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Tereos lança programas para acelerar carreiras no agronegócio e abre inscrições para 2026

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A Tereos, multinacional líder na produção de açúcar, etanol e bioenergia, abriu as inscrições para dois programas de desenvolvimento de talentos destinados a estudantes universitários e profissionais de engenharia: o Summer Experience e o Jovens Engenheiros.

As vagas contemplam candidatos para atuação em São José do Rio Preto, Olímpia, Tanabi, Colina, Guaraci, Guaíra e Pitangueiras, além de regiões próximas, com possibilidade de deslocamento.

Summer Experience: estágio de férias para estudantes universitários

O Summer Experience é voltado para estudantes a partir do terceiro semestre de cursos como Engenharia, Agronomia, Química e áreas correlatas. Com início em janeiro de 2026, o programa tem 45 dias de duração, com jornada de 6 horas diárias, de segunda a sexta-feira.

Durante o período, os participantes poderão:

  • Aplicar conhecimentos acadêmicos em projetos práticos;
  • Participar de atividades colaborativas em um ambiente dinâmico;
  • Desenvolver projetos de melhoria sob supervisão de profissionais da Tereos;
  • Conhecer de perto a área de atuação e o funcionamento da empresa.

O programa busca inspirar estudantes a desenvolver habilidades técnicas e comportamentais, estimulando inovação, aprendizado contínuo e impacto positivo.

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Jovens Engenheiros: aceleração de carreira para profissionais formados

Destinado a profissionais de engenharia com registro ativo no CREA, o programa Jovens Engenheiros terá duração de 12 meses, com início previsto também para janeiro de 2026.

Os participantes terão acesso a:

  • Treinamentos estruturados para aprimorar competências técnicas e comportamentais;
  • Aplicação prática de conhecimentos em projetos estratégicos;
  • Desenvolvimento de soluções inovadoras alinhadas aos pilares de propósito, inovação e sustentabilidade da Tereos;
  • Oportunidade de acelerar a curva de aprendizado e consolidar uma carreira sólida em multinacional de referência.
Processo seletivo e inscrições

O processo de seleção inclui análise de perfil, entrevistas e dinâmicas, com inscrições exclusivas pelo LinkedIn:

  • Programa Jovens Engenheiros: Link para inscrição
  • Programa Summer Experience: Link para inscrição

Rui Carvalho, Diretor de Recursos Humanos da Tereos Brasil, destaca:

“Investir no desenvolvimento de talentos é essencial para impulsionar nosso crescimento. Nossos programas proporcionam experiências práticas, desafiadoras e transformadoras, conectando os participantes ao propósito de gerar valor por meio da colaboração e da excelência.”

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Soja despenca em Chicago, trava negócios no Brasil e mantém preços estáveis no mercado físico

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A forte desvalorização dos contratos futuros da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) marcou o mercado ao longo da semana e contribuiu para a paralisação das negociações no Brasil. Mesmo com a valorização do dólar frente ao real, o recuo das cotações internacionais reduziu o interesse dos agentes do mercado e manteve a comercialização em ritmo lento nas principais regiões produtoras do país.

A combinação entre a queda expressiva em Chicago e o feriado da última quinta-feira diminuiu a liquidez do mercado brasileiro. Como resultado, os preços da oleaginosa permaneceram praticamente inalterados nos principais polos de comercialização.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos seguiu cotada a R$ 126,00 durante toda a semana. Em Cascavel (PR), o valor permaneceu em R$ 121,00 por saca. Já em Rondonópolis (MT), a referência ficou em R$ 110,00. No Porto de Paranaguá (PR), importante termômetro das exportações brasileiras, a cotação se manteve em R$ 132,00 por saca.

Chicago atinge menor nível desde fevereiro

Na Bolsa de Chicago, os contratos futuros da soja com vencimento em julho, os mais negociados do mercado, acumularam perdas superiores a 5% na semana. Na manhã desta sexta-feira (5), o contrato era negociado a US$ 11,26 por bushel, o menor patamar registrado desde o início de fevereiro.

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A pressão baixista está diretamente relacionada aos fundamentos globais da oferta. As condições climáticas favoráveis nos Estados Unidos seguem beneficiando o desenvolvimento das lavouras, reforçando as expectativas de uma safra cheia na temporada 2026/27.

Além disso, o mercado já começa a revisar para cima as projeções de produtividade das lavouras norte-americanas. O cenário se soma às safras robustas colhidas recentemente por Brasil e Argentina, ampliando a disponibilidade global da commodity e aumentando a pressão sobre os preços internacionais.

Demanda chinesa ainda decepciona mercado

Pelo lado da demanda, os investidores seguem atentos ao comportamento das importações chinesas. Apesar do acordo comercial firmado entre China e Estados Unidos em maio, o mercado ainda não observa uma retomada consistente das compras chinesas de soja norte-americana.

A ausência desse movimento limita o potencial de recuperação das cotações e reforça o ambiente de cautela entre os participantes do mercado internacional.

Relatório do USDA e tensão geopolítica seguem no radar

Nas próximas semanas, dois fatores devem continuar influenciando os preços da soja.

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O primeiro é o relatório mensal de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado na próxima quinta-feira, dia 11. O documento poderá trazer novas revisões para produção, estoques e exportações da oleaginosa.

O segundo fator é a escalada das tensões no Oriente Médio, que continua gerando volatilidade nos mercados financeiros e energéticos. O impacto sobre os preços do petróleo e o comportamento dos investidores permanecem no centro das atenções.

Dólar sobe, mas não consegue compensar perdas externas

No mercado cambial, o dólar apresentou valorização ao longo da semana, impulsionado pelas incertezas geopolíticas, preocupações com a inflação global e pela expectativa de manutenção dos juros elevados nos Estados Unidos.

A moeda norte-americana avançou cerca de 1,4% frente ao real no período, voltando ao patamar de R$ 5,12.

Apesar do movimento favorável para as exportações brasileiras, a alta do câmbio não foi suficiente para neutralizar o impacto negativo provocado pela forte queda das cotações em Chicago, mantendo o mercado doméstico praticamente paralisado e com poucas alterações nos preços da soja.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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