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Ipem divulga balanço trimestral das fiscalizações em postos de combustíveis no Acre
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Combustível é um tema constante nos noticiários do país. Além das informações sobre alterações nos preços, existem outros fatores que exigem atenção por parte dos consumidores e, principalmente, dos órgãos de defesa do consumidor.
Por exemplo, é fundamental garantir que o combustível vendido nos postos tenha qualidade adequada e que o condutor receba exatamente a quantidade pela qual pagou. Esses aspectos são fiscalizados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).
Os agentes fiscais do Ipem se organizam para realizar as verificações metrológicas previstas pelo Instituto Naciona de Metrologia , Qualidade e Tecnologia (Inmetro) em postos de combustíveis. Foto: Rosi Sabóia/IpemNo Acre, os trabalhos desta autarquia são executados pelo Instituto de Pesos e Medidas (Ipem). Nesta semana, o órgão estadual divulgou o balanço das fiscalizações realizadas em postos de combustíveis no primeiro trimestre de 2026.
No período, foram verificados 635 bicos de abastecimento, ou seja, as peças das mangueiras utilizadas pelo frentista para abastecer os veículos. Desse total, 14 apresentaram falhas, o que corresponde a aproximadamente 2,2% do total inspecionado.
O bico é a peça da mangueira utilizada pelo frentista para abastecer os veículos. Foto: Rosi Sabóia/Ipem“Quando identificamos um bico com irregularidade, ele é imediatamente interditado, e o estabelecimento é autuado, ficando obrigado a realizar os devidos ajustes antes de retornar as operações. Essa atuação segue rigorosamente as normas do Inmetro e é essencial para assegurar transparência e confiança nas relações de consumo”, explica o coordenador técnico do Ipem, Alexandre Martins.
Nesta primeira etapa, 47 postos de combustíveis foram fiscalizados pelo Ipem na região do Baixo Acre. No entanto, o trabalho não se limitou a essa localidade e também foi realizado, de forma pontual, nas demais regionais do estado, em outras frentes de fiscalização.
No trimestre, foram verificados 635 bicos de abastecimento. Foto: Rosi Sabóia/IpemAs ações ocorreram de maneira integrada com o Procon, por meio do programa Rota da Qualidade, reforçando o compromisso dos órgãos com a proteção do consumidor e com a garantia de serviços prestados em conformidade com os padrões de qualidade.
A presidente do Ipem, Hérica Granzotto, destaca que o trabalho da instituição nas fiscalizações em postos de combustíveis é essencial para assegurar que o consumidor receba exatamente o volume pelo qual paga, com transparência, precisão e segurança.
Agentes do Ipem verificam a precisão do volume e as condições das bombas de combustível. Foto: Rosi Sabóia/Ipem“Seguimos firmes nesse compromisso, atendendo à determinação da governadora Mailza Assis de dar continuidade e fortalecer essas ações ao longo da gestão, ampliando a presença do Ipem em todo o estado e assegurando a qualidade dos serviços prestados à população”, afirma.
Canais de atendimento
Em caso de dúvida ou denúncia, os consumidores acreanos podem entrar em contato com a Ouvidoria do Inmetro pelo telefone 0800 285 1818.
Hérica Granzotto reforça o compromisso do Ipem de ampliar as fiscalizações e garantir serviços de qualidade à população acreana. Foto: Rosi Sabóia/IpemPara atendimento presencial, basta comparecer à sede do Ipem, em Rio Branco, localizada na Rua Major Gesner, nº 177, bairro Distrito Industrial, nas proximidades do Posto Tucumã.
Fonte: Governo AC
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Governo e Ministério Público chegam a acordo para garantir avanço de habitações populares no Irineu Serra
Após semanas de tratativas e ajustes técnicos, o governo do Acre e o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) chegaram a um entendimento que permitirá o avanço das obras de construção de 224 unidades habitacionais na região do Irineu Serra, em Rio Branco. O termo do acordo, formalizado nesta quarta-feira, 22, em reunião na Secretaria de Governo (Segov), foi construído com base no diálogo institucional, seguindo determinação da governadora Mailza Assis, conforme explicou o titular da pasta, Luiz Calixto.
“A governadora determinou à equipe que fosse encontrado um caminho, uma solução que viabilizasse a continuidade do projeto, priorizando o interesse público e social das obras que visam beneficiar famílias de baixa renda que necessitam de moradia. Com diálogo, conseguimos chegar a um ponto de convergência porque, acima de tudo, está o interesse da população”, enfatizou.

O documento, que é resultado do esforço das partes e que ainda será submetido à homologação judicial, contém os termos do compromisso para equacionar as divergências que geraram a Ação Civil Pública movida pelo MPAC, por meio da Promotoria Especializada de Habitação e Urbanismo.
O promotor de Justiça, Walter Teixeira, explicou que a atuação do MPAC foi motivada por questionamentos sobre intervenções em Área de Preservação Permanente (APP) e que o acordo é resultado de um processo de negociação bem mediado com base no respeito entre as instituições.
“Inicialmente, havia informações de construção em área sensível. Após análise, verificou-se que a barragem prevista é de interesse público. A partir disso, buscamos o entendimento para garantir a continuidade da obra com responsabilidade ambiental. Houve a possibilidade de diálogo que culminou na celebração do acordo. Como já existe uma ação civil pública, ele precisa ser homologado judicialmente. Após isso, as obras poderão continuar, caso haja concordância da Justiça”, pontuou.

O secretário de Estado de Governo, Luiz Calixto, que conduziu a mediação do acordo, destacou que o projeto é estratégico tanto do ponto de vista social, quanto econômico. “É uma obra que prevê a construção de unidades habitacionais numa área que foi conflituosa, alvo de reintegração de posse. Além de movimentar a economia, vamos contemplar 224 famílias. Isso demonstra que o diálogo e o entendimento superam entraves técnicos e jurídicos”, afirmou.
Segundo ele, a construção do consenso contou com a participação de diversos órgãos, como a Procuradoria-Geral do Estado (PGE), o Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac) e a Secretaria de Estado de Habitação e Urbanismo (Sehurb), além do próprio Ministério Público. “Respeitamos as recomendações do MP e buscamos alternativas. Encontramos um ponto de equilíbrio que encerra essa disputa judicial e nos permite avançar para o que realmente importa: a construção das casas”, completou.
O empreendimento integra o programa Minha Casa, Minha Vida e prevê sete blocos de apartamentos, com unidades de 42 metros quadrados. O investimento estimado é de R$ 40 milhões, com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), gerenciado pela Caixa Econômica Federal.
A iniciativa é considerada prioritária pelo governo do Estado por contribuir diretamente para a redução do déficit habitacional e atender famílias em situação de vulnerabilidade social, conciliando desenvolvimento urbano e preservação ambiental.
Fonte: Governo AC
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