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Suzano ajuda a tirar mais de 140 mil pessoas da pobreza em cinco anos com programas sociais

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Estratégia social da Suzano gera impacto significativo

A Suzano registrou avanços expressivos em sua estratégia de investimento social entre 2020 e 2025. Nesse período, mais de 140 mil pessoas foram retiradas da linha da pobreza em regiões onde a companhia atua, alcançando 70% da meta de impactar 200 mil pessoas até 2030.

Apenas em 2025, mais de 44 mil pessoas saíram da pobreza graças às iniciativas apoiadas pela Suzano, segundo dados do Relatório de Sustentabilidade 2025.

Foco em mulheres, jovens e população negra

Os projetos da empresa priorizam públicos historicamente vulneráveis, incluindo mulheres, pessoas negras e jovens. Em 2025, 70% dos beneficiados eram pessoas negras e 63% mulheres.

Mais de 11,5 mil mulheres participaram de programas de empreendedorismo e receberam apoio em iniciativas produtivas, representando 93% do público em ações voltadas ao estímulo do empreendedorismo.

Além disso, mais de 10 mil jovens de até 24 anos foram inseridos no mercado de trabalho ou em cursos de educação profissionalizante. As iniciativas incluem capacitação técnica, desenvolvimento socioemocional, preparação para processos seletivos e busca ativa por vagas de emprego, fortalecendo a empregabilidade em regiões com menor oferta de oportunidades.

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Entre os parceiros dessas ações estão a Rede Cidadã, Instituto Coca-Cola Brasil, SENAI-MS, Instituto Aliança com o Adolescente, GAMT-SP e Instituto Mirim de Campo Grande.

Agricultura familiar e extrativismo fortalecem bolsões de pobreza

A Suzano também apoia a agricultura familiar e o extrativismo sustentável, em parceria com organizações como UNICAFES, Instituto Meio e SENAR (MS e BA). Esses projetos contribuíram, em 2025, para que cerca de 8 mil pessoas fossem retiradas da linha da pobreza nas regiões mais vulneráveis.

Além disso, parte dos resultados deriva das contratações diretas da Suzano e de sua cadeia de fornecedores. Desde 2022, mais de 18 mil pessoas saíram da pobreza por meio de vagas geradas nas operações da empresa, sendo 4.342 apenas em 2025. Cerca de 20% dessas contratações envolveram pessoas em situação de vulnerabilidade social.

Presença nacional e alcance territorial

As iniciativas estruturadas da Suzano atingiram 136 municípios em 2025, oferecendo capacitação, geração de renda e inclusão produtiva para populações em situação de vulnerabilidade.

Segundo Giordano Automare, “a estratégia de investimento social da Suzano é um vetor de geração de valor ao negócio e para a redução da pobreza. Atuamos de forma estratégica e colaborativa, em parceria com organizações da sociedade civil, para alcançar escala e consistência”.

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Geração de valor econômico e social

Em 2025, a Suzano destinou R$ 20 milhões a iniciativas voltadas à redução da pobreza e alavancou cerca de R$ 60 milhões de parceiros, incluindo bancos de desenvolvimento, agências internacionais, governos, Sistema S (Sesi e Senai) e investidores privados.

As ações apoiaram empreendedores, produtores rurais, recicladores, extrativistas e trabalhadores, que geraram mais de R$ 163 milhões em receita no período, reforçando o impacto positivo da empresa nas regiões de atuação.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fim da escala 6×1 acende alerta no agro para alta de custos e impacto nos alimentos

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Entidades do agronegócio intensificaram nesta semana a mobilização contra a proposta que altera o modelo de jornada de trabalho no país, incluindo o fim da escala 6×1 e a redução da carga semanal de 44 para 40 horas. O setor avalia que os impactos podem ser superiores à média da economia, com reflexos diretos sobre custos, emprego e preço dos alimentos.

Estimativa preliminar do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) indica que a mudança pode elevar os custos entre 7,8% e 8,6% em atividades como agropecuária, construção e comércio — acima da média nacional de 4,7% sobre a massa de rendimentos.

No campo, o posicionamento mais contundente partiu do Sistema Faep, que reúne a Federação da Agricultura do Estado do Paraná, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Paraná (Senar-PR) e sindicatos rurais. A entidade encaminhou ofício a deputados e senadores solicitando a não aprovação da proposta, sob o argumento de que a medida compromete a eficiência produtiva e a competitividade do setor.

Segundo levantamento do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema Faep, a redução da jornada pode gerar impacto de R$ 4,1 bilhões por ano apenas na agropecuária paranaense. A estimativa considera uma base de 645 mil postos de trabalho e uma massa salarial anual de R$ 24,8 bilhões.

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O estudo também aponta a necessidade de recomposição de 16,6% da força de trabalho para cobrir o chamado “vácuo operacional”, especialmente em atividades contínuas, como produção de proteínas animais e operações industriais ligadas ao agro.

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) também levou o tema à sua Comissão Nacional de Relações do Trabalho e Previdência Social. O debate interno reforçou a necessidade de que eventuais mudanças considerem as especificidades do campo, onde a produção segue ciclos biológicos e climáticos, muitas vezes incompatíveis com jornadas rígidas.

No segmento industrial, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) reconheceu a importância da discussão sobre qualidade de vida no trabalho, mas alertou para os efeitos econômicos de alterações abruptas. Em nota, a entidade destacou que pressões de custo ao longo da cadeia produtiva tendem a impactar diretamente o preço final dos alimentos e o acesso da população, sobretudo de menor renda.

Entre os principais pontos de preocupação do setor está a dificuldade operacional de atividades que não podem ser interrompidas. Cadeias como suinocultura, avicultura e produção de etanol exigem funcionamento contínuo, o que demandaria aumento de quadro de funcionários para manter o mesmo nível produtivo.

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Na prática, isso significa elevação de custos e possível perda de competitividade, tanto no mercado interno quanto nas exportações. Há também o risco de repasse desses custos ao consumidor, pressionando os preços dos alimentos.

Outro fator destacado é a sazonalidade da produção agropecuária. Etapas como plantio, colheita e manejo animal dependem de condições climáticas e janelas operacionais específicas, o que limita a aplicação de modelos padronizados de jornada.

A proposta em discussão no Congresso — a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 — ainda está em fase de análise, mas tem mobilizado diferentes setores da economia. No caso do agronegócio, a avaliação predominante é de que mudanças estruturais nas relações de trabalho precisam ser acompanhadas de estudos técnicos aprofundados e regras de transição que evitem desequilíbrios na produção.

O setor defende que o debate avance, mas com base em dados e na realidade operacional do campo, para que eventuais ajustes na legislação não comprometam a oferta de alimentos nem a sustentabilidade econômica das atividades rurais.

Fonte: Pensar Agro

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