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Crédito privado para o agronegócio ganha força com soluções flexíveis e personalizadas

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A demanda por crédito no agronegócio brasileiro segue em alta, motivada por necessidades diversas, como aquisição de imóveis rurais, custeio agrícola, compra de maquinário, expansão dos negócios e capital de giro. Apesar da procura crescente, o custo do crédito oficial permanece elevado, com taxas de investimento e custeio pressionadas pela Selic em 15% ao ano, gerando críticas de produtores e entidades do setor.

O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, reforçou recentemente o debate: “Falamos há um ano e meio que a taxa Selic é desproporcional no Brasil”.

ConsulttAgro oferece alternativas privadas com condições diferenciadas

Para reduzir o impacto dos altos juros, produtores têm recorrido a soluções privadas de crédito, como as oferecidas pela ConsulttAgro, empresa especializada em captação de recursos para o agronegócio. Fundada e comandada pelas consultoras financeiras Gabriela e Tainara, a empresa atua há mais de 10 anos no mercado e já liberou aproximadamente R$ 700 milhões em crédito para produtores rurais.

A ConsulttAgro trabalha em parceria com mais de 20 instituições financeiras, incluindo bancos, administradoras privadas e fundos de investimento, oferecendo linhas para compra de gado, aquisição de maquinário, custeio agrícola e compra de imóveis rurais. As condições de pagamento são flexíveis e alinhadas ao calendário do plano safra, tornando o processo mais viável para os produtores.

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Atendimento personalizado é diferencial

Segundo Gabriela, o atendimento personalizado é o ponto de partida para o sucesso da operação. “Nosso primeiro passo é identificar a necessidade do produtor, as garantias que possui, cadastro e faturamento. A partir daí buscamos a melhor taxa, custo da operação e prazos que se ajustem ao perfil de cada cliente”, explica.

Tainara acrescenta que a clareza sobre garantias e prazos é fundamental. “Algumas linhas permitem que o próprio imóvel seja utilizado como garantia 1×1, enquanto outras exigem até 3×1. É essencial que o produtor seja objetivo no primeiro contato para viabilizar condições diferenciadas.”

Produtores aprovam atendimento próximo da realidade do campo

Rogério Oliveira, produtor do Grupo R.O em Querência (MT), destaca a diferença no atendimento oferecido pela ConsulttAgro: “Precisava de algo diferenciado, humano, que entendesse a minha realidade, e encontrei isso na ConsulttAgro. Recebi orientação completa sobre as linhas de crédito, desde a análise das minhas necessidades até o acompanhamento em todas as fases da contratação. A equipe é preocupada, transparente e trouxe a solução ideal para minha fazenda. É uma inovação no setor de crédito agrícola no Brasil.”

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Crédito ágil e competitivo se torna estratégia para produtores

Com o crescimento da demanda por linhas de crédito privadas, a ConsulttAgro se consolida como uma alternativa estratégica para produtores que buscam agilidade, condições competitivas e atendimento próximo da realidade do campo, complementando as opções oferecidas pelo crédito rural oficial.

ConsulttAgro

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações do agronegócio brasileiro somam US$ 16 bilhões em maio e atingem segundo maior valor da história para o mês

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As exportações do agronegócio brasileiro alcançaram US$ 16 bilhões em maio de 2026, registrando crescimento de 8,2% em relação ao mesmo período do ano passado e consolidando o segundo maior resultado da série histórica para o mês. O desempenho foi impulsionado principalmente pelos embarques de soja e proteínas animais, que compensaram a queda observada nos setores sucroenergético e de etanol.

Os dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e analisados pela Consultoria Agro do Itaú BBA mostram que o agronegócio segue como um dos principais motores da balança comercial brasileira, sustentado por volumes robustos de exportação e preços favoráveis em importantes cadeias produtivas.

Soja lidera pauta exportadora e mantém forte geração de receitas

O complexo soja permaneceu como principal destaque das exportações brasileiras em maio.

Os embarques de soja em grão totalizaram 14,8 milhões de toneladas, avanço de 5% em comparação com maio de 2025. Apesar da redução de 12% frente a abril, movimento considerado natural após o pico da colheita, a receita alcançou US$ 6,3 bilhões, sustentada pela valorização dos preços internacionais.

