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Cultivo de aveia no RS se beneficia de temperaturas amenas e apresenta bom desenvolvimento

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Segundo o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, a aveia-branca registra desempenho satisfatório no Rio Grande do Sul, com a maior parte das lavouras ainda em estágio vegetativo. Conforme o boletim, 68% das lavouras estão vegetativas, 22% em floração e 10% em enchimento de grãos, indicando avanço acelerado para a fase reprodutiva.

Condições climáticas favorecem crescimento e produtividade

O índice de área foliar elevado e a coloração verde intensa das folhas mostram bom estado nutricional e ausência de estresse hídrico ou térmico relevante. Nas lavouras em floração, há grande número de flores por panícula e sincronia adequada de emissão, fatores essenciais para o potencial de enchimento de grãos. A Emater/RS-Ascar destaca que temperaturas amenas e disponibilidade de água têm favorecido esta fase crítica para a definição do rendimento final.

Geadas causam danos pontuais, mas incidência de doenças é baixa

Em áreas afetadas por geadas, os danos foram localizados, enquanto a incidência de doenças foliares permanece baixa, restrita a focos isolados. A projeção para a safra é de 401.273 hectares plantados, com produtividade estimada de 2.254 kg/ha.

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Situação por regiões administrativas
  • Bagé: Desenvolvimento satisfatório, mas algumas áreas sofreram redução produtiva devido a precipitações entre maio e junho.
  • Erechim: 25% vegetativo e 75% em floração; geadas provocaram danos pontuais, com rebrote das plantas afetadas.
  • Frederico Westphalen: 30% vegetativo, 35% em florescimento e 35% em enchimento de grãos; geadas afetaram áreas precoces, exigindo dessecação e replantio de milho; aplicação de fungicidas foi necessária em áreas com pressão de doenças foliares.
  • Ijuí: 67% vegetativo, 23% em floração e 10% em enchimento de grãos, com baixa incidência de doenças.
  • Soledade: Primeiros cultivos em florescimento, maioria em perfilhamento e elongação do colmo.
Mercado: cotações variam por região

No mercado para a indústria alimentícia, o preço médio da saca de 60 kg foi de R$ 60,00 em Ijuí. Em Erechim e Frederico Westphalen, a cotação chega a R$ 76,00, variando conforme o peso hectolitro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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MRS Logística e DP World ampliam solução multimodal e conectam agronegócio do Centro-Oeste ao Porto de Santos

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Logística multimodal ganha força no escoamento do agronegócio brasileiro

A logística ferroviária para transporte de cargas conteinerizadas vem ampliando sua participação no escoamento da produção agrícola no Brasil. A MRS Logística identificou, nos últimos meses, aumento da demanda de produtores do Centro-Oeste por soluções integradas voltadas à exportação via portos.

Nesse cenário, ganha destaque uma parceria estratégica com a DP World, empresa global de soluções logísticas e supply chain, voltada ao transporte de commodities como algodão, feijão, gergelim e açúcar.

Parceria busca reduzir gargalos no Porto de Santos

O principal objetivo da iniciativa é enfrentar os desafios logísticos relacionados ao Porto de Santos, o maior do país. O terminal enfrenta congestionamentos frequentes, o que impacta prazos de embarque e eleva custos para exportadores.

A solução multimodal busca justamente mitigar esses gargalos, integrando diferentes modais e ampliando a eficiência do fluxo logístico.

Integração entre rodovia, ferrovia e porto

O modelo operacional funciona em etapas integradas:

  • Transporte rodoviário das fazendas do Centro-Oeste até terminais parceiros
  • Conteinerização das cargas em unidades localizadas em Suzano, Jundiaí e Paulínia
  • Transporte ferroviário até o Porto de Santos
  • Embarque para exportação internacional
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Esse fluxo garante maior previsibilidade e redução de interferências no processo logístico.

Solução amplia competitividade e reduz custos

Segundo a MRS Logística, a estrutura integrada proporciona ganhos importantes para o agronegócio, incluindo:

  • Redução de custos logísticos
  • Maior escala operacional (até 84 TEUs por viagem)
  • Melhor aproveitamento de infraestrutura portuária
  • Possibilidade de armazenamento nos terminais parceiros
  • Garantia de recebimento no porto

A combinação entre ferrovia e infraestrutura portuária busca aumentar a competitividade das exportações brasileiras no mercado global.

Sustentabilidade e eficiência ganham destaque

Além dos ganhos econômicos, a solução também contribui para a redução da pegada ambiental do transporte de cargas, ao ampliar o uso do modal ferroviário, considerado mais eficiente em termos de emissões por tonelada transportada.

MRS destaca integração como solução do campo ao porto

O gerente comercial da MRS Logística, Marco Dornelas, destaca que a integração entre os modais é um diferencial estratégico para o agronegócio brasileiro.

“Nossa expertise ferroviária, combinada com a infraestrutura portuária de ponta da DP World, permite que os produtores brasileiros alcancem mercados globais de forma mais rápida, econômica e ambientalmente responsável”, afirma.

Solução reforça papel da ferrovia no agronegócio

De acordo com Dornelas, o modelo oferece uma solução completa de transporte, desde a origem no campo até o embarque no navio.

“A solução reforça o papel estratégico da ferrovia no desenvolvimento do agronegócio nacional e atende à necessidade urgente de escoamento de commodities aos portos”, complementa.

Tendência é expansão de soluções integradas no Brasil

A crescente demanda por eficiência logística no agronegócio deve impulsionar novas iniciativas de integração entre modais no país. A combinação entre rodovias, ferrovias e portos tende a se consolidar como alternativa para reduzir gargalos estruturais e ampliar a competitividade das exportações brasileiras no mercado internacional.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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