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Parceria entre YANMAR e Broto movimenta quase R$ 8 milhões em vendas digitais de máquinas agrícolas

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Digitalização transforma o mercado de máquinas agrícolas

A parceria entre a YANMAR e a plataforma digital Broto, do Banco do Brasil, tem impulsionado a venda de máquinas agrícolas, especialmente entre produtores de pequeno porte. Desde o início da colaboração em 2024, sete equipamentos da YANMAR foram comercializados pelo marketplace, totalizando quase R$ 8 milhões em transações. Entre os produtos adquiridos estão tratores de 24 a 75 cavalos e miniescavadeiras, cada vez mais utilizadas no setor agrícola.

As vendas alcançaram produtores de São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso, Santa Catarina, Bahia e Pernambuco, mostrando a capilaridade nacional do canal digital.

Marketplaces ganham força no comportamento do produtor

Segundo levantamento do Broto com mais de 100 mil produtores rurais, 43% já utilizam marketplaces como fonte de informação sobre produtos e serviços agrícolas. Mesmo quando a compra não é finalizada online, o ambiente digital influencia diretamente a decisão de investimento no campo.

Francisco Roder Martinez, diretor-executivo e fundador do Broto, destaca que a YANMAR é uma das empresas com maior volume de leads na plataforma. Entre janeiro e abril de 2025, os contatos gerados superaram em mais de 10% os do último quadrimestre de 2024.

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Facilidade de crédito e infraestrutura tecnológica

O Broto oferece aos produtores serviços de crédito digital, como simulações de financiamento, solicitações de custeio, CPR e Pronaf, com processos práticos e seguros. A plataforma também se destaca pela velocidade e segurança, sendo considerada a mais rápida do agro brasileiro, de acordo com testes do Google PageSpeed Insights.

Foco na agricultura familiar e produtores jovens

A parceria tem sido especialmente relevante para a agricultura familiar, público majoritário do Broto, que busca mecanização eficiente com custo acessível. Igor Souto, supervisor de marketing da YANMAR South America, reforça que o portfólio da empresa atende propriedades menores, com alta produtividade e soluções tecnológicas que se conectam com um público engajado e aberto à inovação.

Levantamento da plataforma mostra que 26% das buscas por maquinários vêm de São Paulo e Minas Gerais, enquanto 48% das solicitações de orçamento são de produtores entre 25 e 44 anos, perfil cada vez mais digitalizado.

Crescimento do agro digital e perspectivas futuras

Desde sua criação até abril de 2025, o Broto já movimentou mais de R$ 9,3 bilhões em negócios e tem investido em feiras digitais, mídia segmentada e integração de conteúdo, capacitação técnica e soluções de crédito.

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Martinez afirma que a visão da plataforma vai além de um marketplace, oferecendo produtos, informação, conhecimento, crédito e inovação para aumentar a produtividade e a sustentabilidade no campo. Com a expansão da parceria, a expectativa é que as vendas digitais de máquinas agrícolas continuem crescendo, consolidando o modelo como eficiente, seguro e próximo da realidade do produtor rural brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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USDA projeta exportação de 49 milhões de sacas e safra recorde no Brasil

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O Brasil deve exportar 49 milhões de sacas de café (60 kg) na safra 2026/27, volume que sinaliza uma retomada robusta do protagonismo brasileiro no mercado global. A projeção, divulgada nesta quarta-feira (03.06) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), fundamenta-se na expectativa de uma safra nacional recorde, estimada em mais de 70 milhões de sacas.

O dado é um divisor de águas: enquanto o primeiro quadrimestre de 2026 acumulou apenas 11,5 milhões de sacas exportadas — uma queda de 24% frente ao mesmo período de 2025, fruto de estoques internos exauridos por safras anteriores limitadas — o USDA identifica, a partir de abril, o início de uma reversão dessa tendência, com a oferta crescendo para atender à forte demanda internacional.

Um dos pontos de maior atenção é a sinalização de avanço no acordo entre União Europeia e Mercosul. Atualmente, o Brasil já tem isenção tarifária para o café verde na Europa. Contudo, o produto de maior valor agregado — o solúvel, sobre o qual incide uma taxa de 9%, e o torrado e moído (7,5%) — ainda enfrenta barreiras que favorecem concorrentes como o Vietnã. A expectativa é que, com a gradativa redução dessas tarifas a zero nos próximos quatro anos, o café brasileiro ganhe um fôlego extra para dominar o mercado europeu.

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O USDA projeta que os estoques finais da safra 2026/27 alcancem 4,4 milhões de sacas, um aumento frente aos 3,8 milhões previstos para o ciclo atual. Com a promessa de uma colheita volumosa, superando a marca de 70 milhões de sacas, o Brasil tem potencial para elevar suas exportações em até 30%. O desafio agora é equilibrar essa oferta recorde com a volatilidade cambial e as variações climáticas que ditam o ritmo da porteira para fora.

Fonte: Pensar Agro

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