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2º Enapecan Debaterá Inovação e Sustentabilidade na Pecanicultura do Sul do Brasil

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O 2º Encontro Nacional de Pecanicultura (Enapecan) ocorrerá nos dias 6 e 7 de novembro, em Cachoeira do Sul (RS), com foco em inovação e sustentabilidade na produção de noz-pecã. O evento é promovido pelo Instituto Brasileiro de Pecanicultura (IBPecan) em parceria com a Prefeitura de Cachoeira do Sul, Emater e Embrapa, com apoio de empresas e instituições como Pecanita, LM Parceria Rural, Pró-Pecã, Ulbra, Sebrae e Governo do Estado do Rio Grande do Sul.

Programação Destaca Potencial da Noz-Pecã na Indústria e no Turismo

No dia 7 de novembro, os debates serão mediados pela vice-presidente do IBPecan, Maria Tereza de Carli, com palestras que abordarão experiências nacionais e internacionais:

  • “Explorando o Potencial da Noz-Pecã Brasileira: Aplicações na Indústria Alimentícia” – ministrada pela professora e doutora em Ciência e Tecnologia de Alimentos, Jéssica Fernanda Hoffmann.
  • “Cultivares de noz-pecã: Experiência do Uruguai” – com a engenheira agrônoma Paula Conde.
  • “Valorização da Pecã no Mercado Interno: Experiência do México” – conduzida pelo engenheiro mecânico Arsenio González.
Inovação e Diversificação de Renda no Campo

Segundo Maria Tereza de Carli, a pecanicultura vem se destacando no sul do Brasil, atendendo tanto o consumo interno quanto a exportação. A inovação, explica, ocorre não apenas na produção, mas também na diversificação de renda por meio de atividades turísticas:

  • Visitas guiadas aos pomares
  • Degustações e oficinas gastronômicas à base de noz-pecã
  • Hospedagem rural e turismo de experiências
  • Festas da colheita e rotas temáticas
  • Turismo técnico e educacional para escolas

“Essas práticas aproximam o visitante do território, da história e da cultura local, fortalecendo o valor do produto e promovendo a sustentabilidade do setor”, destaca Carli.

Sustentabilidade e Indicação de Origem

A vice-presidente do IBPecan ressalta que inovação e sustentabilidade caminham juntas. Um exemplo é a indicação de origem, que conecta o visitante ao território e à história local, funcionando como selo de reconhecimento oficial para produtos com características ligadas à região.

“Essa integração entre agricultura, cultura e turismo pode transformar o sul do Brasil em um destino turístico de referência da noz-pecã”, projeta Carli.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Preço da tilápia sobe com oferta restrita e exportações alcançam maior volume de 2026

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A baixa disponibilidade de peixes continuou sustentando os preços da tilápia no mercado brasileiro durante o mês de maio. Levantamento do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada) aponta que a oferta restrita favoreceu novas altas em algumas das principais regiões produtoras acompanhadas pelo instituto.

Apesar da valorização observada em parte do mercado, algumas praças registraram recuo nos preços. Segundo pesquisadores do Cepea, a retração esteve relacionada ao enfraquecimento da demanda, especialmente pela redução das compras por parte dos frigoríficos, que adotaram uma postura mais cautelosa diante do cenário de consumo.

Oferta deve aumentar gradualmente nos próximos meses

De acordo com o Cepea, a partir de maio os peixes entram em uma fase de maior ganho de peso, fator que tende a ampliar gradualmente a oferta disponível para comercialização.

Esse movimento pode contribuir para um maior equilíbrio entre oferta e demanda ao longo do segundo semestre, reduzindo parte da pressão altista observada nos primeiros meses do ano.

Ainda assim, o setor segue atento à evolução dos custos de produção, ao ritmo de consumo no mercado interno e ao desempenho das exportações, fatores que continuarão influenciando a formação dos preços da proteína.

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Exportações de tilápia atingem maior volume do ano

No comércio exterior, a piscicultura brasileira registrou resultados expressivos em maio. Os embarques de tilápia e produtos derivados alcançaram o maior volume exportado em 2026 e o mais elevado desde junho de 2025.

O desempenho reforça a competitividade da proteína brasileira no mercado internacional e demonstra a recuperação do fluxo comercial após um período de ajustes provocados por mudanças tarifárias e oscilações na demanda global.

Novas tarifas dos EUA preocupam setor

Apesar do avanço das exportações, o setor acompanha com atenção as recentes decisões do governo dos Estados Unidos relacionadas à política comercial.

Segundo o Cepea, a administração norte-americana anunciou novas tarifas de importação com previsão de entrada em vigor a partir de julho. A medida poderá impactar novamente a competitividade da tilápia brasileira no principal mercado comprador do produto.

Os Estados Unidos seguem como um dos destinos estratégicos para as exportações brasileiras de pescado, e eventuais barreiras comerciais podem influenciar o ritmo dos embarques nos próximos meses.

Perspectivas para a cadeia aquícola

O cenário para a tilapicultura brasileira combina fundamentos positivos e desafios relevantes. Enquanto a oferta ainda limitada sustenta os preços em diversas regiões e as exportações mostram forte desempenho, o mercado monitora o aumento gradual da produção interna e os possíveis efeitos das novas tarifas norte-americanas.

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A evolução da demanda doméstica, o comportamento dos compradores internacionais e o ambiente comercial global deverão definir os rumos do setor ao longo do segundo semestre de 2026.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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