estado. Foto: Marcelo Torres/ PCAC

A operação recebeu suporte da Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (Diop/Senasp) do Ministério da Justiça e Segurança Pública, integrando os esforços da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas (Renorcrim).

Durante o cumprimento de 10 mandados judiciais, as equipes lograram êxito na execução de 7 mandados de busca e apreensão e 3 de prisão. Além disso, uma prisão em flagrante por porte ilegal de arma de fogo de uso restrito foi registrada em Porto Acre.

Com ações em Rio Branco e mais três municípios, a ofensiva resultou em prisões e apreensões de armas. Foto: Emerson Lima/PCAC

Entre os detidos estão: B.M.S. (preso em Senador Guiomard), C.D.O.R. e V.D.S.C. (presos em Plácido de Castro) e E.D.A.C. (preso em flagrante em Porto Acre).

As investigações revelaram uma rede estruturada, dedicada à negociação e transporte permanente de entorpecentes, servindo como base de apoio para a expansão da facção no estado.

Em coletiva realizada na sede da Divisão Estadual de Investigações Criminais (Deic), a cúpula da Segurança Pública detalhou o impacto das investigações e a importância da cooperação federativa.

O delegado titular da Draco, Gustavo Neves, enfatizou a meta de destruturar financeiramente o grupo. “Com o cumprimento dos mandados, a Polícia Civil do Acre reafirma seu compromisso ininterrupto no combate ao crime organizado e ao narcotráfico, visando descapitalizar essas estruturas e garantir a ordem pública”, destacou.

Operação Ramificações terminou com 3 mandados de prisão cumpridos e um flagrante por porte de arma de uso restrito. Foto: cedida

Já o delegado-geral adjunto da PCAC, Martin Hessel, destacou a união das forças. “O sucesso da Operação Ramificações é reflexo da integração entre as nossas unidades e o governo federal. Não daremos trégua para grupos que tentam se estabelecer em nosso território”, enfatizou.

O diretor do DPCI, Alcino Ferreira Júnior, pontuou a eficácia do trabalho de inteligência. “O monitoramento contínuo dessas organizações permite que nossas ações sejam cirúrgicas, atingindo diretamente as lideranças e a logística de distribuição de drogas no interior do estado”, explicou.

A Operação Ramificações insere-se em um contexto maior de repressão. No período de 23 de abril a 8 de maio, as ações coordenadas pela Renorcrim no Acre somam números expressivos: 6 prisões por mandado judicial; um mandado de busca e apreensão, que resultou em 2 prisões em flagrante, com a apreensão de cocaína, dinheiro e aparelhos celulares; e 2 mandados de busca e apreensão cumpridos, focados na coleta de provas (apreensão de celulares).

Todo o material apreendido será submetido à perícia técnica para instruir o inquérito policial. A Polícia Civil informou que as investigações continuam em andamento para identificar novos envolvidos e ramificações da rede criminosa.

Fonte: Governo AC

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