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POLÍTICA NACIONAL

Presidente do Senado lamenta morte de servidor Nilo Barroso Neto

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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, divulgou nota oficial nesta terça-feira (23) em que lamenta a morte de Nilo Barroso Neto, secretário de Relações Internacionais da Presidência do Senado. Davi destacou a carreira de Nilo, reconhecido pela competência e pelo espírito público, qualidades que marcaram sua trajetória no serviço público e conquistaram a admiração de colegas e amigos.

Também em nota, o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), ex-presidente do Senado, expressou pesar pela morte de Nilo Barroso Neto. Segundo Pacheco, o diplomata “exerceu de maneira destacada o cargo que lhe foi confiado, demonstrando sensibilidade, zelo e humanidade nas discussões diplomáticas de interesse do Senado”.

Leia as notas na íntegra:

Nota de pesar

Brasília, 23 de setembro de 2025

A Presidência do Senado Federal manifesta profundo pesar pelo falecimento do servidor Nilo Barroso Neto, secretário de Relações Internacionais da Presidência, diplomata e escritor, servidor de carreira do Ministério das Relações Exteriores.

Nilo foi um servidor exemplar, cuja competência, dedicação e espírito público marcaram sua trajetória profissional. Mais do que isso, foi um colega amável, generoso e leal, que conquistou o respeito e a admiração de todos com quem conviveu. Sua ausência será profundamente sentida por esta Casa.

Neste momento de dor, prestamos homenagem ao legado que deixa e expressamos nossos mais sinceros sentimentos à família, aos amigos e colegas de trabalho, desejando conforto e força para enfrentar esta irreparável perda.

Davi Alcolumbre
Presidente do Senado Federal

Nota de pesar

“Com profunda tristeza, recebi a notícia do falecimento do embaixador Nilo Barroso, que trabalhou comigo no período em que exerci os dois mandatos de presidente do Congresso Nacional, no cargo de diretor de Relações Internacionais da Presidência do Senado. Diplomata de carreira do Itamaraty, Nilo Barroso, que também era escritor, ambientalista e defensor das causas sociais, exerceu de maneira destacada o cargo que lhe foi confiado, demonstrando sensibilidade, zelo e humanidade nas discussões diplomáticas de interesse do Senado. Aos familiares, amigos e admiradores, envio os meus sentimentos pela perda de um ser humano, cuja falta será muito sentida por todos nós, mas que deixa um legado que, certamente, vai nos inspirar a continuarmos trabalhando pelo país e pelos brasileiros”.

Senador Rodrigo Pacheco

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão aprova projeto que retira termo “menor” do Estatuto da Criança e do Adolescente

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A Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 5972/25, que determina a substituição do termo “menor” e de suas variantes no Estatuto da Criança e do Adolescente. A proposta prevê que a expressão seja substituída por termos equivalentes sempre que se referir a crianças ou adolescentes.

A relatora do projeto, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), recomendou a aprovação da medida. Ela disse que a atualização da terminologia é necessária para afastar preconceitos.

“O termo ‘menor’ carrega uma herança histórica de estigmatização e criminalização da infância e da juventude no Brasil”, afirmou Laura Carneiro. Ela destacou ainda que a expressão é um resquício do já revogado Código de Menores, que institucionalizou respostas punitivas e classificatórias a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade.

A proposta, apresentada pela deputada Ana Paula Lima (PT-SC), fundamenta-se em iniciativas como a campanha nacional #NãoÉMenor, que busca desconstruir o uso inadequado do termo nos meios de comunicação e em espaços públicos. O objetivo é que futuras leis e normas aprovadas pelo Congresso Nacional também deixem de utilizar a terminologia.

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Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado agora pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Rachel Librelon

Fonte: Câmara dos Deputados

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