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Inseticida Trebon® 100 SC protege culturas de café e citros com alta seletividade e amplo espectro
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No período de florada do café e dos citros, produtores enfrentam desafios com pragas de relevância econômica, como a broca-do-café, a mosca-das-frutas e o psilídeo-dos-citros, vetor do greening. A solução Trebon® 100 SC, da Sipcam Nichino, surge como alternativa estratégica, combinando amplo espectro de ação e alta seletividade, oferecendo eficácia sem comprometer os inimigos naturais das culturas.
Segundo Marcelo Palazim, engenheiro agrônomo e coordenador de marketing de especialidades da Sipcam Nichino, o inseticida se destaca por seu efeito rápido e direcionado. “Trebon® é um produto de ponta com efeito de choque, atuando imediatamente após a aplicação e favorecendo a ação de inimigos naturais”, explica.
Atuação em diferentes culturas
O inseticida é amplamente utilizado no café, tendo como alvo principal a broca-do-café (Hypothenemus hampei), responsável por prejuízos significativos na produção. Nos citros, Trebon® combate eficazmente a mosca-das-frutas (Ceratitis capitata) e, em combinação com o Fiera®, auxilia no controle do psilídeo-dos-citros (Diaphorina citri), vetor de doenças que afetam a produtividade.
Palazim destaca que o produto oferece uma solução diferenciada, ao mesmo tempo eficaz contra pragas e compatível com inimigos naturais, protegendo o equilíbrio biológico das lavouras.
Diferenciais e vantagens do Trebon® 100 SC
O inseticida se diferencia por:
- Alta seletividade, permitindo o manejo integrado de pragas (MIP).
- Modo de ação de contato, com efeito imediato sobre os insetos.
- Compatibilidade com produtos biológicos, facilitando a adoção de estratégias sustentáveis.
- Eficácia comprovada, superando tratamentos padrão utilizados em cafés e citros em testes conduzidos pela Sipcam Nichino.
- Apoio ao manejo de resistência, oferecendo alternativa para produtores que buscam rotacionar tecnologias e proteger a lavoura a longo prazo.
Apoio técnico e inovação
A Sipcam Nichino reforça a importância do acompanhamento técnico para maximizar os resultados do Trebon® 100 SC. O produto integra o portfólio da empresa como uma solução consolidada, voltada para produtores que desejam eficiência, sustentabilidade e proteção biológica em culturas estratégicas do Brasil.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Ácaro-rajado no mamão: praga pode reduzir produtividade e exige manejo integrado no pomar
A presença do ácaro-rajado (Tetranychus urticae) tem se consolidado como um dos principais desafios fitossanitários na cultura do mamoeiro. A praga compromete o desenvolvimento das plantas, reduz a produtividade e pode gerar perdas significativas na qualidade dos frutos, especialmente em períodos de clima quente e seco.
Os danos começam com manchas amareladas nas folhas, evoluindo para necrose, desfolha intensa e redução do tamanho dos frutos. O resultado é queda direta na produtividade e na padronização comercial do mamão.
Segundo especialistas, o ácaro pode ocorrer durante todo o ano, com maior pressão em condições climáticas favoráveis ao seu desenvolvimento. O inseto se instala inicialmente na face inferior das folhas, próximo às nervuras, e rapidamente se espalha pela planta quando não controlado.
Manejo do ácaro-rajado no mamão exige atenção constante do produtor
De acordo com orientações técnicas compartilhadas por Alexandre Hanazaki, gerente de desenvolvimento de produtos da East-West Seed, o controle eficiente do ácaro-rajado depende de um conjunto de práticas preventivas e monitoramento frequente da lavoura.
1. Eliminação de plantas daninhas
O primeiro passo no manejo é a eliminação de plantas daninhas, que podem servir de hospedeiras para o ácaro-rajado.
A manutenção da área limpa reduz a pressão da praga e diminui a chance de reinfestação no pomar de mamão.
2. Monitoramento constante das folhas
O acompanhamento frequente da lavoura é fundamental para identificar precocemente a presença do ácaro.
A recomendação é observar principalmente a face inferior das folhas, onde a praga se concentra inicialmente. Ao identificar a infestação, o controle deve ser iniciado de forma imediata e em área total.
3. Escolha de materiais mais tolerantes
O uso de variedades mais tolerantes também é uma estratégia importante no manejo integrado.
A cultivar Sabrosa, da East-West Seed, é citada como alternativa com maior tolerância ao ácaro-rajado. Segundo a empresa, o material apresenta maior massa foliar e folhas mais espessas, o que dificulta o ataque da praga.
4. Uso correto de defensivos e equilíbrio nutricional
O controle químico deve ser realizado com produtos registrados para a cultura do mamão, priorizando estratégias adequadas de manejo.
Produtos como enxofre e calda sulfocálcica podem atuar como repelentes, além da possibilidade de adoção de controle biológico.
Por outro lado, o uso de piretróides e organofosforados deve ser evitado, pois pode afetar inimigos naturais e favorecer o desequilíbrio populacional do ácaro-rajado.
Outro ponto de atenção é a nutrição da planta: o excesso de nitrogênio pode favorecer o desenvolvimento da praga, exigindo manejo equilibrado.
Variedade Sabrosa se destaca por produtividade e qualidade de frutos
Além da tolerância ao ácaro-rajado, o mamão Sabrosa apresenta outras características agronômicas relevantes, segundo a empresa.
Entre os principais destaques estão o maior vigor vegetativo, melhor enfolhamento e tolerância a doenças foliares como pinta-preta e mancha-de-corynespora.
Outro diferencial é o porte baixo das plantas, que facilita a colheita manual por mais tempo, reduzindo custos operacionais em comparação a variedades mais altas, que exigem estruturas auxiliares para colheita.
Padronização e precocidade aumentam eficiência comercial
A cultivar também se destaca pela alta padronização dos frutos, reduzindo perdas por variação de tamanho e facilitando a comercialização em caixas, modelo predominante no mercado.
Segundo Hanazaki, essa uniformidade melhora a eficiência logística e a aceitação comercial do produto.
A precocidade é outro ponto forte: as plantas iniciam a floração cerca de 30 dias após o transplantio, com início da colheita em aproximadamente seis meses.
Além disso, os frutos apresentam boa qualidade sensorial, com polpa de coloração atrativa e sabor valorizado pelo mercado consumidor.
Manejo integrado é decisivo para proteger a safra de mamão
O controle do ácaro-rajado exige estratégia integrada, combinando monitoramento, manejo cultural, uso correto de defensivos e escolha de materiais mais tolerantes.
Em um cenário de alta exigência de qualidade e produtividade, a adoção dessas práticas é fundamental para reduzir perdas e garantir maior rentabilidade ao produtor de mamão.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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