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Prefeitura de Rio Branco transforma culinária em ferramenta de aprendizagem na Educação Infantil

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Por Wellington Vidal

Entre sabores, receitas e descobertas, a Prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Educação, utiliza a culinária como ferramenta pedagógica para ampliar as experiências de aprendizagem na primeira infância. No Centro de Educação Infantil (CEI) Willy Viana, o projeto Cozinha Pedagógica transforma o preparo de alimentos em momentos de aprendizado, descobertas e construção de hábitos voltados à alimentação saudável.

Atualmente, o CEI atende crianças com idades entre 1 ano e 7 meses a 5 anos, distribuídas em 17 turmas. O espaço da Cozinha Pedagógica é utilizado de forma intercalada pelas salas, conforme o planejamento pedagógico e as necessidades de cada faixa etária.

A iniciativa surgiu com o objetivo de proporcionar experiências mais significativas e próximas da realidade das crianças. Durante as atividades, os alunos participam de todas as etapas, desde a escolha dos ingredientes e preparação das receitas até a experimentação dos alimentos.

De acordo com a diretora Jemille Oliveira, o projeto nasceu da proposta de integrar diferentes aspectos do desenvolvimento infantil em uma atividade prática, educativa e prazerosa.

Jemille Oliveira
De acordo com a diretora Jemille Oliveira, o projeto nasceu da proposta de integrar diferentes aspectos do desenvolvimento infantil. (Foto: Secom)

“Quando pensamos na ludicidade, no letramento e na necessidade de incentivar a alimentação saudável, foi que esse projeto surgiu para atender justamente essas necessidades”, explica.

Aprender brincando e experimentando

Para a professora da pré-escola Rocicleide Zaire, a proposta permite transformar situações do cotidiano em experiências que contribuem para o desenvolvimento integral dos alunos.

Foto Rosicleide
“A Cozinha Pedagógica proporciona às crianças experiências significativas e prazerosas de aprendizagem”, afirma Rocicleide Zaire. (Foto: Secom)

“A Cozinha Pedagógica proporciona às crianças experiências significativas e prazerosas de aprendizagem. Por meio de atividades como preparar receitas, conhecer diferentes alimentos, misturar ingredientes e explorar sabores, cores, aromas e texturas, as crianças desenvolvem diversas habilidades de forma lúdica”, afirma.

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Segundo a professora, as atividades também estimulam a cooperação, a socialização e a construção de hábitos alimentares mais saudáveis. “Transformamos momentos simples do cotidiano em oportunidades de aprender, experimentar, criar e descobrir”, completa.

A proposta também valoriza os conhecimentos trazidos pelas crianças de suas famílias. Receitas tradicionais, costumes alimentares e diferentes sabores são incorporados às atividades, permitindo que os alunos compartilhem experiências e conheçam mais sobre a cultura alimentar da comunidade escolar.

Desenvolvimento de habilidades

Além de incentivar a alimentação saudável, a Cozinha Pedagógica contribui para o desenvolvimento da autonomia, coordenação motora, linguagem e habilidades cognitivas. Durante as atividades, as crianças são estimuladas a participar, trocar ideias, experimentar e descobrir novas possibilidades.

Para a coordenadora pedagógica Damily Rocha, o espaço funciona como uma extensão da sala de aula, permitindo que diferentes conteúdos sejam trabalhados por meio de experiências concretas.

Damily Rocha
“Aqui, as crianças colocam a mão na massa, participam de todo o processo e aprendem de uma forma muito prazerosa”, destaca Damily Rocha. (Foto: Secom)

“O projeto Cozinha Pedagógica é um espaço muito rico de aprendizagem. Aqui, as crianças colocam a mão na massa, participam de todo o processo e aprendem de uma forma muito prazerosa”, destaca.

Ela explica que, enquanto participam das receitas, os alunos desenvolvem diferentes habilidades e também aprendem sobre cuidados importantes para a rotina.

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“É uma experiência que vai muito além da cozinha: é aprender brincando, experimentando e descobrindo”, ressalta.

Letramento também faz parte da receita

O projeto também é utilizado como ferramenta de estímulo ao letramento. Receitas, ingredientes e etapas de preparo são trabalhados de forma lúdica, ampliando o contato das crianças com a leitura e a escrita, conforme a faixa etária.

Fotos dos alunos realizando uma receita
Receitas, ingredientes e etapas de preparo são trabalhados de forma lúdica, ampliando o contato das crianças com a leitura e a escrita, conforme a faixa etária. (Foto: Secom)

A diretora Jemille Oliveira destaca que a participação dos alunos é um dos principais resultados da iniciativa e que o projeto já faz parte da rotina da unidade.

“As crianças adoram. É um projeto que realmente deu certo na instituição e faz parte da rotina. Todas as salas planejam e executam receitas maravilhosas aqui”, conta.

A secretária municipal de Educação, Kelce Nayra, reforça que aproximar os conteúdos pedagógicos das experiências práticas torna o processo de aprendizagem mais significativo para as crianças.

Segundo ela, a Cozinha Pedagógica possibilita trabalhar diferentes áreas do conhecimento de forma integrada, além de estimular a socialização e a participação dos alunos.

Kelce Nayra Paes
Segundo Kelce Nayra Paes, a Cozinha Pedagógica possibilita trabalhar diferentes áreas do conhecimento de forma integrada. (Foto: Marcos Araújo/Secom)

“A partir do momento em que você coloca o aluno da Educação Infantil em contato com a prática, no caso da Cozinha Pedagógica, você está ensinando Português, Matemática, socialização, a divisão das coisas que estão ali e colocando o aluno na prática”, afirma.

