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Banco do Nordeste amplia crédito em Minas Gerais e ultrapassa R$ 3 bilhões em contratações até agosto

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O Banco do Nordeste (BNB) registrou avanço significativo nas contratações de crédito em Minas Gerais. Entre janeiro e agosto de 2025, o volume total atingiu R$ 3,1 bilhões, o que representa crescimento de 14,8% em relação aos R$ 2,7 bilhões contabilizados no mesmo período do ano anterior.

Desse total, o destaque ficou por conta dos recursos provenientes do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) — principal fonte de recursos do banco. O volume aplicado chegou a R$ 2,6 bilhões, alta de 20,5% frente aos R$ 2,2 bilhões registrados até agosto de 2024.

Setores agrícola e industrial impulsionam resultados

De acordo com o superintendente estadual do BNB em Minas Gerais, Wesley Maciel, o crescimento foi impulsionado, sobretudo, pelos setores agropecuário e industrial, que apresentaram aumento superior a 60% na busca por crédito.

“Estamos crescendo em volume de recursos nos meios rural e urbano. Assim, cumprimos nossa missão de promover desenvolvimento, gerar emprego e renda, e ainda o fazemos de forma equilibrada”, destacou Maciel.

No acumulado até agosto, o agronegócio mineiro recebeu R$ 503,5 milhões em financiamentos — uma expansão de 63,8% frente ao mesmo período de 2024. Já o setor industrial movimentou R$ 40,6 milhões, crescimento de 62,1% na comparação anual.

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Microcrédito se aproxima da marca de R$ 1 bilhão no estado

O microcrédito também apresentou desempenho expressivo. Somando os programas Crediamigo e Agroamigo, o BNB contratou R$ 995,9 milhões em Minas Gerais até agosto.

Do total, o microcrédito urbano respondeu por R$ 528,3 milhões, enquanto o rural, voltado a agricultores familiares, atingiu R$ 467,6 milhões em operações.

Expansão da presença do BNB em Minas Gerais

Atualmente, o Banco do Nordeste está presente em 249 municípios mineiros, com atuação concentrada nas regiões Norte, Noroeste e nos vales do Jequitinhonha, Mucuri e Rio Doce.

A instituição conta com 24 agências no estado, sendo três inauguradas em 2025, localizadas nos municípios de Mantena, Inhapim e Guanhães.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Produção de biodiesel cresce em Mato Grosso e estado já responde por 26% do volume nacional

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Mato Grosso lidera expansão do biodiesel no Brasil

A produção de biodiesel em Mato Grosso registrou forte crescimento em março e consolidou o estado como principal polo do biocombustível no país. Segundo dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgados nesta semana, o estado foi responsável por 26% de toda a produção nacional no período.

As usinas mato-grossenses produziram 228,36 mil metros cúbicos (m³) de biodiesel, dentro de um volume nacional de 893,60 mil m³, configurando o maior patamar da série histórica estadual. O resultado representa um avanço de 16,90% em relação a fevereiro.

Mistura obrigatória de biodiesel sustenta demanda

O crescimento da produção está diretamente ligado ao aumento da demanda interna, impulsionada pela política energética nacional. Desde agosto do ano passado, o Brasil adota a mistura obrigatória de 15% de biodiesel ao diesel (B15).

De acordo com o coordenador de Inteligência de Mercado Agro do Imea, Rodrigo Silva, esse fator tem sido determinante para o avanço da indústria no estado.

“A elevação da mistura obrigatória e a demanda mais aquecida pelo biodiesel contribuíram para esse aumento na produção”, afirma o especialista.

Segundo ele, o movimento reflete a adaptação das usinas à nova dinâmica de consumo de combustíveis no país, sustentando o crescimento recente do setor.

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Óleo de soja segue como principal matéria-prima

O boletim também aponta que o óleo de soja continua sendo o principal insumo utilizado na produção de biodiesel em Mato Grosso, com participação de 84% no total, apesar de leve recuo em relação ao mês anterior.

O protagonismo do insumo reforça a forte integração entre as cadeias de grãos e biocombustíveis, especialmente em um estado que lidera a produção nacional de soja.

Imea revisa projeções para algodão, milho e pecuária

Além do biodiesel, o relatório do Imea trouxe atualizações importantes para outras cadeias do agronegócio em Mato Grosso.

Algodão tem ajuste na área, mas mantém produção robusta

A área plantada de algodão para a safra 2025/26 foi revisada para 1,38 milhão de hectares, indicando leve redução frente à estimativa anterior. Em contrapartida, a produtividade foi ajustada para 297,69 arrobas por hectare.

Com isso, a produção total está projetada em 6,14 milhões de toneladas de algodão em caroço, mantendo o estado como líder nacional na cultura.

Milho tem produtividade revisada para cima

No caso do milho, o Imea manteve a área da safra 2025/26 em 7,39 milhões de hectares, mas revisou a produtividade para 118,78 sacas por hectare.

A nova estimativa elevou a produção para 52,66 milhões de toneladas, refletindo condições climáticas favoráveis em parte das lavouras, impulsionadas pelo bom regime de chuvas.

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Boi gordo sobe com oferta restrita

No mercado pecuário, o preço do boi gordo apresentou alta em abril. A arroba em Mato Grosso atingiu média de R$ 350,11, sustentada pela oferta reduzida de animais para abate.

O cenário contribuiu para a diminuição do diferencial de preços em relação a São Paulo, onde a média foi de R$ 367,57 por arroba.

Suínos recuam com menor demanda interna

Em contraste, o mercado de suínos registrou queda nas cotações. O preço pago ao produtor mato-grossense ficou em R$ 5,96 por quilo em abril, pressionado pela redução da demanda doméstica.

Segundo o Imea, o enfraquecimento do consumo elevou a oferta de animais e carne no mercado, impactando negativamente os preços.

Cenário reforça protagonismo do agro mato-grossense

Os dados mais recentes confirmam o papel estratégico de Mato Grosso no agronegócio brasileiro, tanto na produção de biocombustíveis quanto nas cadeias de grãos e proteínas animais.

Com a demanda por energia renovável em alta e condições favoráveis no campo, o estado segue ampliando sua participação nos mercados nacional e internacional, consolidando-se como um dos principais motores do agro no país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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