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Pecanicultores destacam potencial da nogueira-pecã na Expointer 2025

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O Instituto Brasileiro de Pecanicultura (IBPecan) participará da 48ª Expointer, de 30 de agosto a 7 de setembro de 2025, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS). Em parceria com a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), o estande do IBPecan estará ao lado dos setores de oliveiras e erva-mate, reunindo empresas associadas para expor produtos derivados da noz-pecã, incluindo alimentos e cosméticos.

O presidente do instituto, Claiton Wallauer, ressalta que a presença na feira é estratégica para ampliar a visibilidade do setor: “Vamos mostrar a força e o crescimento da pecanicultura no Brasil, apresentando resultados de novas pesquisas, dados da última safra e novidades para a próxima temporada”.

Programação técnica com foco em conhecimento e inovação

Um dos destaques da participação do IBPecan será a programação técnica. No dia 4 de setembro, quinta-feira, à tarde, serão realizadas palestras no auditório do Senar com especialistas e representantes do mercado de nogueira-pecã. Os temas incluem produção, tecnologias e equipamentos, oferecendo espaço para troca de experiências entre produtores, fornecedores e técnicos, fortalecendo a cadeia produtiva.

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Estande aberto para visitantes e parceiros

Durante todos os dias da feira, o estande estará disponível para visitantes, produtores e parceiros, com degustações e apresentação de novas tecnologias. Wallauer enfatiza a importância do contato com o público: “Estaremos de portas abertas e de coração aberto para conversar, esclarecer dúvidas e fortalecer nosso relacionamento com o mercado”.

A participação do IBPecan na Expointer reforça o potencial da pecanicultura no Brasil e a expansão da nogueira-pecã como cultura estratégica para o setor agroalimentar e cosmético.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Guerra Irã-EUA eleva preços de fertilizantes e já pressiona custos da safra 2026/2027

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A escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã já provoca impacto direto sobre os custos do agro. Os preços da ureia subiram entre 33% e 48% nas últimas semanas, enquanto a amônia anidra avançou cerca de 39%, em um movimento puxado pela alta do gás natural e pelas restrições logísticas no Estreito de Ormuz, rota estratégica para exportação de insumos.

O Brasil, que importa cerca de 85% dos fertilizantes que consome, segundo a Associação Nacional para Difusão de Adubos (ANDA), sente o reflexo imediato. Parte relevante da ureia utilizada no País vem do Oriente Médio, o que amplia a exposição ao conflito e eleva o risco de novos aumentos no curto prazo.

O impacto ocorre justamente no momento de planejamento da safra 2026/27. Com custos mais altos, produtores começam a rever estratégias, postergar compras e buscar alternativas para reduzir o peso dos insumos no orçamento, especialmente em culturas como soja e milho, mais intensivas em fertilização.

Além da matéria-prima, o frete também entrou na equação. A tensão na região elevou o preço do petróleo e aumentou o custo do transporte marítimo, pressionando ainda mais o preço final dos fertilizantes no Brasil.

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Diante desse cenário, o governo federal discute medidas para amortecer o impacto. Entre as alternativas está a criação de um mecanismo de subvenção para fertilizantes dentro do Plano Safra 2026/27, com uso de crédito subsidiado para reduzir o custo ao produtor.

Outra frente envolve ações estruturais. O governo pretende ampliar a produção nacional por meio do Plano Nacional de Fertilizantes e de linhas de financiamento via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), na tentativa de reduzir a dependência externa, considerada um dos principais gargalos do setor.

Do lado produtivo, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) tem pressionado por medidas emergenciais, como a redução de custos logísticos e tributários, incluindo pedidos de isenção do Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM), taxa cobrada sobre o transporte marítimo, que encarece a importação de fertilizantes.

Na prática, a combinação de alta dos insumos, frete mais caro e incerteza geopolítica cria um ambiente de maior risco para o produtor. A definição dos custos da próxima safra deve ocorrer sob volatilidade elevada, com impacto direto sobre margem e decisão de plantio.

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Fonte: Pensar Agro

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