Para a secretária, a iniciativa também contribui para tornar o aprendizado mais atrativo, ao proporcionar experiências diferentes da rotina tradicional em sala de aula.

Kelce Nayra parabenizou a equipe do CEI Willy Viana pela iniciativa e destacou que o projeto pode servir de inspiração para outras unidades da rede municipal de ensino.

Mais do que preparar receitas, a Cozinha Pedagógica cria oportunidades para que as crianças aprendam, interajam, desenvolvam habilidades e descubram novos conhecimentos de forma lúdica, participativa e integrada.

Fonte: Prefeitura de Rio Branco – AC

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Prefeitura lança programa Na Ponta do Lápis e leva educação fiscal e financeira a mais de 8 mil alunos

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A Prefeitura de Rio Branco, por meio das secretarias municipais de Educação e de Finanças , realizou, nesta quarta-feira (2), o lançamento do programa Na Ponta do Lápis. O evento, realizado no auditório da Secretaria Municipal de Educação, marcou a apresentação das ações previstas para 2026, que levarão Educação Fiscal e Financeira a 8.104 estudantes do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental, distribuídos em 28 escolas e um anexo da Rede Municipal de Ensino.

A iniciativa tem como objetivo ampliar a formação cidadã dos estudantes, trabalhando temas essenciais para o cotidiano, como a importância dos tributos, a correta aplicação dos recursos públicos, o planejamento financeiro, o consumo consciente e a organização das finanças.

Foto do evento
A iniciativa tem como objetivo ampliar a formação cidadã dos estudantes, trabalhando temas essenciais para o cotidiano. (Foto: Marcos Artaújo/Secom)

Presente na solenidade, o prefeito de Rio Branco, Alysson Bestene, destacou que a inclusão da educação financeira fortalece o trabalho de educação fiscal já desenvolvido na rede municipal.

Foto Alysson Bestene
“É importante saber como utilizar bem a renda familiar, tendo a noção de poupar”, afirmou o prefeito. (Foto: Marcos Araújo/Secom)

“Nós temos preparado isso pensando no cidadão e na formação dessas crianças. É importante saber como utilizar bem a renda familiar, tendo a noção de poupar”, afirmou o prefeito.

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Alysson Bestene também chamou atenção para os impactos do endividamento na vida das famílias e ressaltou que o ambiente escolar é um espaço estratégico para abordar o tema de forma didática e lúdica, permitindo que o conhecimento adquirido pelos estudantes também chegue aos seus familiares.

O trabalho de conscientização fiscal é desenvolvido no âmbito da Prefeitura de Rio Branco desde 2006, sempre com uma linguagem acessível e adequada à faixa etária dos estudantes. A secretária municipal de Educação, Kelce Nayra, destacou que o formato adotado contribui para que as crianças compreendam, desde cedo, sua responsabilidade enquanto cidadãs.

Foto Kelce Nayra
Kelce Nayra, destacou que o formato adotado contribui para que as crianças compreendam, desde cedo, sua responsabilidade enquanto cidadãs. (Foto: Marcos Araújo/Secom)

“Além da responsabilidade com o dinheiro, nós temos a responsabilidade com o fisco, de saber que todos os tributos e impostos que arrecadamos viram um bem público. E nós devemos ter a responsabilidade de cuidar desse bem”, ressaltou a secretária.

A solenidade de lançamento também contou com a participação dos estudantes da Escola Municipal Padre Peregrino. A aluna Maria Valentina, de 10 anos, realizou uma apresentação durante o evento e destacou a importância prática dos conhecimentos adquiridos.

Estudante
“É muito importante para o nosso futuro, para quando a gente crescer ter uma noção”, relatou a estudante. (Foto: Marcos Araújo)

“É muito importante para o nosso futuro, para quando a gente crescer ter uma noção. A gente não pode só pegar o dinheiro e gastar de qualquer jeito”, relatou a estudante.

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Para a diretora da unidade escolar, Antônia Roneide, a expectativa é que os ensinamentos contribuam não apenas para a formação dos estudantes, mas também para toda a comunidade escolar.

Diretora
“Esperamos que eles aprendam a importância de sermos cidadãos conscientes do nosso papel”, declarou a gestora. (Foto: Marcos Araújo/Secom)

“Esperamos que eles aprendam a importância de sermos cidadãos conscientes do nosso papel e do uso transparente dos recursos públicos”, declarou a gestora.

Como forma de estimular ainda mais o envolvimento dos estudantes, o programa promove um concurso que chega, em 2026, à sua 17ª edição. O secretário municipal de Finanças, Wilson Leite, explicou que a iniciativa contará com premiações em dinheiro e poderá distribuir até R$ 128 mil entre as 29 unidades escolares participantes.

Foto Wilson Leite
O secretário municipal de Finanças, Wilson Leite, explicou que a iniciativa contará com premiações em dinheiro. (Foto: Marcos Araújo/Secom)

“O aluno campeão ganha R$ 1.200, e o professor, o diretor e o coordenador também recebem uma premiação. Ficamos muito alegres com esse concurso, tendo em vista que temos percebido uma melhora no zelo do patrimônio público”, pontuou o secretário.

Fonte: Prefeitura de Rio Branco – AC

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