AGRONEGÓCIO
Agricultura digital impulsiona eficiência e rentabilidade no agronegócio brasileiro
AGRONEGÓCIO
O agronegócio brasileiro vive uma revolução silenciosa, guiada pela digitalização. Drones que monitoram lavouras, sensores que coletam dados do solo e softwares capazes de cruzar informações financeiras e produtivas estão redefinindo o manejo agrícola no país.
De acordo com o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), o uso de tecnologias digitais pode aumentar em até 25% a produtividade e reduzir em 30% o desperdício de insumos.
O Brasil, já consolidado como um dos maiores produtores de alimentos do mundo, se destaca também pela inovação tecnológica no setor. Segundo o Radar Agtech 2024, da Embrapa, o país conta atualmente com mais de 1.900 startups agrícolas (agtechs) em operação, colocando-se entre os líderes globais em tecnologia agropecuária.
Integração entre tecnologia e finanças redefine gestão rural
A transformação digital no campo vai além da modernização das máquinas. A nova fronteira do agronegócio está na integração entre dados agrícolas e gestão financeira, permitindo que o produtor rural tenha maior previsibilidade e segurança nas decisões de investimento.
É nesse cenário que empresas como a Sonhagro vêm ganhando destaque. Com mais de 11 anos de atuação e presença nacional, a rede oferece soluções financeiras e de seguridade específicas para o setor rural, auxiliando desde o gerenciamento de negociações bancárias até a execução de projetos técnicos exigidos por instituições financeiras.
Planejamento financeiro baseado em dados aumenta rentabilidade
“Hoje, não basta ter tecnologia na lavoura. É preciso ter previsibilidade financeira para investir no momento certo, planejar a safra e garantir rentabilidade. É isso que fazemos: ajudamos o produtor a transformar dados em decisões e decisões em resultados”, explica Romário Alves, fundador e CEO da Sonhagro.
Na prática, o modelo da empresa utiliza informações de produtividade, histórico climático e custos operacionais para definir linhas de crédito mais assertivas, reduzir riscos e ampliar a eficiência da gestão. Dessa forma, o produtor passa a ter uma visão completa e integrada do negócio, unindo campo e finanças em um único ecossistema digital.
Crescimento do uso de ferramentas digitais no agronegócio
Levantamento do Sebrae aponta que cerca de 67% dos produtores rurais brasileiros já utilizam alguma ferramenta digital para controle de produção ou gestão financeira. A tendência é que esse número cresça ainda mais nos próximos anos, impulsionado pela democratização do acesso à tecnologia e pelo surgimento de soluções mais simples e acessíveis.
“O futuro do agro é inteligente, conectado e integrado. O papel das empresas de crédito rural é traduzir a tecnologia em oportunidades concretas para o produtor”, destaca Romário Alves.
Um novo patamar para o agro brasileiro
Com uma rede em expansão e soluções cada vez mais completas, a Sonhagro demonstra que inovação tecnológica e sustentabilidade financeira podem caminhar juntas. A agricultura digital consolida-se, assim, como o caminho para um agronegócio mais eficiente, competitivo e inteligente, capaz de elevar ainda mais o protagonismo do Brasil no cenário global.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Brasil registra alta de 7,1% nas exportações no 1º trimestre e agronegócio lidera resultado histórico
O Brasil iniciou 2026 com forte desempenho no comércio exterior. No primeiro trimestre, as exportações somaram US$ 82,3 bilhões, alta de 7,1% em relação ao mesmo período de 2025. As importações totalizaram US$ 68,2 bilhões, resultando em um superávit de US$ 14,2 bilhões, o terceiro maior da série histórica para o período, segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex/MDIC).
Em março, o ritmo foi ainda mais intenso. As exportações cresceram 10% na comparação anual, alcançando US$ 31,6 bilhões, enquanto as importações avançaram 20,1%, chegando a US$ 25,2 bilhões. A corrente de comércio atingiu US$ 56,8 bilhões, com expansão de 14,3%.
Agronegócio lidera exportações e alcança maior resultado da história
O principal destaque do trimestre foi o agronegócio, que registrou US$ 38,1 bilhões em exportações, o maior valor já apurado para os meses de janeiro a março.
A soja em grãos liderou os embarques, com 23,47 milhões de toneladas, volume 5,9% superior ao registrado no mesmo período de 2025.
A China manteve a liderança como principal destino dos produtos do agro brasileiro, respondendo por quase 30% das exportações do setor, com US$ 11,3 bilhões.
Diversificação de mercados fortalece exportações brasileiras
Além da China, outros mercados ganharam relevância no período. As exportações para a Índia cresceram 47,1%, enquanto Filipinas registraram alta de 68,3% e o México avançou 21,7%.
A ampliação dos destinos comerciais é vista como um fator positivo para a resiliência da pauta exportadora brasileira, especialmente diante das incertezas no cenário global.
Indústria extrativa e de transformação também contribuem para o crescimento
A indústria extrativa, que inclui petróleo e minérios, apresentou crescimento de 22,6% no trimestre, sendo um dos principais motores da expansão das exportações em termos nominais.
Já a indústria de transformação registrou avanço de 2,8%, contribuindo de forma complementar para o resultado geral do comércio exterior.
Exportações para os Estados Unidos caem com impacto de tarifas
Em contraste com o desempenho geral positivo, as exportações brasileiras para os Estados Unidos recuaram 18,7% no primeiro trimestre, totalizando US$ 7,78 bilhões. A corrente de comércio bilateral também caiu 14,8%.
O resultado reflete os impactos de sobretaxas impostas ao longo de 2025. Apesar de uma decisão da Suprema Corte dos EUA, em fevereiro, ter invalidado parte das tarifas mais elevadas, os efeitos sobre o fluxo comercial ainda persistem.
Uma nova ordem executiva publicada em fevereiro de 2026 isentou cerca de 46% das exportações brasileiras dessas sobretaxas. No entanto, aproximadamente 29% ainda permanecem sujeitas às tarifas da Seção 232, que incidem sobre produtos como aço e alumínio.
Projeção indica novo recorde nas exportações brasileiras em 2026
O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) projeta que o Brasil encerre 2026 com exportações de US$ 364,2 bilhões, o que representaria um novo recorde e crescimento de 4,6% em relação a 2025.
As importações devem atingir US$ 292,1 bilhões, com alta de 4,2%, resultando em um superávit estimado de US$ 72,1 bilhões no ano.
Cenário global exige estratégia e gestão de riscos no comércio exterior
Apesar dos números positivos, o cenário internacional segue desafiador. Fatores como volatilidade cambial, incertezas nas cadeias globais de suprimento e os impactos ainda presentes das tarifas americanas exigem atenção das empresas.
Segundo especialistas, a gestão eficiente do câmbio e dos riscos associados ao comércio internacional passa a ser um diferencial estratégico.
“Para as empresas que operam no comércio exterior, a questão não é mais se haverá volatilidade, mas como se preparar para ela”, avalia Murilo Freymuller, Head Comercial Corporate do banco Moneycorp.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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