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Escola Armando Nogueira sedia 27ª Copa Amazônica de Clubes e 3ª Copa Bolpebra de Seleções de Natação

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Reunindo atletas do Brasil, Peru e Bolívia, a piscina olímpica da Escola Armando Nogueira, em Rio Branco, é palco da 27ª Copa Amazônica de Natação – Troféu Internacional Lucicléia Barreto Queiroz e da 3ª Copa Bolpebra de Seleções, nesta sexta-feira e sábado, 29 e 30.

Brasil, Peru e Bolívia participam da competição em Rio Branco. Foto: Jorge Feitosa/SEE

O evento é realizado pela Federação Aquática do Estado do Acre (Faea), em parceria com o governo do Estado e a Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) e movimenta 207 nadadores de 12 clubes do Acre, Rondônia e dos países vizinhos.

Segundo o presidente da Faea, Ricardo Sampaio, a competição é uma das mais tradicionais da região norte e terá mais de 150 provas em oito categorias: pré-mirim, mirim, petiz, infantil, juvenil, júnior, sênior e master.

“De manhã, todos os atletas competem representando seus clubes na Copa Amazônica. À tarde, os dois melhores resultados absolutos de cada país retornam às piscinas defendendo as seleções na Copa Bolpebra. Essa é uma competição que fortalece o intercâmbio esportivo entre Brasil, Peru e Bolívia e eleva o nível técnico dos nossos nadadores”, explicou.

207 atletas disputam 55 troféus e 1.020 medalhas. Foto: Jorge Feitosa/SEE

Além de medalhas para os três primeiros de cada categoria, haverá premiação para os melhores índices técnicos. Ao todo, serão distribuídos 55 troféus e 1.020 medalhas. Em 2024, a Associação Atlética Banco do Brasil (AABB) foi campeã da Copa Amazônica, e o Acre conquistou o vice na Copa Bolpebra, disputada em Cobija, na Bolívia.

Representatividade internacional                 

Entre os participantes estrangeiros, o Clube Olímpico de Madre de Dios, do Peru, trouxe 25 atletas para Rio Branco. O treinador e presidente da Federação de Natação do Peru, Ángel Omar, destacou a importância do evento:

“Estamos muito felizes de participar desta competição. É a primeira vez que viemos como Clube Olímpico, e a expectativa das famílias foi enorme. Acreditamos que a natação é uma forma magnífica de unir os povos amazônicos — Brasil, Peru e Bolívia — por meio do esporte. Temos grandes atletas em todos os países, e a Copa Bolpebra fortalece essa amizade e desenvolvimento conjunto”, afirmou.

Estrella Garcia e André Durán representam o Peru nas competições. Foto: Cássia Veras/SEE

A nadadora peruana Estrella Garcia Grifa, de 15 anos, compartilhou sua trajetória: “Comecei a nadar aos dois anos, inicialmente como brincadeira. Aos sete participei da minha primeira competição aqui em Rio Branco, ganhei medalhas e percebi meu potencial. Hoje já conquistei ouro no estilo costas e prata nos 200 metros livre. Mesmo estudando em um colégio integral, sigo competindo, porque quero continuar representando meu país”, declarou.

Outro destaque é o jovem André Durán, de 14 anos, também do Peru, que se surpreendeu com a estrutura da competição: “Foi minha primeira vez nadando em uma piscina olímpica de 50 metros. Estou muito motivado, porque competir aqui aumenta nossa experiência. Hoje, mesmo enfrentando atletas de 27 anos, consegui vencer. Isso mostra como a natação fortalece não só o corpo, mas também a mente”, ressaltou.

Força acreana em busca de pódio

O técnico da AABB, Hélio Guimarães, lembrou a tradição do clube na Copa Amazônica: “A gente vem competindo há 27 anos, desde a primeira edição. Já ganhamos alguns títulos e a expectativa é que nossa equipe novamente esteja entre os três primeiros colocados. Inscrevemos cerca de 40 atletas, mas deveremos competir com aproximadamente 35 a 37. Ainda assim, acreditamos em grandes resultados”, salientou.

Joaquin Assaf, de 19 anos, recordista absoluto do estado, ao lado do treinador Hélio Guimarães. Foto: Cássia Veras/SEE

Entre os atletas acreanos, Joaquin Assaf, de 19 anos, recordista absoluto do estado e medalhista da Copa Norte, destacou o valor da competição: “Venho baixando meus tempos, me sinto bem e quero fazer boas performances, bater recordes e trazer mais medalhas. A Copa Amazônica e a Bolpebra incentivam a natação, um esporte que tem pouca divulgação na mídia, mas que transforma vidas. Pretendo continuar nadando, conciliar com a faculdade e representar o Acre em campeonatos nacionais.”

