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KUHN do Brasil celebra 20 anos com crescimento de 30% em vendas de fenação

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A KUHN do Brasil comemora 20 anos de atuação no país com forte desempenho no setor de fenação e alimentação animal, registrando 30% de crescimento nas vendas no primeiro semestre de 2025, em comparação ao mesmo período de 2024. O desempenho acompanha a expansão do setor agropecuário brasileiro, que cresceu 12,2% no 1º trimestre de 2025 em relação ao último trimestre de 2024, segundo dados do IBGE, e projeta alta de 11,5% no Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) neste ano, conforme o Ministério da Agricultura.

Foco em fenação e tecnologia para pecuária

A linha de fenação e alimentação animal foi responsável por grande parte do crescimento da KUHN do Brasil. Os misturadores de ração, essenciais para a nutrição bovina, registraram aumento na demanda, especialmente a transição de modelos de arrasto para versões autopropelidas, como os SPV e SPW, importados da Europa, que oferecem alta capacidade de homogeneização.

Além disso, a linha de fenação ganhou dois lançamentos importantes:

  • Enfardadora combinada VBP 3260
  • Enfardadora de fardos prismáticos SB 1290
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Esses equipamentos aumentam a densidade do fardo, eliminando oxigênio interno e elevando a durabilidade e qualidade do produto.

Para atender a demanda, a KUHN mantém estoques estratégicos de peças nos centros de distribuição em São José dos Pinhais (PR), Passo Fundo (RS), Rondonópolis (MT) e Palmas (TO), além de revendedores espalhados pelo país.

Eventos Mundo KUHN: integração com pecuaristas

Como parte das comemorações, a KUHN lançou o evento Mundo KUHN | Da Fenação à Pecuária, realizado entre maio e julho em Tocantins, Rio Grande do Sul, Paraná, Minas Gerais e Mato Grosso. A primeira fase reuniu 430 pecuaristas com demonstrações práticas de equipamentos, como:

  • Segadora de discos GMD 280
  • Espalhador GF 502
  • Enleirador GA 7501
  • Enfardadoras VB 3260 e VBP 3260
  • Misturador Profile 6.1 DS

Nos próximos meses, o evento se desdobra em Mundo KUHN | Do Plantio à Colheita, focando em agricultura de precisão, incluindo trabalho de solo, plantio, distribuição de fertilizantes, pulverização e transporte.

Incentivo e reconhecimento de clientes

A KUHN promove ações de imersão em fábricas para clientes estratégicos em São José dos Pinhais (PR) e Passo Fundo (RS). Produtores que adquirirem o misturador SPV até dezembro de 2025 terão visita à unidade da KUHN na França, reforçando o intercâmbio técnico e conhecimento sobre tendências globais.

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A empresa também participou de feiras agropecuárias, como Show Safra, Agrishow, Bahia Farm Show e Expodireto Cotrijal, com demonstrações de equipamentos e visita de diretores globais.

Duas décadas de presença e inovação

Desde a instalação da primeira fábrica no Brasil, a KUHN combina tradição francesa com desenvolvimento de soluções nacionais, consolidando-se como líder em implementos agrícolas no país.

“Conseguimos equilibrar a essência francesa da KUHN com a capacidade criativa brasileira, consolidando nosso portfólio como o mais completo do país”, afirma Nicolas Guillou, CEO da KUHN do Brasil.

O reconhecimento da empresa se estendeu à Agrishow 2025, onde recebeu o Prêmio Gerdau Melhores da Terra, na categoria “Novidade Agrishow Agricultura de Escala”, pela plantadeira Elite, que combina alta produtividade e autotransportabilidade.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colheita passa da metade, mas chuva atrasa máquinas e aumenta risco de perdas

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A colheita do milho safrinha entrou na segunda metade no Brasil, puxada pelo avanço das máquinas em Mato Grosso. O ritmo nacional, entretanto, continua abaixo do registrado no ano passado, enquanto chuvas e elevada umidade dos grãos dificultam os trabalhos no Paraná e em Mato Grosso do Sul.

O último levantamento consolidado da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) mostrava 49,8% da área colhida até 18 de julho, ante 55,5% no mesmo período de 2025 e uma média de 56,7% nos últimos cinco anos. Dados estaduais divulgados posteriormente indicam que o País já ultrapassou a metade da área, embora ainda não exista um novo percentual nacional consolidado.

A segunda safra concentra aproximadamente 77% de todo o milho produzido no Brasil. A Conab estima uma colheita de 109,43 milhões de toneladas, dentro de uma produção total de 141,7 milhões de toneladas, considerando também as safras de verão e a terceira safra.

