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Soraya quer CPI para investigar planos de saúde

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A senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS) protocolou um requerimento para a abertura de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) destinada a investigar práticas abusivas de planos de saúde. Ela anunciou a medida durante pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (15).

Soraya destacou que o objetivo é apurar denúncias de cancelamentos de contratos durante tratamentos; negativas de cobertura; e dívidas dessas operadoras com o Sistema Único de Saúde (SUS).

— Eu já protocolei o requerimento de abertura da CPI dos planos de saúde. Já contamos com dez assinaturas. Recebi centenas de relatos de cidadãos de todo o Brasil: histórias de cancelamentos no meio de tratativas, negativas de cobertura para procedimentos do rol da ANS [Agência Nacional de Saúde Suplementar], atrasos de reembolso e exigências abusivas. São relatos de pessoas que pagam plano de saúde, mas fica sem assistência quando precisam do plano.

A senadora ressaltou que as negativas de cobertura dos planos de saúde tem sobrecarregado o SUS. Segundo ela, entre 2000 e 2024 mais de 9 milhões de clientes de planos privados foram atendidos pela rede pública, gerando despesas superiores a R$ 16 bilhões. Desse total, de acordo com dados apresentados pela parlamentar, as operadoras reembolsaram apenas R$ 6,78 bilhões.

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Soraya citou como exemplo os tratamentos de diálise, que, segundo ela, já somaram 2,6 milhões de sessões realizadas no SUS para beneficiários de planos, com impacto de mais de R$ 2 bilhões nos cofres públicos.

— A equação é perversa. As operadoras não cumprem a cobertura contratual. Elas negam a cobertura, expulsam seus beneficiários e os empurram para o SUS.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.

Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.

Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.

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Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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