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Governo realiza manutenção predial em Escolas indígenas de Sena Madureira
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A Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE), por meio da Divisão de Manutenção Predial e Obras (Dimpo), está realizando manutenções prediais em diversas escolas indígenas de Sena Madureira, entre elas a escola São Paulino.
Entre os serviços realizados está a impermeabilização das telhas de fibrocimento, construção de base em alvenaria para instalação de caixa d´agua, instalação de motor-bomba, substituição de tábuas e implantação de rampas de acesso. Trata-se de uma escola tipo um, com uma sala de aula”, explica a chefe da Divisão, a arquiteta Maisa Andrade.
Escola São Paulino está entre as beneficiadas com manutenção predial. Foto: Divisão de Manutenção/cedidaOutros serviços realizados na escola foram impermeabilização e pintura da cerca perimetral, manutenção do sistema de esgoto, incluindo limpeza da fossa séptica e substituição de mecanismos de descarga, torneiras e assentos sanitários, pintura geral e serviços de limpeza.
De acordo com o professor da escola, Valmiro Padilha, o trabalho de manutenção predial na escola São Paulino está sendo bem feito. “A equipe caprichou. A escola está toda pintada e essa caixa com mergulhão vai abastecer toda a escola. Está um trabalho bem feito, está excelente”, destacou.
Entre os serviços está a instalação de base de alvenaria para caixa d’água. Foto: Divisão de Manutenção/cedidaOutra escola que passou por manutenção predial é a Xinaweda, que também é do tipo um, com uma sala de aula. Também foram realizados os mesmos serviços da São Paulino. “Também realizamos a impermeabilização, execução de base em alvenaria e substituição de tábuas”, explica Maisa Andrade.
A escola indígena Shimewidi, também passou por uma ampla manutenção predial, como a execução com base em alvenaria para a instalação de caixa d´água, instalação de rampas de acesso, manutenção do sistema de esgoto, pintura em geral e serviços de limpeza.
Rampa garante acesso às pessoas com dificuldade de locomoção. Foto: Divisão de Manutenção/cedidaEssas reformas demonstram o compromisso do governo do Acre e da Secretaria de Educação com a qualidade do ensino ofertado em todo o estado.
ACRE
Educação do Estado e Ministério Público firmam parceria para fortalecer rede de proteção a crianças e adolescentes no Acre
Durante o lançamento da campanha Sinal de Alerta: reconhecer é proteger, realizado nesta segunda-feira, 4, em Rio Branco, o governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE) assinou um termo de cooperação técnica com o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), fortalecendo a atuação conjunta nas escolas da rede pública.
A campampanha é promovida pelo MPAC e busca sensibilizar, informar e mobilizar a sociedade no enfrentamento ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes.

A campanha reúne uma série de materiais educativos disponíveis gratuitamente para download no site oficial do MPAC (mpac.mp.br/sinaldealerta), incluindo cartazes, vídeos, cartilhas e o livro infantil “Conhecendo o Meu Corpinho”, que aborda, de forma lúdica e acessível, a importância do cuidado com o próprio corpo.
Entre os destaques estão ainda os mascotes Ivo e Yara, criados para aproximar o tema das crianças com sensibilidade, empatia e linguagem adequada.

O lançamento contou com a presença de autoridades do sistema de justiça, representantes do poder público, estudantes e influenciadores digitais, além de alunos convidados.
Parceria com a Educação
Durante a solenidade, o secretário de Estado de Educação, Reginaldo Luiz Pereira Prates, destacou a importância da parceria com o Ministério Público para ampliar o alcance das ações de prevenção dentro das escolas.
“Atualmente, contamos com cerca de 140 mil alunos em aproximadamente 600 escolas, muitas delas em regiões de difícil acesso. Essa iniciativa será fundamental para fortalecer o combate aos abusos, inclusive nos locais mais isolados. A escola precisa estar atenta aos sinais, observando comportamentos e atuando de forma preventiva”, afirmou.

O secretário também ressaltou o papel da comunidade escolar e da sociedade no enfrentamento às violências, incluindo os riscos no ambiente digital. “Precisamos unir forças para combater essas situações. A parceria com o Ministério Público é essencial nesse processo”, completou.
Voz das crianças
Um dos momentos marcantes do evento foi a fala do promotor mirim, Everaldo F. de Oliveira Júnior, de 9 anos, que destacou a importância de ouvir crianças e adolescentes como protagonistas na defesa de seus direitos.
“Criança não quer só campanha, quer proteção todos os dias. Quando uma criança muda de comportamento, fica isolada ou triste, pode ser um pedido de ajuda. Ninguém se protege sozinho. É dever da família, da escola, do Estado e de toda a sociedade”, enfatizou.

A participação reforça o objetivo da campanha de dar visibilidade às vozes das crianças, promovendo conscientização e incentivando a denúncia de casos de violência.
Compromisso permanente
O procurador-geral de Justiça, Oswaldo D’Albuquerque Lima Neto, ressaltou que a campanha integra um esforço contínuo do MPAC na defesa da infância e adolescência.
“A proteção começa antes do gesto, começa no olhar atento, na escuta sensível e na disposição de agir. A violência contra crianças e adolescentes é uma das mais graves violações de direitos e exige uma resposta integrada de toda a sociedade”, destacou.

Segundo ele, a campanha também busca ocupar os espaços digitais com informação responsável e ampliar o alcance por meio de parcerias com influenciadores e instituições.
Mobilização no Maio Laranja
A iniciativa integra as ações do Maio Laranja, mês dedicado à conscientização sobre o combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes. A proposta é que o tema seja trabalhado de forma contínua, para além do calendário, com ações educativas, palestras e distribuição de materiais.
Todo o conteúdo da campanha foi desenvolvido pela Diretoria de Comunicação do MPAC e será disponibilizado em plataformas digitais, com linguagem acessível e recursos inclusivos, como tradução em Libras.

Com o lema “Reconhecer é proteger”, a campanha reforça a importância de observar sinais, acolher e agir diante de qualquer suspeita, fortalecendo a rede de proteção e garantindo o direito de crianças e adolescentes a crescerem com segurança, dignidade e respeito
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Foto: Divisão de Manutenção/cedida
Foto: Divisão de Manutenção/cedida
Foto: Divisão de Manutenção/cedida
Foto: Clícia Araújo/SEE
Foto: Clícia Araújo/SEE
Foto: Clicia Araújo/SEE
Foto: Clícia Araújo/SEE
Foto: Clícia Araújo/SEE
Foto: Clícia Araújo/SEE