RIO BRANCO
Search
Close this search box.

AGRONEGÓCIO

Phibro destaca saúde ruminal no 14º Simpósio da Asbram em Campinas

Publicados

AGRONEGÓCIO

A Phibro Saúde Animal, uma das principais indústrias globais de saúde e nutrição animal, participará do 14º Simpósio Nacional da Indústria de Suplementos Minerais, nos dias 25 e 26 de setembro, em Campinas (SP). O encontro, promovido pela Associação Brasileira das Indústrias de Suplementos Minerais (Asbram), é um dos mais importantes fóruns de debate do setor e busca incentivar o uso responsável da suplementação, promovendo produtividade, qualidade e sustentabilidade na pecuária.

Aproximação com produtores e valorização da cadeia produtiva

Segundo Vanessa Carvalho, gerente de negócios para bovinos leiteiros da Phibro, o simpósio será um espaço estratégico de aproximação com clientes e de fortalecimento da indústria.

“O evento reforça nosso compromisso em antecipar tendências e compartilhar conhecimento técnico que contribui para a evolução da pecuária nacional de forma sustentável”, afirmou.

Sustentabilidade e competitividade no cenário global

Já para Arquimedes Junior, gerente de negócios de bovinos de corte da companhia, a participação da Phibro é uma oportunidade para reforçar a confiança construída com o mercado e destacar o papel da nutrição de precisão.

“Nosso objetivo é gerar carne de qualidade, maior rentabilidade ao pecuarista, reduzir impactos ambientais e ampliar a competitividade da pecuária brasileira no mercado internacional”, destacou.

V-MAX: tecnologia em foco no simpósio

Durante o evento, a Phibro apresentará como destaque o V-MAX, aditivo à base de virginiamicina. A solução tem impacto direto na saúde ruminal e no equilíbrio metabólico dos bovinos, prevenindo distúrbios digestivos, como a acidose, além de melhorar o aproveitamento nutricional.

Leia Também:  Semana do Cavalo 2026 distribui mais de R$ 1 milhão em prêmios e estreia arena coberta em Mato Grosso

A empresa reforça que o uso do V-MAX favorece o bem-estar animal e possibilita que o rebanho expresse seu máximo potencial de forma consistente e segura. A tecnologia é considerada uma ferramenta estratégica da pecuária moderna, unindo eficiência alimentar, sustentabilidade e produtividade.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

AGRONEGÓCIO

Negociação entre os dois países vai discutir sobretaxas de até 37,5%

Publicados

em

Por

Açúcar, pescados e produtos de madeira estão entre os segmentos do agronegócio que poderão se beneficiar de um eventual acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos. Os dois países decidiram criar um grupo de trabalho para discutir as barreiras ao comércio bilateral, abrindo uma nova etapa de negociação sobre cobranças adicionais que, para determinados produtos, chegam a 37,5%. Ainda não houve anúncio de redução das tarifas.

O peso dessas medidas é desigual dentro do setor. Enquanto o açúcar enfrenta sobretaxa de 25% e os pescados estão sujeitos à cobrança adicional de 12,5%, vários tipos de madeira, gorduras e óleos podem ser alcançados pela soma das duas alíquotas. Para esses exportadores, a negociação representa a possibilidade de recuperar competitividade no mercado americano.

Outras cadeias importantes do agro foram preservadas das medidas. Segundo levantamento divulgado em julho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), café, carnes, suco de laranja, frutas e a maior parte das exportações de celulose estão entre as mercadorias excluídas dessas sobretaxas. A distinção é relevante porque as restrições não atingem todos os produtos brasileiros da mesma forma.

Leia Também:  Lei do frete mínimo eleva custos de transporte de fertilizantes e mobiliza setor para revisão

A criação do grupo foi acertada na quarta-feira (30), em Milwaukee, no estado americano de Wisconsin. Participaram da reunião os ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Mdic, além do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. O encontro ocorreu durante a reunião de ministros do Comércio do G20.

O próximo movimento cabe a Washington, que deverá apresentar nas próximas semanas um documento com os temas propostos para a negociação. Além das tarifas, o trabalho deverá abranger outros entraves às trocas comerciais. O comunicado brasileiro não detalhou quais produtos serão discutidos nem estabeleceu uma data para a conclusão de um acordo.

As sobretaxas anunciadas em julho resultam de duas investigações conduzidas pelos Estados Unidos. Uma delas trata de práticas comerciais brasileiras contestadas pelo governo americano, incluindo as condições de acesso ao mercado de etanol. A outra envolve exigências americanas para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forç

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RIO BRANCO

ACRE

POLÍCIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA