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Com apoio do Programa REM, governo do Acre lança edital para fortalecer a fruticultura e a horticultura nas florestas estaduais

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O governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), lançou no Diário Oficial do Estado do Acre (DOE) desta sexta-feira,19, o edital de chamamento público nº 01/2025, para seleção das organizações da sociedade civil (OSCs) interessadas em executar projetos voltados ao fortalecimento das cadeias produtivas da fruticultura e da horticultura no estado.

A iniciativa conta com apoio do Programa Global REDD+ para Early Movers – REM Acre Fase 2 e prevê investimentos de R$1,85 milhão. 

Com apoio do programa REM, governo do Acre lança edital para fortalecimento da produção da fruticultura e horticultura nas florestas estaduais. Foto: Uêslei Araújo/Sema

O edital prevê apoio para ações que promovam geração de renda, segurança alimentar e desenvolvimento sustentável em territórios da produção familiar, alinhadas às metas de Redução do Desmatamento e Degradação florestal (REDD+) e de Gases de Efeito Estufa (GEE). 

“Esse edital representa um passo importante na estratégia do governo de aliar conservação ambiental com desenvolvimento econômico sustentável. Com o apoio do Programa REM Acre, direcionamos investimentos para o fortalecimento da fruticultura e da horticultura gerando renda, promovendo segurança alimentar e valorizando a produção familiar dentro das florestas estaduais. Essa iniciativa reflete o empenho do governador Gladson Camelí em fortalecer a produção sustentável nas florestas do estado”, destacou o secretário de Estado do Meio Ambiente, Leonardo Carvalho.

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Secretário Leonardo Carvalho ressalta que o edital representa um avanço significativo na promoção da conservação ambiental aliada ao desenvolvimento econômico sustentável. Foto: Uêslei Araújo/Sema

Para a cadeia produtiva da fruticultura, o investimento total previsto é de R$1,05 milhão. As ações incluem consultorias para elaboração de planos de negócios e gestão de marca, assessoria administrativo-financeira, capacitações em aproveitamento e beneficiamento de espécies frutíferas – como produção de doces, geleias, compotas e derivados — além da aquisição de insumos, equipamentos e materiais necessários à produção e à comercialização.

Já para a cadeia produtiva da horticultura, o edital destina R$ 800 mil, que serão aplicados em assistência técnica especializada, capacitações em instalação e manejo de hortas, boas práticas agrícolas, beneficiamento e comercialização, além do fornecimento de insumos e equipamentos para estruturar a produção de hortaliças de forma sustentável.

“Os recursos do Programa REM Acre Fase 2 fortalecem iniciativas que conciliam produção sustentável, inclusão social e proteção das florestas. Esse edital é mais uma oportunidade para possibilitar que as organizações da sociedade civil apoiem diretamente agricultores familiares, com assistência técnica, capacitação e estrutura produtiva, fortalecendo cadeias que têm grande potencial econômico e ambiental para o estado”, explicou a coordenadora do Programa REM Acre Fase 2, Marta Azevedo.

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Coordenadora do REM Acre Fase 2, Marta Azevedo, explica que os recursos do programa fortalecem iniciativas que unem produção sustentável, inclusão social e proteção das florestas.Foto: Uêslei Araújo/Sema

As propostas deverão ser executadas no prazo máximo de quatro meses e terão como área de abrangência as unidades de conservação estaduais e a regional Tarauacá-Envira e Purus, respeitando os critérios socioambientais e as salvaguardas do Programa REM Acre Fase 2. Cada organização poderá concorrer em apenas uma regional, como forma de garantir maior equidade no processo seletivo.

Os interessados poderão  apresentar suas propostas na forma digital, em formato PDF, assinado, encaminhado por e-mail oficial da respectiva organização da sociedade civil (OSC) para o endereço eletrônico da comissão de seleção: [email protected]. Vale ressaltar que o envio do documento em outros formatos, sem assinatura ou por e-mail de terceiros resultará na desclassificação imediata da proposta.

