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Produção de etanol nos EUA se aproxima de recorde com aumento das exportações e estoques em queda

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A produção de etanol dos Estados Unidos voltou a crescer na semana encerrada em 17 de outubro, aproximando-se de recorde histórico. O aumento foi impulsionado principalmente pelas vendas no mercado externo, refletindo a crescente demanda internacional pelo combustível renovável.

Produção e estoques de etanol nos EUA

Segundo dados da Administração de Informação de Energia (EIA), a produção diária de etanol subiu 3,5%, passando de 1,074 milhão para 1,112 milhão de barris por dia — o nível mais alto desde o recorde de 1,12 milhão de barris diários, registrado em junho.

Ao mesmo tempo, os estoques caíram 3,1%, de 22,6 milhões para 21,9 milhões de barris, ficando abaixo da marca de 22 milhões pela primeira vez desde outubro do ano passado. Cada barril equivale a 159 litros.

Analistas consultados pelo The Wall Street Journal destacaram que os números superaram as expectativas, já que o limite superior das projeções para produção era de 1,093 milhão de barris por dia, e o limite inferior das previsões para estoques era de 22 milhões de barris.

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Exportações impulsionam crescimento

A semana também registrou aumento nas exportações, que passaram de 108 mil para 130 mil barris, alta de 20%. Nos primeiros sete meses de 2025, cerca de 13% do etanol produzido nos EUA foi exportado, com o Canadá sendo o maior comprador.

A Holanda se destacou ao quase dobrar suas importações de etanol americano, aproveitando sua posição estratégica como um dos portos mais movimentados da Europa. A EIA observa que, com o aumento das importações holandesas, houve também crescimento das exportações para Reino Unido, França e Irlanda, fortalecendo o comércio internacional do biocombustível.

Perspectivas do mercado

O aumento da produção e o recuo nos estoques indicam que a demanda por etanol continua firme, impulsionada tanto pelo consumo interno quanto pelas exportações. Especialistas do setor apontam que o mercado internacional deve seguir como principal fator de suporte à produção americana nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Dia do Churrasco: veja quais estilos de cerveja harmonizam melhor com cada tipo de carne e acompanhamentos

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O Dia do Churrasco é celebrado no Brasil em 24 de abril desde 2003. A data foi escolhida em referência ao Dia da Tradição Gaúcha, também comemorado em 24 de abril, quando, em 1948, foi fundado o primeiro Centro de Tradições Gaúchas (CTG).

Apesar da diversidade de estilos de churrasco ao redor do mundo, o brasileiro é um dos mais reconhecidos internacionalmente e atrai turistas interessados na tradição. Nesse contexto, a cerveja se mantém como a bebida mais associada ao consumo de churrasco, e a harmonização correta pode tornar a experiência ainda mais completa.

De acordo com o mestre cervejeiro da Ashby, Alexandre Vaz, a escolha do estilo ideal de cerveja para cada tipo de carne ou acompanhamento faz diferença no equilíbrio de sabores.

Picanha combina com India Pale Ale

A picanha é um dos cortes mais tradicionais e valorizados do churrasco brasileiro. Retirada da parte nobre da alcatra, a carne se destaca pelo sabor marcante e pela camada de gordura, que garante suculência.

Para harmonizar, a indicação é a India Pale Ale (IPA), cerveja de perfil mais complexo e amargo. Segundo especialistas, ela ajuda a limpar o paladar entre as mordidas, realçando o sabor da carne.

Frangos e carnes brancas pedem cervejas leves como Pilsen

Carnes brancas, como o frango, ganham novas nuances quando preparadas na brasa. Por serem opções mais leves, o ideal é optar por cervejas que não sobreponham o sabor do alimento.

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A Pilsen é a principal recomendação nesse caso. De origem tcheca, é uma cerveja leve, refrescante e de alta drinkability, ideal para acompanhar pratos mais suaves.

Linguiça harmoniza com Pale Ale

A linguiça suína é presença quase obrigatória nos churrascos brasileiros. Por ser mais gordurosa, pede uma cerveja que ajude a equilibrar essa característica.

A Pale Ale é a sugestão indicada. Com corpo médio e baixo amargor, ela ajuda a suavizar a gordura e traz notas maltadas que lembram cereais e caramelo, complementando o sabor do embutido.

Cupim pede contraste com cervejas Porter

O cupim é uma carne bastante apreciada no churrasco por sua combinação de gordura e fibras. Para uma experiência diferenciada, a harmonização indicada é com cervejas do estilo Porter.

Esse estilo apresenta notas de chocolate, café e creme. A combinação funciona pelo contraste entre o sabor salgado da carne e o perfil levemente adocicado da bebida.

Queijo coalho harmoniza com cerveja de trigo Weiss

O queijo coalho, bastante tradicional no Nordeste e popular em todo o Brasil, também marca presença no churrasco e pode ser servido como alternativa às carnes.

A cerveja do estilo Weiss é a mais indicada. Produzida com trigo, possui baixo amargor, notas de cravo e banana e alta carbonatação, o que ajuda a realçar o sabor do queijo e equilibrar sua gordura.

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Pão de alho combina com Pilsen puro malte

Outro acompanhamento tradicional do churrasco é o pão de alho, preparado com alho, azeite ou manteiga. A iguaria se tornou presença frequente nas churrasqueiras brasileiras.

A harmonização ideal é com cerveja Pilsen puro malte, leve e refrescante, com amargor suave, que preserva o sabor do pão sem interferências.

Sobre a Ashby

A Ashby foi fundada em 1993 por Scott Ashby, norte-americano que chegou ao Brasil em 1992. Em 1990, ele iniciou sua formação como mestre cervejeiro na Universidade da Califórnia e posteriormente trabalhou na cervejaria Wasatch, nos Estados Unidos.

No Brasil, Scott fundou a primeira microcervejaria do país na cidade de Amparo (SP), com o objetivo de introduzir o conceito de cervejas especiais no mercado nacional. A escolha da localização considerou a qualidade da água da região, fator essencial para a produção de cervejas.

As águas de Amparo possuem equilíbrio ideal entre sais e minerais, o que contribui para a produção de chopes e cervejas de alta qualidade.

Com a atuação da Ashby, o mercado brasileiro passou a conhecer e expandir o consumo de cervejas especiais, antes restritas a nichos específicos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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