MP AC
MPAC participa do lançamento do projeto Plantando o Futuro
MP AC
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) participou, nesta quinta-feira, 4, do lançamento do projeto Plantando o Futuro, iniciativa do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) voltada à preservação ambiental. A procuradora-geral adjunta para Assuntos Administrativos e Institucionais, Rita de Cássia Nogueira Lima, representou o MPAC no evento.
O projeto tem como meta o plantio de 15 mil mudas de árvores até 2030, abrangendo os 22 municípios acreanos. Para marcar o início da ação, desembargadoras e desembargadores do TJAC plantaram ipês e, neste ano, está prevista a plantação de 3 mil árvores de forma gradual.
“O MPAC tem, especialmente, a missão de proteger o meio ambiente. A Constituição Federal, no artigo 225, estabelece que o direito a um meio ambiente ecologicamente equilibrado é de todos e impõe à sociedade e às instituições a obrigação de adotar medidas para garantir a sustentabilidade. Todos nós temos essa função, essa obrigação, essa missão. Eu plantei uma árvore, colocando as mãos na terra, representando o Ministério Público e o nosso compromisso com essa pauta”, afirmou a procuradora.

Além do reflorestamento de áreas degradadas, o projeto prevê atividades de conscientização ambiental, voltadas tanto para os profissionais do Judiciário quanto para a população, por meio de parcerias institucionais. A expansão das ações será feita conforme a capacidade logística e técnica da Coordenadoria de Sustentabilidade e Responsabilidade Socioambiental (Cosus).
O projeto conta com apoio de órgãos públicos e parcerias institucionais. As árvores são fornecidas por meio de Acordo de Cooperação Técnica firmado com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema).
As atividades educativas terão a colaboração do MPAC, da Defensoria Pública do Acre (DPE/AC), do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e de outras instituições.
Agência de Notícias do MPAC – Com informações do TJAC
Fotos: Assesoria/TJAC
Fonte: Ministério Publico – AC
MP AC
Servidora do MPAC lança livro que reúne experiências registradas durante estudos sobre feminicídio
A servidora do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) Antônia Tavares lançou, nesta quarta-feira, 9, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, o livro “Caderno Rosa: 360 noites entre sonhos e insônias”. A obra reúne 169 sonhos e transes registrados em 2021, período em que Antonia realizou, pelo MPAC, dois estudos sobre 50 feminicídios ocorridos no Acre. O lançamento contou com o apoio da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB).
Segundo a autora, o trabalho desenvolvido no MPAC na proteção das mulheres e no enfrentamento à violência de gênero também integra a trajetória que deu origem à obra. A partir dos estudos sobre feminicídio, foram formuladas propostas de políticas públicas, algumas implementadas no Acre e outras que alcançaram o âmbito nacional, como a proteção integral de crianças e adolescentes que ficaram órfãos em decorrência do feminicídio.
Foi nesse período que Antonia percebeu uma mudança em sua experiência com os sonhos. Os cadernos utilizados para registrá-los naquele ano eram rosa e, reunidos, deram origem ao título do livro. A obra aborda a escrita dos sonhos como matéria-prima para a elaboração de uma linguagem própria.
“Os símbolos que emergem dos sonhos produzem saberes próprios sobre o corpo violentado da mulher, saberes que não se deixam capturar pelos modelos hegemônicos. O sonho não foge da realidade. É um campo sensível de elaboração, no qual a experiência vivida se transforma em modo de vida”, explica.


A escrita também assume, no livro, uma dimensão política. Ao narrar a própria experiência, a mulher deixa de ser apenas personagem de histórias construídas por outras pessoas e passa a ocupar o lugar de autora da própria trajetória.
“Cada feminicídio que li e estudei matou um pouco de mim. Escrever este livro me ressuscitou. Caderno Rosa de Sonhos é dedicado às mulheres vítimas de feminicídio. A obra é um grito pelo direito dessas mulheres à justiça, à memória e à verdade”, frisou.
Dessa forma, a publicação reúne experiências pessoais e profissionais vivenciadas por Antonia, estabelecendo uma relação entre a escrita, a subjetividade feminina e o trabalho desenvolvido no MPAC para compreender a violência contra as mulheres e contribuir para a construção de políticas públicas de proteção e enfrentamento ao feminicídio.
Marcelina Freire – Secretaria de Comunicação/MPAC
Fonte: Ministério Publico – AC
-
POLÍTICA NACIONAL7 dias atrásSancionado programa de incentivo à indústria nacional de fertilizantes
-
SEM CATEGORIA7 dias atrásPrefeitura de Rio Branco transforma culinária em ferramenta de aprendizagem na Educação Infantil
-
AGRONEGÓCIO7 dias atrásDo boi ao mel, veto europeu impõe efeitos desiguais
-
SEM CATEGORIA5 dias atrásPrimeira motorista de ônibus de Rio Branco visita Prefeitura e elogia nova frota
-
SEM CATEGORIA6 dias atrásPrefeitura de Rio Branco celebra nota 6,8 no Ideb e conquista segundo lugar entre as capitais
-
AGRONEGÓCIO6 dias atrásAlgodão reúne o setor para discutir preços, produtividade e novos mercados
-
SEM CATEGORIA5 dias atrásPrefeitura intensifica serviços e prepara entrega de espaço revitalizado no Santa Cruz
-
AGRONEGÓCIO4 dias atrásIndependência ou morte: Brasil alimenta o mundo, mas ainda depende do exterior