O farelo de soja também apresentou desempenho positivo, com exportações de 2,5 milhões de toneladas, crescimento de 12% na comparação anual.

Já o óleo de soja registrou uma das maiores altas entre os principais produtos do agronegócio, com embarques de 202 mil toneladas, aumento de 34% em relação ao mesmo mês do ano passado. Além do avanço no volume, os preços médios seguiram em trajetória de valorização.

Carnes ampliam participação no mercado internacional

O segmento de proteínas animais manteve ritmo acelerado nas exportações brasileiras.

A carne bovina in natura alcançou 262 mil toneladas exportadas em maio, crescimento de 20% frente ao mesmo período de 2025. A receita somou US$ 1,7 bilhão, impulsionada pelo aumento dos preços internacionais, que atingiram média superior a US$ 6,5 mil por tonelada.

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A carne de frango apresentou um dos melhores desempenhos do mês, com embarques de 442 mil toneladas, alta de 32% na comparação anual.

Já a carne suína exportou 111 mil toneladas, registrando crescimento de aproximadamente 5% sobre maio do ano passado, mantendo a trajetória positiva observada ao longo de 2026.

Açúcar e etanol enfrentam cenário mais desafiador

Enquanto soja e proteínas avançaram, o complexo sucroenergético registrou resultados mais modestos.

As exportações de açúcar VHP somaram 1,8 milhão de toneladas, queda de 10% na comparação anual. Além da redução no volume, os preços internacionais recuaram mais de 20% em relação ao mesmo período de 2025, pressionando as receitas do setor.

O açúcar refinado também apresentou retração, com embarques de 159 mil toneladas, volume 27% inferior ao registrado um ano antes.

No caso do etanol, a queda foi ainda mais expressiva. As exportações despencaram para apenas 17 mil metros cúbicos, retração de 79% na comparação anual. A perda de competitividade do produto brasileiro no mercado internacional continua sendo o principal fator limitante para os embarques.

Milho, algodão e suco de laranja registram avanços

Entre os demais produtos agrícolas, o milho apresentou a maior variação positiva do mês em relação ao ano anterior.

Os embarques alcançaram 249 mil toneladas, crescimento superior a 570%, embora o volume ainda seja considerado modesto devido ao estágio inicial da colheita da segunda safra.

O algodão também registrou forte desempenho, com aumento de 52% nos volumes exportados.

O suco de laranja manteve trajetória positiva, com crescimento de 17% nos embarques, reforçando a posição do Brasil como principal fornecedor global do produto.

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Tarifas dos Estados Unidos voltam ao radar do agronegócio

Além dos resultados comerciais, o setor acompanha com atenção os desdobramentos das investigações comerciais conduzidas pelos Estados Unidos contra o Brasil.

No início de junho, o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) propôs uma tarifa adicional de 25% sobre determinados produtos brasileiros. Entre os temas citados estão comércio digital, propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e questões ambientais.

Apesar da medida, boa parte dos principais produtos do agronegócio brasileiro ficou fora da lista de sobretaxação, incluindo carnes, café, frutas, cereais, sementes, fertilizantes e suco de laranja.

Posteriormente, uma nova proposta de tarifa adicional de 12,5% foi apresentada em investigação relacionada a alegações de trabalho forçado em determinadas cadeias produtivas.

As audiências públicas sobre as medidas estão previstas para julho, e o mercado segue atento aos possíveis impactos para o comércio bilateral.

Exportações acumuladas mantêm crescimento em 2026

No acumulado de janeiro a maio de 2026, o agronegócio brasileiro segue apresentando resultados consistentes.

Os destaques são o crescimento das exportações de soja, carnes bovina, suína e de frango, além do avanço das vendas externas de óleo de soja, algodão e milho.

Por outro lado, setores como açúcar refinado, etanol, café verde, trigo e celulose registram desempenho inferior ao observado no mesmo período do ano passado.

Mesmo diante das incertezas comerciais internacionais e da volatilidade dos mercados globais, o agronegócio brasileiro mantém forte competitividade e continua ampliando sua relevância no comércio mundial de alimentos, fibras e energia renovável.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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