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Ministério da Saúde recomenda reforço de vacina contra covid-19 em crianças de 5 a 11 anos

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A imunização é indicada para crianças que tomaram a segunda dose há, pelo menos, quatro meses e deve ser feita com a vacina pediátrica da Pfizer. Foto: Odair Leal/Sesacre

O Ministério da Saúde (MS) recomendou aos estados, por meio de nota técnica publicada nesta quarta-feira, 4, a aplicação de dose de reforço da vacina contra a covid-19 em todas as crianças entre 5 e 11 anos. No Acre, o Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (Crie) vem realizando a vacinação em Rio Branco, e nos demais municípios as ações são desenvolvidas nas unidades básicas de saúde (UBS).

O reforço é indicado para crianças que tomaram a segunda dose há, pelo menos, quatro meses e deve ser feito com a vacina pediátrica da Pfizer. De acordo com a nota, estudos científicos apontaram um aumento considerável da proteção com a dose complementar. Observou-se que crianças que tomaram a primeira dose de reforço apresentaram níveis seis vezes maiores de anticorpos contra a doença, em comparação com as que não tomaram.

Dados do Programa Nacional de Imunização (PNI) no Acre, revelam que, para crianças entre 5 e 11 anos a cobertura vacinal alcançou, apenas, 52% com a primeira dose e 33% com a segunda dose. De acordo com o boletim nº11/2022 do órgão, a baixa adesão entre os adolescentes e crianças à vacinação, que não foi efetiva em nenhuma etapa, é grave e pioria com o decréscimo da faixa etária.

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Como vacinar?

Para evitar o desperdício de doses, a vacinação está sendo realizada por meio de agendamento em todo o estado. Em Rio Branco, os pais podem realizar a solicitação por meio do WhatsApp (68) 9 8402 1136.

Nos demais municípios, os responsáveis devem se dirigir às secretarias municipais de saúde para mais informações.  No dia de vacinar, a criança deverá estar acompanhada de seus pais ou responsáveis, munidos com a carteira de vacinação e o cartão do SUS.

Cobertura Vacinal

Recentemente, com o intuito de melhorar a cobertura vacinal em Rio Branco, o governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), instituiu a vacinação, também, em período noturno. Realizada pelo Crie, a vacinação se estende de segunda a sexta-feira, das 19 às 21 horas, e nos fins de semana e feriados, das 8 às 12 horas e das 14 às 18 horas.

No dia de vacinar, a criança deverá estar acompanhada de seus pais ou responsáveis, munidos com a carteira de vacinação e o cartão do SUS. Foto: Odair Leal/Sesacre

Outra medida a ser tomada para melhorar os índices vacinais no estado é o fortalecimento das ações de imunização nos ambientes em que há concentração de público, como escolas, faculdades, empresas e instituições.

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Aleac recebe mães atípicas e convocará audiência pública para garantir terapias a crianças com transtornos e síndromes

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Um grupo formado por mães atípicas se reuniu com o presidente da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputado Luiz Gonzaga, e o presidente da Comissão de Saúde da Aleac, deputado Adailton Cruz, na quinta-feira (5), para buscar amparo do Legislativo para evitar a suspensão do tratamento a centenas de crianças portadoras de autismo, síndromes e outros transtornos em Rio Branco.

As mães explicaram ao presidente da Aleac e da Comissão de Saúde que o Centro Especializado em Reabilitação (CER) foi descredenciado pelo Unimed/AC e a partir de 12 de setembro mais de 500 pessoas beneficiárias do plano de saúde ficarão sem tratamento, os quais dependem das terapias para seu desenvolvimento e qualidade de vida.

As mães pediram que a Aleac solicite uma audiência pública para debater com pais e mães, direção da Unimed, Ministério Público do Estado, Defensoria Pública, Secretaria de Saúde e outros órgãos competentes uma solução para a supensão das terapias.

A mãe Vanessa Machado conta que já tiveram uma reunião com o Ministério Público e pedem que a Aleac organize uma audiência pública para debater o tema.

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“Pedimos uma audiência pública com os parlamentares, Ministério Público, Unimed e outros órgãos para buscarmos uma solução definitiva para não termos que acionar a Unimed na Justiça”, disse Vanessa.

O presidente da Aleac se colocou à disposição para intermediar juntamente com a Unimed e órgãos competentes uma solução para evitar a suspensão no tratamento dessas crianças. Gonzaga garantiu que a audiência pública será realizada para discutir o assunto.

“A Aleac sempre atendeu as pessoas que buscam essa casa de solução para seus problemas e com as mães atípicas não seria diferente. Recebemos todas aqui, ouvimos as reivindicações e decidimos, eu e o deputado Adailton, presidente da Comissão de Saúde, fazer a audiência Pública para trazer todos os entes para discutir o assunto e encontrar uma solução para manter o atendimentos a essas crianças”, disse.

De acordo com Cesária Edna, mãe de uma criança com síndrome rara e que há seis anos é atendida pela Clínica CER, somente a clínica tem profissionais capacitados para realizar a terapia do seu filho. Ela conta ainda que a Unimed não comunicou as mães sobre o desecredenciamento e que a informação partiu da própria clínica.

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“Quando houve o descrendenciamento da Clínica CER em agosto fomos na Unimed e abrimos um protocolo pedindo informações para sabermos em qual clínicas as crianças seriam atendidas, mas não tivemos respostas e não consegui vaga para meu filho em outra clínica. A partir do dia 13 de setembro não temos mais para onde levar nossos filhos para tratamento e pedimos encaricidamente o apoio do Legislativo para ajudar essas mais de 500 pessoas, entre elas 300 crianças que ficarão sem atendimento”, disse Edna.

O presidente da Comissão de Saúde da Aleac, Adailton Cruz, agradeceu Gonzaga pelo empenho em atender as mães e afirmou que a audiência servirá para solucionar o problema.

“Quero agradecer as mães pela visita à Aleac e parabenizar o presidente Luiz Gonzaga pelo empenho e atender as mães. A reunião foi muito esclarecedora e encaminhamos convocação de audiência pública para debatermos juntamente com a mães, Unimed e outros ógãos a melhor saída para esse problema”, disse Adailton.

Fonte: ASCOM ALEAC

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