Outro talento do estado é Daniel Calebe de Assis, de 16 anos, estudante da Escola Armando Nogueira. Ele revelou seus sonhos com o esporte: “Minha expectativa é trazer o ouro nos 100 metros livre e buscar índice técnico para as próximas competições. A natação mudou minha vida, faz parte da minha rotina diária e me proporcionou experiências únicas. Sonho em chegar às Olimpíadas. Para quem tem medo de começar, eu recomendo muito a natação — é um esporte maravilhoso que ensina disciplina, respeito e resiliência”, pontuou.

Fonte: Governo AC

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Segurança pública intensifica ações em comunidades indígenas e fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus

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A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp), por meio do programa Acre pela Vida e da Diretoria de Políticas Públicas de Segurança, Justiça e Integração Social (DIRPSJ), realizou ao longo de toda a semana, 13 a 18 uma série de ações em comunidades indígenas com o objetivo de fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus.

Sejusp intensifica ações em comunidades indígenas e fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus. Foto: Cedida

A agenda contou com atividades educativas, atendimentos sociais e iniciativas esportivas, com foco na aproximação entre o poder público e a população local. Entre os destaques, esteve a formatura de estudantes do Projeto Pequeno Brilhante, que atendeu alunos do 4º ao 7º ano de escolas do município, além da entrega de kits esportivos para incentivar práticas saudáveis entre crianças e jovens.

Projeto Pequeno Brilhante realizou a formatura dos alunos do 4º ao 7º ano de escolas do município. Foto: Cedida

As ações reforçam a estratégia da Sejusp de integrar políticas de segurança com iniciativas sociais, ampliando a presença institucional em regiões de difícil acesso e promovendo cidadania de forma contínua e inclusiva. Para o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, a presença do Estado em regiões de difícil acesso reforça o papel da segurança pública como instrumento de cidadania.

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Para o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, a presença do Estado em regiões de difícil acesso reforça o papel da segurança pública como instrumento de cidadania. Foto: Ascom Sejusp

“Essas ações mostram que a segurança vai além do policiamento. Estamos promovendo inclusão, diálogo e oportunidades, principalmente em comunidades indígenas, respeitando suas especificidades e fortalecendo vínculos de confiança”, destacou.

Agenda integrou atividades educativas, atendimentos sociais e iniciativas esportivas. Foto: Cedida

Além das atividades com estudantes, a programação incluiu palestras direcionadas ao ensino fundamental, médio e à Educação de Jovens e Adultos (EJA), abordando temas como violência contra a mulher, tráfico de pessoas e contrabando de migrantes. Durante a permanência no município, a equipe também realizou atendimentos diretos, incluindo o acompanhamento de casos de migração e o suporte imediato a uma vítima de violência doméstica.

Durante a permanência no município, a equipe também realizou atendimentos diretos. Foto: Cedida

A coordenadora do programa Acre pela Vida, Francisca de Fátima, ressaltou o caráter preventivo e transformador das ações. “Trabalhar com a comunidade, especialmente em territórios indígenas, é essencial para construir uma cultura de paz. Quando levamos informação, esporte e apoio social, contribuímos diretamente para a prevenção da violência”, afirmou.

Coordenadora do Acre pela Vida, Francisca de Fátima, destaca o caráter preventivo das ações. Fpto: Ascom Sejusp

O cronograma também contemplou visitas técnicas e escuta ativa junto às comunidades locais e instituições públicas, com o objetivo de mapear demandas e orientar futuras políticas públicas. Nas aldeias, a equipe conheceu projetos esportivos indígenas, incluindo times femininos e masculinos, realizou palestras e entregou materiais esportivos.

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Assessora da DIRPSJ, Hany Cruz de Armas, ressaltou a importância da atuação integrada. Foto: Cedida

A assessora da DIRPSJ, Hany Cruz de Armas, destacou a importância da aproximação com os povos tradicionais. “Estar presente nas aldeias, ouvir as lideranças e contribuir com ações concretas demonstra respeito e compromisso. A segurança pública precisa dialogar com a realidade de cada comunidade, especialmente no contexto indígena”, enfatizou.

Fonte: Governo AC

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