POLÍTICA NACIONAL
Representação de Goiás na capital federal é tema de homenagem no Senado
POLÍTICA NACIONAL
Os 69 anos de funcionamento do escritório de Representação do Estado de Goiás na capital federal serão comemorados em sessão especial do Senado agendada para quarta-feira (20), às 10h. O evento destacará a importância estratégica do órgão para o desenvolvimento do estado e homenageará os gestores e servidores que participaram ou participam de seu funcionamento.
A homenagem, que abre o ciclo de comemorações dos 70 anos da atuação institucional de Goiás na capital do país, atende a requerimento do senador Pedro Chaves (MDB-GO) aprovado em Plenário em 16 de julho. O parlamentar explica que o primeiro escritório de representação de seu estado foi instalado no Rio de Janeiro, então capital federal, em 17 de agosto de 1956. O período foi marcado pelo movimento para a mudança da capital para o Planalto Central.
“A representação de Goiás acompanhou esse movimento histórico, consolidando sua atuação como elo estratégico entre o governo estadual e os órgãos federais. A trajetória do órgão atravessou diferentes formatos institucionais, crises e reformas administrativas, mas jamais perdeu seu papel central de articulação federativa e defesa dos interesses goianos no centro das decisões nacionais”, afirma no requerimento.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
POLÍTICA NACIONAL
Hermes Klann faz ressalvas à PEC que acaba com a jornada 6×1
Ao discursar em Plenário nesta segunda-feira (31), o senador Hermes Klann (PL-SC) fez ressalvas a duas matérias em análise na Casa: a PEC 221/2019, que acaba com a jornada de trabalho conhecida como 6×1, e a MP 1.357/2026, que deu fim à chamada “taxa das blusinhas”.
Ao tratar da PEC 221/2019, ele disse ser favorável a mais tempo de descanso para o trabalhador, mas argumentou que mudanças na jornada de trabalho devem ser definidas por meio de negociação entre trabalhadores e empregadores — em vez de serem determinadas por lei.
— Sou contra transformar uma discussão legítima em uma solução única. Acredito na liberdade de escolha, no diálogo e na negociação entre as partes. Trabalhadores e empregadores precisam ter voz. Cada setor tem uma realidade, e o que funciona para uma indústria pode não funcionar para um restaurante. Não existe uma jornada igualmente adequada para todas as atividades. Por isso, defendo a negociação coletiva — declarou.
O senador também afirmou que a redução da jornada pode aumentar o custo da hora trabalhada e, assim, elevar os custos de produção, levando à redução dos investimentos e ao aumento de preços em alguns setores. Esse cenário, salientou, pode prejudicar o poder de compra dos trabalhadores.
Sobre a MP 1.357/2026 (medida provisória que “zerou” o Imposto de Importação para compras de até US$ 50), ele observou que a discussão sobre a matéria deve considerar os efeitos sobre comerciantes, indústrias e empregos no país.
— Não quero proteger o empresário brasileiro da concorrência. Quero proteger o empresário brasileiro da concorrência desleal. Não podemos olhar apenas para o preço da blusinha. Precisamos olhar para o emprego que existe atrás da blusinha — destacou.
Vitória Clementino, sob supervisão de Dante Accioly
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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