POLÍTICA NACIONAL
Comissões debatem impacto da doença pulmonar obstrutiva crônica na população idosa
POLÍTICA NACIONAL
As Comissões de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa; e de Saúde da Câmara dos Deputados realizam, nesta terça-feira (16), audiência pública conjunta para discutir os impactos da doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) na população idosa.
O debate foi solicitado pela deputada Flávia Morais (PDT-GO) e está marcado para as 16 horas, em plenário a ser definido.
Segundo a deputada, a doença é caracterizada pela obstrução persistente do fluxo de ar e, apesar de ser prevenível e tratável, compromete de forma significativa a qualidade de vida e a autonomia dos pacientes idosos.
A doença está fortemente associada ao tabagismo, à poluição atmosférica e a exposições ocupacionais, mas também à vulnerabilidade de grupos mais envelhecidos, cuja função pulmonar tende a declinar naturalmente com o passar dos anos.
No Brasil, estudos estimam que cerca de 17% dos adultos acima de 40 anos convivem com a doença, sendo que a prevalência aumenta de forma expressiva com o avanço da idade.
“Entre as pessoas idosas, a DPOC figura como uma das principais causas de internação hospitalar, limita a autonomia e aumenta o risco de comorbidades, depressão, isolamento social e mortalidade precoce”, diz Flávia Morais.
“Além disso, provoca custos elevados para o Sistema Único de Saúde (SUS), tanto no tratamento ambulatorial quanto nas internações decorrentes das exacerbações”, acrescenta.
Da Redação – MB
Fonte: Câmara dos Deputados
POLÍTICA NACIONAL
CRA aprova seguro-desemprego para extrativistas vegetais
A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) aprovou nesta quarta-feira (10) projeto de lei que concede seguro-desemprego para extrativistas vegetais durante o período em que a atividade estiver proibida ou impedida por determinação do poder público.
O PL 3.670/2020, do senador Wellington Fagundes (PL-MT), recebeu parecer favorável do relator, senador Marcos Rogério (PL-RO), e segue agora para análise da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
Pelo texto, o benefício será de um salário mínimo mensal e será pago ao extrativista que comprovar o exercício da atividade de forma ininterrupta, artesanal, sustentável ou em regime de economia familiar, desde que não tenha outra fonte de renda. A proposta também beneficia seringueiros proprietários ou posseiros de até dois módulos fiscais.
O projeto estabelece que o benefício será pessoal e intransferível. O trabalhador não poderá receber, no mesmo ano, mais de um seguro-desemprego decorrente de impedimentos relacionados a espécies diferentes. A proposta também exclui do pagamento as atividades de apoio ao extrativismo e familiares que não cumpram os requisitos previstos. O custeio será feito com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).
Marcos Rogério afirma que a proposta estende aos extrativistas vegetais uma proteção semelhante à que já é garantida aos pescadores artesanais no período de defeso. Para o relator, a atividade extrativista contribui para a fixação de populações ribeirinhas, principalmente na Amazônia, e pode ser estratégica para a preservação ambiental e a sobrevivência de brasileiros que vivem longe dos grandes centros urbanos.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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