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Fungicida da Sipcam Nichino se mantém entre os mais eficazes no controle da ferrugem da soja há oito safras consecutivas

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O fungicida Fezan® Gold, da Sipcam Nichino Brasil, voltou a figurar entre as soluções mais eficazes no combate à ferrugem asiática da soja nos Ensaios Cooperativos de Rede do Consórcio Antiferrugem do Brasil. Presente nesses testes há oito safras consecutivas, o produto demonstra desempenho consistente e permanece como referência no controle da doença, considerada uma das mais desafiadoras para a cultura da soja.

Desempenho eficaz contra a ferrugem da soja

Segundo a Sipcam Nichino, os resultados das últimas três safras — de 2022/23 a 2024/25 — apontam que o Fezan® Gold, mesmo aplicado de forma isolada, apresentou eficácia média entre 66% e 71% no controle da ferrugem da soja, causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi. A performance positiva consolida a solução como uma das mais efetivas do mercado agrícola brasileiro.

Tecnologia pioneira com ação multissítio

O engenheiro agrônomo José de Freitas, da área de desenvolvimento de mercado da empresa, destaca que o diferencial do Fezan® Gold está na sua formulação pioneira, sendo o primeiro produto com o ativo clorotalonil entre os fungicidas para a soja. A tecnologia reúne propriedades sistêmica e protetora, com ação multissítio, tornando o produto estratégico no manejo da ferrugem.

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“Fezan® Gold é um dos poucos fungicidas no mercado com essas características e se mantém há anos com desempenho sólido. Ele continua sendo uma ferramenta essencial para o controle da ferrugem”, reforça Freitas.

Versatilidade em outras culturas e resposta produtiva

Além da soja, o Fezan® Gold é registrado para o uso em diversas culturas importantes no Brasil, como algodão, milho, amendoim, feijão, trigo e cevada. A solução também tem se mostrado uma alternativa relevante diante da escassez de fungicidas multissítio, um desafio recorrente nas últimas safras e que deve continuar na temporada 2025/26.

Nos Ensaios Cooperativos de Rede, o fungicida proporcionou uma produtividade média acima de 3,5 mil quilos por hectare ao longo dos últimos oito anos. Na safra 2024/25, esse número subiu para 3,9 mil quilos por hectare, reforçando sua eficiência não apenas no controle de doenças, mas também no ganho de produtividade.

Custo-benefício entre as soluções premium

Freitas ainda ressalta que o Fezan® Gold oferece uma relação custo-benefício competitiva, especialmente entre os fungicidas considerados “premium” do mercado. Além da ferrugem, o produto também apresenta bons resultados no controle de doenças de final de ciclo (DFC’s), contribuindo para um manejo mais completo e eficiente.

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Na última safra, os ensaios envolveram mais de 20 instituições de pesquisa agrícola e 15 ingredientes ativos diferentes, evidenciando o alto nível de rigor técnico e a confiabilidade dos resultados obtidos.

Com desempenho comprovado, ação diversificada e longa permanência nos principais ensaios técnicos do país, o Fezan® Gold segue como uma das principais ferramentas no controle da ferrugem da soja e no suporte à produtividade agrícola nacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Entidade diz que o campo preserva, mas há excesso de regras travando os produtores

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A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) decidiu reagir às críticas sobre o impacto ambiental do agronegócio e levou ao debate público um conjunto de dados para sustentar que a produção agrícola no Brasil ocorre com preservação relevante dentro das propriedades rurais.

A iniciativa ocorre em um momento de maior pressão sobre o setor, especialmente em mercados internacionais, e busca reposicionar a narrativa com base em números do próprio campo.

Entre os dados apresentados, levantamento da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) indica que 65,6% do território brasileiro permanece coberto por vegetação nativa, enquanto a agricultura ocupa cerca de 10,8% da área total. A entidade usa o dado para reforçar que a produção ocorre em uma parcela limitada do território.

No recorte estadual, a Aprosoja-MT destaca um levantamento próprio que identificou mais de 105 mil nascentes em 56 municípios de Mato Grosso, com 95% delas preservadas dentro das propriedades rurais . O dado é usado como exemplo prático de conservação dentro da atividade produtiva.

A entidade também aponta que o avanço tecnológico tem permitido aumento de produção sem expansão proporcional de área. O Brasil deve colher mais de 150 milhões de toneladas de soja na safra 2025/26, mantendo a liderança global, com Mato Grosso respondendo por cerca de 40 milhões de toneladas.

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Segundo a Aprosoja-MT, práticas como plantio direto, rotação de culturas e uso de insumos biológicos têm contribuído para esse ganho de produtividade, reduzindo a pressão por abertura de novas áreas.

Isan Rezende, presidente do IA

A associação também cita investimentos em prevenção de incêndios dentro das propriedades e manejo de solo como parte da rotina produtiva, argumentando que a preservação é uma necessidade econômica, e não apenas uma exigência legal.

Na avaliação de Isan Rezende, presidente do Instituto do Agronegócio (IA) a preservação ambiental no campo deixou de ser uma pauta teórica e passou a ser parte direta da gestão da propriedade rural. Segundo ele, o produtor brasileiro já incorporou práticas que garantem produtividade com conservação, muitas vezes acima do que é exigido.

“Quem está na lida sabe que sem água, sem solo bem cuidado e sem equilíbrio ambiental não existe produção. O produtor preserva porque precisa produzir amanhã. Isso não é discurso, é sobrevivência da atividade”, afirma.

Rezende aponta, no entanto, que o ambiente institucional ainda cria distorções que dificultam o reconhecimento desse esforço. Para ele, há excesso de exigências, insegurança jurídica e regras que mudam com frequência, o que acaba penalizando quem já produz dentro da lei.

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“O produtor cumpre, investe, preserva, mas continua sendo tratado como problema. Falta coerência. Quem está regular não pode continuar pagando a conta de um sistema que não diferencia quem faz certo de quem está fora da regra”, diz.

Na avaliação do dirigente, o debate sobre sustentabilidade no Brasil precisa avançar com base em dados e realidade de campo, e não em generalizações. Ele defende que o país já possui uma das legislações ambientais mais rígidas do mundo, mas enfrenta falhas na aplicação e na comunicação dessas informações.

“O Brasil tem uma das produções mais eficientes e sustentáveis do planeta. O que falta é organização e clareza nas regras, além de uma comunicação mais firme para mostrar o que já é feito dentro da porteira”, conclui.

Fonte: Pensar Agro

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