AGRONEGÓCIO
ADM oferece 60 vagas em diferentes áreas e regiões do Brasil
AGRONEGÓCIO
ADM amplia oportunidades de trabalho no Brasil
A ADM, líder global em comercialização de grãos, insumos e nutrição humana e animal, anunciou a abertura de 60 vagas em diferentes áreas e localidades do país. As oportunidades abrangem desde estudantes em busca da primeira experiência profissional até especialistas com trajetória consolidada, reforçando o compromisso da empresa com inovação, inclusão e crescimento sustentável.
“A abertura dessas vagas reflete a diversidade de áreas em que a ADM atua e reforça nossa estratégia de oferecer oportunidades de carreira para diferentes talentos em todo o Brasil. Buscamos profissionais e estudantes comprometidos em contribuir com uma companhia que valoriza inovação, colaboração e desenvolvimento contínuo”, afirma Ana Herbas, coordenadora de RH da ADM no Brasil.
Áreas e localidades com oportunidades abertas
As vagas estão distribuídas em diferentes estados e funções, incluindo cargos de nível técnico, analista, especialista e estágio:
- Maracaju (MS)
- Especialista de Negócios e Originação
- São Paulo (SP)
- Analista de Logística Pleno
- Especialista de Compras – Serviços (também disponível em Uberlândia/MG)
- Comprador Sênior – MRO (também disponível em Uberlândia/MG)
- Uberlândia (MG)
- Especialista de Compras – Serviços (também disponível em São Paulo/SP)
- Comprador Sênior – MRO (também disponível em São Paulo/SP)
- Ribeirão Preto (SP)
- Analista de Dados Pleno
- Analista de Processos Financeiros Sênior (Melhoria Contínua)
- Supervisor Administrativo de Vendas (Jurídico)
- Rondonópolis (MT)
- Estágio em Engenharia de Produção
- Estágio em Segurança do Trabalho
- Joaçaba (SC)
- Estágio em Controladoria
Como se candidatar
Os interessados podem conferir todas as vagas disponíveis e se candidatar pelo portal oficial de carreiras da ADM. O processo permite que candidatos explorem diferentes posições e regiões, ampliando as chances de desenvolvimento profissional.
A empresa destaca que suas vagas estão alinhadas à cultura de inclusão, promovendo oportunidades iguais e buscando profissionais que fortaleçam as operações e contribuam para o crescimento sustentável em todo o território nacional.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Fim da escala 6×1 acende alerta no agro para alta de custos e impacto nos alimentos
Entidades do agronegócio intensificaram nesta semana a mobilização contra a proposta que altera o modelo de jornada de trabalho no país, incluindo o fim da escala 6×1 e a redução da carga semanal de 44 para 40 horas. O setor avalia que os impactos podem ser superiores à média da economia, com reflexos diretos sobre custos, emprego e preço dos alimentos.
Estimativa preliminar do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) indica que a mudança pode elevar os custos entre 7,8% e 8,6% em atividades como agropecuária, construção e comércio — acima da média nacional de 4,7% sobre a massa de rendimentos.
No campo, o posicionamento mais contundente partiu do Sistema Faep, que reúne a Federação da Agricultura do Estado do Paraná, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Paraná (Senar-PR) e sindicatos rurais. A entidade encaminhou ofício a deputados e senadores solicitando a não aprovação da proposta, sob o argumento de que a medida compromete a eficiência produtiva e a competitividade do setor.
Segundo levantamento do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema Faep, a redução da jornada pode gerar impacto de R$ 4,1 bilhões por ano apenas na agropecuária paranaense. A estimativa considera uma base de 645 mil postos de trabalho e uma massa salarial anual de R$ 24,8 bilhões.
O estudo também aponta a necessidade de recomposição de 16,6% da força de trabalho para cobrir o chamado “vácuo operacional”, especialmente em atividades contínuas, como produção de proteínas animais e operações industriais ligadas ao agro.
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) também levou o tema à sua Comissão Nacional de Relações do Trabalho e Previdência Social. O debate interno reforçou a necessidade de que eventuais mudanças considerem as especificidades do campo, onde a produção segue ciclos biológicos e climáticos, muitas vezes incompatíveis com jornadas rígidas.
No segmento industrial, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) reconheceu a importância da discussão sobre qualidade de vida no trabalho, mas alertou para os efeitos econômicos de alterações abruptas. Em nota, a entidade destacou que pressões de custo ao longo da cadeia produtiva tendem a impactar diretamente o preço final dos alimentos e o acesso da população, sobretudo de menor renda.
Entre os principais pontos de preocupação do setor está a dificuldade operacional de atividades que não podem ser interrompidas. Cadeias como suinocultura, avicultura e produção de etanol exigem funcionamento contínuo, o que demandaria aumento de quadro de funcionários para manter o mesmo nível produtivo.
Na prática, isso significa elevação de custos e possível perda de competitividade, tanto no mercado interno quanto nas exportações. Há também o risco de repasse desses custos ao consumidor, pressionando os preços dos alimentos.
Outro fator destacado é a sazonalidade da produção agropecuária. Etapas como plantio, colheita e manejo animal dependem de condições climáticas e janelas operacionais específicas, o que limita a aplicação de modelos padronizados de jornada.
A proposta em discussão no Congresso — a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 — ainda está em fase de análise, mas tem mobilizado diferentes setores da economia. No caso do agronegócio, a avaliação predominante é de que mudanças estruturais nas relações de trabalho precisam ser acompanhadas de estudos técnicos aprofundados e regras de transição que evitem desequilíbrios na produção.
O setor defende que o debate avance, mas com base em dados e na realidade operacional do campo, para que eventuais ajustes na legislação não comprometam a oferta de alimentos nem a sustentabilidade econômica das atividades rurais.
Fonte: Pensar Agro
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