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SIA Destaca Sustentabilidade e Integração Lavoura-Pecuária na 48ª Expointer

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A SIA (Serviço de Inteligência em Agronegócios) apresentará uma programação ampla durante a 48ª Expointer, que ocorre de 30 de agosto a 7 de setembro no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS). Os debates abordarão manejos sustentáveis no campo e a integração lavoura-pecuária, destacando práticas inovadoras para a produção agropecuária.

Na segunda-feira, 1º de setembro, o auditório da Federacite receberá o evento Agro Debates, com o painelista Armindo Barth, que falará sobre Integração Lavoura-Pecuária, promovendo discussões sobre a combinação de sistemas agrícolas e pecuários.

Fórum Pecuária Sustentável reunirá especialistas do setor

Na quarta-feira, 3 de setembro, será realizado o Fórum Pecuária Sustentável, promovido pela Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável (MBPS) e organizado pela SIA, no auditório do Senar. Pela manhã, o painel Pecuária Sustentável no Sul do Brasil terá mediação do diretor da consultoria, Davi Teixeira, e contará com os especialistas Vinícius Lampert (Embrapa Pecuária Sul), Ana Doralina Menezes (presidente da MBPS), Matheus Sá (médico veterinário especialista em Medicina de Rebanho) e Domingos Velho Lopes (diretor vice-presidente da Farsul).

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À tarde, ocorrerá o HUB de Soluções da MBPS, com participação do gerente de sustentabilidade da SIA, Gustavo Heissler. O evento ainda contará com apresentações curtas e vídeos de associados sobre práticas sustentáveis.

Comemoração dos 15 anos da SIA

À noite, a SIA celebrará seus 15 anos de atuação em evento para parceiros e convidados na Casa da Associação de Criadores Herd-Book Collares (ANC), localizada no Boulevard do Parque.

Na quinta-feira, 4 de setembro, a programação do Agro Debates continuará no auditório da Federacite, com o diretor da SIA, Davi Teixeira, representando o projeto Universo Pecuária no painel Movimentos da Pecuária Gaúcha.

Pecuária gaúcha como solução econômica e ambiental

Davi Teixeira ressalta as expectativas da SIA para a feira. “É o momento de promover a pecuária gaúcha e resgatar seu protagonismo como uma das soluções para a retomada do desenvolvimento econômico do Rio Grande do Sul. A pecuária pode ser uma resposta tanto econômica quanto ambiental às crises agrícola e climática enfrentadas pelo Estado”, afirmou.

O diretor também destacou a vocação histórica do Rio Grande do Sul na produção de carne e a necessidade de retomar rapidamente esse protagonismo, que tem sido negligenciado.

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Sobre os 15 anos da SIA, Teixeira reforçou a importância da trajetória da consultoria. “A jornada de uma empresa de consultoria no agronegócio, especialmente voltada à produção animal, não é fácil. Estamos firmes e fortes em um novo ciclo, gratos pelo apoio de produtores rurais, entidades, empresas parceiras e amigos”, concluiu.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Alta de invasões impulsiona campanha “Invasão Zero” e pressiona por lei mais dura

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) intensificou a reação às invasões de propriedades rurais com a campanha “Invasão Zero”, que reúne um conjunto de propostas legislativas e medidas de pressão institucional para endurecer o combate às ocupações no campo.

A iniciativa ganha força em meio ao aumento recente dos casos. Levantamento da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) aponta 33 invasões registradas entre janeiro e meados de abril deste ano, sendo 14 apenas neste mês. Do total, 32 episódios foram atribuídos ou vinculados ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

Para a bancada ruralista, o avanço das ocupações amplia a insegurança jurídica e afeta decisões de investimento no setor. A avaliação é de que o cenário pode comprometer a produção, sobretudo em regiões de fronteira agrícola, onde a expansão depende de maior previsibilidade institucional.

Como resposta, a FPA articula um pacote de projetos no Congresso. Entre eles está o Projeto de Lei 4.432/2023, que cria o Cadastro Nacional de Invasões de Propriedades (CNIP), com integração ao Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp). A proposta busca centralizar dados, facilitar a identificação de envolvidos e dar suporte às ações de segurança.

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Outro eixo da ofensiva é o endurecimento das penas. O Projeto de Lei 1.198/2023 propõe alterar o Código Penal para elevar a punição por esbulho possessório, hoje limitada a detenção de um a seis meses, para reclusão de quatro a oito anos, além de multa. Já o Projeto de Lei 6.612/2025 cria uma tipificação específica para invasões de propriedades rurais, com penas que podem chegar a dez anos, agravadas em casos de áreas produtivas ou ações coletivas.

No mesmo pacote, propostas buscam restringir o acesso de invasores a políticas públicas. Um dos textos em tramitação prevê a exclusão de ocupantes irregulares de programas de reforma agrária e o bloqueio temporário de crédito subsidiado, benefícios fiscais e contratos com o poder público.

A ofensiva legislativa ocorre em um contexto mais amplo de debate sobre a política fundiária. Dados do mostram que o Brasil tem cerca de 1,1 milhão de famílias assentadas, mas ainda enfrenta desafios estruturais na geração de renda e na integração produtiva dessas áreas. Para a FPA, a solução passa por tratar a reforma agrária como política técnica, com foco em infraestrutura, assistência e viabilidade econômica, e não por meio de ocupações.

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A campanha “Invasão Zero” deve orientar a atuação da bancada ao longo de 2026, com prioridade para projetos que ampliem a segurança jurídica no campo e estabeleçam regras mais rígidas para ocupações ilegais. O tema tende a ganhar espaço na agenda do Congresso, especialmente diante da pressão de produtores e entidades do setor.

Fonte: Pensar Agro

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