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Mercado de café inicia semana volátil com influência do clima e incertezas sobre tarifas dos EUA

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Café abre a semana com oscilações nas bolsas internacionais

O mercado cafeeiro iniciou a semana com forte volatilidade e negociações em campo misto nas principais bolsas internacionais nesta segunda-feira (24). Os preços seguem pressionados por fatores climáticos e pela oferta global limitada, cenário que mantém os investidores atentos às próximas movimentações do setor.

A recente decisão dos Estados Unidos de suspender a tarifa de 40% sobre produtos agrícolas brasileiros, incluindo o café verde, trouxe algum alívio ao mercado. No entanto, a medida não abrange o café solúvel, o que mantém abertas as negociações entre o governo brasileiro e autoridades norte-americanas.

Clima e estoques baixos seguem como principais fatores de pressão

De acordo com boletim do Escritório Carvalhaes, os fundamentos que sustentam o mercado permanecem inalterados: incertezas climáticas, impacto na produção e baixos níveis de estoque em nível global.

“O Brasil, maior produtor e exportador mundial — e segundo maior consumidor — segue sem estoques remanescentes e colheu, em 2025, uma safra menor do que a projetada inicialmente, frustrando expectativas e cálculos do mercado internacional”, destacou o documento.

Esses fatores, combinados, mantêm o cenário de preços instáveis e aumentam a sensibilidade dos contratos futuros às variações climáticas e logísticas.

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Cotações do arábica e robusta mostram movimentos opostos

Por volta das 9h20 (horário de Brasília), os contratos do café arábica operavam com movimentos mistos:

  • Dezembro/25: queda de 10 pontos, cotado a 399,90 cents/lbp;
  • Março/26: alta de 240 pontos, a 371,85 cents/lbp;
  • Maio/26: avanço de 230 pontos, negociado a 354,55 cents/lbp.

Já o café robusta apresentava variações distintas entre os vencimentos:

  • Novembro/26: alta de US$ 204, cotado a US$ 4.725/tonelada;
  • Janeiro/26: leve recuo de US$ 6, a US$ 4.500/tonelada;
  • Março/26: pequena alta de US$ 4, com valor de US$ 4.357/tonelada.
Perspectivas para o mercado cafeeiro

Os analistas avaliam que a volatilidade deve permanecer nos próximos dias, enquanto o mercado monitora o desenvolvimento climático nas regiões produtoras e o desfecho das tratativas comerciais entre Brasil e Estados Unidos.

A combinação de oferta restrita, incertezas meteorológicas e indefinições tarifárias reforça o cenário de instabilidade, especialmente para o café arábica, que continua mais suscetível às variações de clima e produtividade.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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SIAVS 2026 será a maior edição da história e reforça protagonismo global da proteína animal brasileira

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O Salão Internacional de Proteína Animal (SIAVS 2026) já se prepara para a maior edição de sua história. Promovido pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o evento será realizado nos dias 4, 5 e 6 de agosto, no Distrito Anhembi, em São Paulo, com expansão expressiva da área de exposição, maior presença internacional e programação técnica ampliada.

A edição de 2026 contará com 45 mil metros quadrados de área expositiva, um crescimento de 65% em relação ao evento anterior. A expectativa da organização é receber mais de 31 mil visitantes e empresas de mais de 60 países, consolidando o SIAVS como um dos principais encontros globais da cadeia de proteína animal.

Na edição de 2024, o evento registrou mais de 30 mil visitantes e 317 expositores, reforçando sua relevância como plataforma de negócios, inovação e relacionamento internacional no setor.

Segundo o presidente da ABPA, Ricardo Santin, o crescimento do evento acompanha a evolução do setor brasileiro. “O SIAVS acompanha o crescimento e a transformação do setor de proteína animal brasileiro, ampliando seu papel como espaço estratégico para negócios, inovação, debates técnicos e relacionamento internacional”, destacou.

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Feira amplia exposição de tecnologias e soluções para o setor

A área de exposição reunirá empresas de diferentes segmentos da cadeia produtiva, incluindo saúde animal, genética, nutrição, automação, logística, equipamentos industriais e tecnologia aplicada à produção.

Entre as novidades desta edição está o “Supermercado sem proteína animal”, uma instalação conceitual e interativa que demonstra a relevância da proteína animal na oferta alimentar diária da população.

Outro destaque será o SIAVS Experience Biosseguridade, espaço imersivo dedicado à apresentação de protocolos sanitários, práticas de prevenção e medidas de controle adotadas pela cadeia produtiva brasileira.

Conteúdo técnico e inovação ganham protagonismo na programação

Além da feira de negócios, o SIAVS 2026 contará com uma programação técnica paralela, reunindo especialistas do Brasil e do exterior em congressos, fóruns e painéis temáticos.

Os debates abordarão assuntos estratégicos para o setor, como influenza aviária, biosseguridade, automação industrial, inteligência artificial aplicada à produção animal, sustentabilidade, ESG, comércio internacional, logística e inovação tecnológica.

Entre os destaques da programação está o SIAVS Talks, espaço dedicado à discussão de tendências e desafios da cadeia de proteína animal.

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Também fazem parte da agenda o Projeto Produtor, que busca aproximar produtores rurais das inovações e debates do setor, e o Mérito ABPA de Pesquisa Aplicável, iniciativa que reconhece estudos e pesquisas com potencial de impacto direto na avicultura, suinocultura e produção de proteína animal.

Agenda internacional reforça presença do Brasil no mercado global

A dimensão internacional do SIAVS 2026 será ampliada com ações realizadas em parceria com a ApexBrasil, voltadas ao fortalecimento das exportações e da imagem da proteína animal brasileira no exterior.

Entre as iniciativas está o Projeto Comprador, que promoverá rodadas de negócios entre exportadores brasileiros e importadores de mercados estratégicos da Ásia, Oriente Médio, África, América Latina e União Europeia.

O evento também prevê ações de relacionamento com produtores, pesquisadores, jornalistas internacionais e formadores de opinião ligados aos temas de alimentação, sustentabilidade e segurança alimentar.

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Fonte: Portal do Agronegócio

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