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Mobil™ aposta em tecnologia sustentável para reduzir impacto ambiental e otimizar manutenção de máquinas agrícolas

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Sustentabilidade e tecnologia transformam o agronegócio brasileiro

O agronegócio brasileiro vive uma fase de profundas transformações, impulsionado pela demanda por práticas mais sustentáveis e pela adoção crescente de tecnologias inovadoras. De acordo com levantamento da Nielsen IQ, 73% dos consumidores brasileiros estão dispostos a pagar mais por produtos sustentáveis, reforçando o desafio de que marcas e fornecedores adotem soluções ambientalmente responsáveis.

Nesse contexto, a Troca Inteligente Mobil™ se destaca como uma alternativa inovadora que combina praticidade, economia e compromisso ambiental, ampliando sua atuação para o segmento agrícola e fortalecendo o papel da Mobil™ como parceira do produtor rural.

Troca Inteligente Mobil™: pioneirismo e eficiência no uso de lubrificantes

Lançado em 2005, o sistema Troca Inteligente Mobil™ foi pioneiro no Brasil ao introduzir o abastecimento de lubrificantes a granel. A tecnologia foi inicialmente voltada a automóveis, caminhões, frotas e maquinários industriais, mas hoje também atende máquinas agrícolas.

Com o sistema, o lubrificante é aplicado diretamente no cárter do equipamento, com controle preciso do volume utilizado. O cliente paga apenas pela quantidade exata consumida, evitando sobras, desperdícios e reduzindo o custo de manutenção em até 20% em comparação ao modelo tradicional.

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Redução do uso de plástico e impacto ambiental positivo

Além da eficiência operacional, a Troca Inteligente Mobil™ oferece benefícios ambientais expressivos, principalmente pela eliminação das embalagens plásticas. Estima-se que, a cada 100 trocas de óleo automotivo, cerca de 400 embalagens de 1 litro deixam de ser descartadas.

Desde sua criação, o programa já evitou o descarte de mais de 2 milhões de embalagens, contribuindo de forma significativa para a redução do impacto ambiental ao longo do ciclo de vida dos lubrificantes.

Mais produtividade e menor emissão no campo

No setor agrícola, onde cada hora de máquina parada representa perda de produtividade, a tecnologia se mostra ainda mais relevante. A lubrificação precisa e a qualidade dos lubrificantes Mobil™ a granel ajudam a aumentar o rendimento operacional, diminuir falhas mecânicas e prolongar a vida útil dos equipamentos.

Esses fatores resultam em menor consumo de combustível e óleo, além de redução nas emissões de gases poluentes — aspectos diretamente ligados à sustentabilidade das operações rurais.

Contribuição ao Plano ABC+ e à descarbonização do agronegócio

A iniciativa também está alinhada às políticas públicas de baixa emissão de carbono, como o Plano ABC+, que incentiva práticas sustentáveis na produção agropecuária. Ao diminuir resíduos e desperdícios e aumentar a eficiência energética, a Troca Inteligente Mobil™ apoia o produtor rural em sua jornada rumo a um agronegócio mais verde e competitivo, sem comprometer a rotina de manutenção das máquinas.

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Compromisso com a economia circular e os ODS da ONU

Além do sistema a granel, a Mobil™ vem ampliando o uso de resina plástica pós-consumo (PCR) em suas embalagens. Após lançar a bombona de 20 litros com 40% de material reciclado, a empresa aumentou esse índice para 60%, reforçando seu compromisso com a economia circular e com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.

Inovação a favor de um futuro mais sustentável

Com a Troca Inteligente Mobil™, a marca reafirma seu compromisso com um agronegócio mais moderno, eficiente e ambientalmente responsável. A solução combina inovação tecnológica, redução de custos e menor impacto ambiental, fortalecendo a parceria entre a Mobil™ e o produtor rural na construção de um futuro mais sustentável para o campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fim da escala 6×1 acende alerta no agro para alta de custos e impacto nos alimentos

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Entidades do agronegócio intensificaram nesta semana a mobilização contra a proposta que altera o modelo de jornada de trabalho no país, incluindo o fim da escala 6×1 e a redução da carga semanal de 44 para 40 horas. O setor avalia que os impactos podem ser superiores à média da economia, com reflexos diretos sobre custos, emprego e preço dos alimentos.

Estimativa preliminar do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) indica que a mudança pode elevar os custos entre 7,8% e 8,6% em atividades como agropecuária, construção e comércio — acima da média nacional de 4,7% sobre a massa de rendimentos.

No campo, o posicionamento mais contundente partiu do Sistema Faep, que reúne a Federação da Agricultura do Estado do Paraná, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Paraná (Senar-PR) e sindicatos rurais. A entidade encaminhou ofício a deputados e senadores solicitando a não aprovação da proposta, sob o argumento de que a medida compromete a eficiência produtiva e a competitividade do setor.

Segundo levantamento do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema Faep, a redução da jornada pode gerar impacto de R$ 4,1 bilhões por ano apenas na agropecuária paranaense. A estimativa considera uma base de 645 mil postos de trabalho e uma massa salarial anual de R$ 24,8 bilhões.

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O estudo também aponta a necessidade de recomposição de 16,6% da força de trabalho para cobrir o chamado “vácuo operacional”, especialmente em atividades contínuas, como produção de proteínas animais e operações industriais ligadas ao agro.

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) também levou o tema à sua Comissão Nacional de Relações do Trabalho e Previdência Social. O debate interno reforçou a necessidade de que eventuais mudanças considerem as especificidades do campo, onde a produção segue ciclos biológicos e climáticos, muitas vezes incompatíveis com jornadas rígidas.

No segmento industrial, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) reconheceu a importância da discussão sobre qualidade de vida no trabalho, mas alertou para os efeitos econômicos de alterações abruptas. Em nota, a entidade destacou que pressões de custo ao longo da cadeia produtiva tendem a impactar diretamente o preço final dos alimentos e o acesso da população, sobretudo de menor renda.

Entre os principais pontos de preocupação do setor está a dificuldade operacional de atividades que não podem ser interrompidas. Cadeias como suinocultura, avicultura e produção de etanol exigem funcionamento contínuo, o que demandaria aumento de quadro de funcionários para manter o mesmo nível produtivo.

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Na prática, isso significa elevação de custos e possível perda de competitividade, tanto no mercado interno quanto nas exportações. Há também o risco de repasse desses custos ao consumidor, pressionando os preços dos alimentos.

Outro fator destacado é a sazonalidade da produção agropecuária. Etapas como plantio, colheita e manejo animal dependem de condições climáticas e janelas operacionais específicas, o que limita a aplicação de modelos padronizados de jornada.

A proposta em discussão no Congresso — a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 — ainda está em fase de análise, mas tem mobilizado diferentes setores da economia. No caso do agronegócio, a avaliação predominante é de que mudanças estruturais nas relações de trabalho precisam ser acompanhadas de estudos técnicos aprofundados e regras de transição que evitem desequilíbrios na produção.

O setor defende que o debate avance, mas com base em dados e na realidade operacional do campo, para que eventuais ajustes na legislação não comprometam a oferta de alimentos nem a sustentabilidade econômica das atividades rurais.

Fonte: Pensar Agro

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