Mato Grosso está mais próximo de concluir os trabalhos. Até sexta-feira (24), os produtores haviam retirado o cereal de 90,66% da área, avanço de 11,74 pontos percentuais em uma semana. O índice supera ligeiramente os 90,37% observados no mesmo período do ano passado, mas permanece abaixo da média de 92,68% dos últimos cinco anos.

No Médio-Norte mato-grossense, principal polo produtor do cereal, a colheita chegou a 98,03%. Mantido o ritmo atual e sem novas interrupções climáticas, o Estado deverá encerrar a maior parte dos trabalhos entre o fim de julho e o início de agosto.

Mato Grosso deve colher um recorde de 57,06 milhões de toneladas, mais da metade de todo o milho segunda safra previsto pela Conab para o Brasil. A produtividade estadual foi estimada em 128,64 sacas por hectare, resultado favorecido pelo desempenho das lavouras do Médio-Norte.

A situação é diferente no Paraná. A colheita havia alcançado 29% da área no início da última semana, ante 40% no mesmo período de 2025 e 67% em 2024. Além do plantio mais tardio, as chuvas recentes impediram a entrada das máquinas em várias propriedades e mantiveram elevada a umidade dos grãos.

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O Paraná deverá concentrar a retirada do milho durante agosto. Parte dos trabalhos poderá avançar por setembro, especialmente nas áreas implantadas mais tarde. O Estado cultiva aproximadamente 2,9 milhões de hectares e espera colher cerca de 17,4 milhões de toneladas na segunda safra.

As precipitações da semana passada reduziram o ritmo, mas ainda não há confirmação de perdas expressivas provocadas diretamente pelas chuvas. Segundo técnicos do Departamento de Economia Rural do Paraná (Deral), o principal efeito observado até agora é operacional. O excesso de umidade impede a colheita e aumenta os gastos com secagem, mas a extensão de eventuais danos dependerá do tempo de permanência do milho maduro no campo.

Quanto maior a demora, maior o risco de germinação dos grãos na espiga, ocorrência de fungos, tombamento das plantas e redução do padrão comercial. A umidade também pode provocar filas nos armazéns e limitar o recebimento das cargas, sobretudo quando muitos produtores retomam a colheita ao mesmo tempo após a abertura do tempo.

Em Mato Grosso do Sul, a retirada do cereal chegou a 15,8% da área até 17 de julho, ante 8,2% na semana anterior. Apesar da aceleração, o Estado permanece atrás do ritmo da safra passada. As chuvas registradas desde junho elevaram a umidade dos grãos e retardaram a entrada das máquinas.

A produção sul-mato-grossense está estimada em 11,14 milhões de toneladas, cultivadas em 2,2 milhões de hectares. Historicamente, a colheita ganha força na segunda quinzena de julho e atinge o pico entre o fim deste mês e o início de setembro. Por isso, o atraso atual ainda pode ser parcialmente recuperado se houver uma sequência de dias secos.

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Goiás havia colhido 28% da área até 18 de julho. No Estado, a maior preocupação não está apenas no calendário. Períodos de estiagem registrados em abril e maio atingiram as lavouras durante fases importantes do desenvolvimento e reduziram o potencial produtivo em diferentes regiões.

A falta de chuva também afetou áreas de Minas Gerais, São Paulo e Piauí. Nesses locais, a colheita deverá confirmar perdas provocadas por espigas menores, falhas no enchimento dos grãos e redução da produtividade. O impacto varia conforme a época de plantio e o estágio em que cada lavoura enfrentou o déficit hídrico.

No Rio Grande do Sul, os temporais da última semana causaram alagamentos e danos em mais de 200 municípios. O impacto sobre a produção nacional de milho, porém, tende a ser limitado porque o Estado concentra sua produção na primeira safra, que já havia sido praticamente concluída antes das chuvas. Os maiores riscos imediatos estão nas estradas rurais, nas estruturas das propriedades e nas culturas de inverno.

Pelo calendário dos principais estados produtores, a maior parte da segunda safra brasileira deverá ser retirada até o fim de agosto. Áreas implantadas mais tarde no Paraná, em Mato Grosso do Sul e em partes do Matopiba poderão permanecer no campo durante setembro.

O volume final continuará elevado, mas a diferença entre as regiões será significativa. Mato Grosso caminha para uma colheita recorde e praticamente concluída, enquanto produtores de outros estados ainda enfrentam atraso, umidade excessiva ou perdas causadas pela estiagem.

Fonte: Pensar Agro

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