Edital apoia ações de geração de renda, segurança alimentar e desenvolvimento sustentável na produção familiar, alinhadas às metas de redução do desmatamento. Foto: Uêslei Araújo/Sema

A partir da publicação do edital, as organizações interessadas terão 30 dias para apresentar suas propostas, com possibilidade de prorrogação por mais 15 dias. A seleção considerará critérios técnicos, capacidade operacional, aderência às diretrizes do programa e compatibilidade financeira.

Fonte: Governo AC

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Segurança pública intensifica ações em comunidades indígenas e fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus

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A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp), por meio do programa Acre pela Vida e da Diretoria de Políticas Públicas de Segurança, Justiça e Integração Social (DIRPSJ), realizou ao longo de toda a semana, 13 a 18 uma série de ações em comunidades indígenas com o objetivo de fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus.

Sejusp intensifica ações em comunidades indígenas e fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus. Foto: Cedida

A agenda contou com atividades educativas, atendimentos sociais e iniciativas esportivas, com foco na aproximação entre o poder público e a população local. Entre os destaques, esteve a formatura de estudantes do Projeto Pequeno Brilhante, que atendeu alunos do 4º ao 7º ano de escolas do município, além da entrega de kits esportivos para incentivar práticas saudáveis entre crianças e jovens.

Projeto Pequeno Brilhante realizou a formatura dos alunos do 4º ao 7º ano de escolas do município. Foto: Cedida

As ações reforçam a estratégia da Sejusp de integrar políticas de segurança com iniciativas sociais, ampliando a presença institucional em regiões de difícil acesso e promovendo cidadania de forma contínua e inclusiva. Para o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, a presença do Estado em regiões de difícil acesso reforça o papel da segurança pública como instrumento de cidadania.

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Para o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, a presença do Estado em regiões de difícil acesso reforça o papel da segurança pública como instrumento de cidadania. Foto: Ascom Sejusp

“Essas ações mostram que a segurança vai além do policiamento. Estamos promovendo inclusão, diálogo e oportunidades, principalmente em comunidades indígenas, respeitando suas especificidades e fortalecendo vínculos de confiança”, destacou.

Agenda integrou atividades educativas, atendimentos sociais e iniciativas esportivas. Foto: Cedida

Além das atividades com estudantes, a programação incluiu palestras direcionadas ao ensino fundamental, médio e à Educação de Jovens e Adultos (EJA), abordando temas como violência contra a mulher, tráfico de pessoas e contrabando de migrantes. Durante a permanência no município, a equipe também realizou atendimentos diretos, incluindo o acompanhamento de casos de migração e o suporte imediato a uma vítima de violência doméstica.

Durante a permanência no município, a equipe também realizou atendimentos diretos. Foto: Cedida

A coordenadora do programa Acre pela Vida, Francisca de Fátima, ressaltou o caráter preventivo e transformador das ações. “Trabalhar com a comunidade, especialmente em territórios indígenas, é essencial para construir uma cultura de paz. Quando levamos informação, esporte e apoio social, contribuímos diretamente para a prevenção da violência”, afirmou.

Coordenadora do Acre pela Vida, Francisca de Fátima, destaca o caráter preventivo das ações. Fpto: Ascom Sejusp

O cronograma também contemplou visitas técnicas e escuta ativa junto às comunidades locais e instituições públicas, com o objetivo de mapear demandas e orientar futuras políticas públicas. Nas aldeias, a equipe conheceu projetos esportivos indígenas, incluindo times femininos e masculinos, realizou palestras e entregou materiais esportivos.

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Assessora da DIRPSJ, Hany Cruz de Armas, ressaltou a importância da atuação integrada. Foto: Cedida

A assessora da DIRPSJ, Hany Cruz de Armas, destacou a importância da aproximação com os povos tradicionais. “Estar presente nas aldeias, ouvir as lideranças e contribuir com ações concretas demonstra respeito e compromisso. A segurança pública precisa dialogar com a realidade de cada comunidade, especialmente no contexto indígena”, enfatizou.

Fonte: Governo AC

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