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Vinícola Góes prevê safra de excelência para a Vindima 2026 e lança programação especial para celebrar a colheita em São Roque

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Safra 2026 promete uvas de alta qualidade em São Roque

A Vinícola Góes, uma das mais tradicionais do estado de São Paulo, iniciou os preparativos para a Vindima 2026 com projeções otimistas. A empresa estima produtividade de cerca de 40 toneladas por hectare, mantendo o desempenho das melhores colheitas recentes e consolidando o terroir de São Roque como referência na viticultura nacional.

De acordo com o agrônomo Rodrigo Formolo, as condições climáticas e o desenvolvimento das videiras indicam uma safra promissora.

“Temos uma expectativa muito positiva. O desenvolvimento vegetativo e o padrão sanitário das uvas estão excelentes até o momento. Todos os indicadores apontam para um nível de qualidade muito elevado”, afirmou.

Variedades de destaque e atenção ao clima

A colheita, prevista para começar em janeiro, terá como principal destaque a variedade Bordô, tradicional na região e amplamente utilizada na produção de vinhos e sucos. Também estão previstas as colheitas das variedades BRS Lorena, BRS Magna e Niágara, todas com excelente adaptação às condições climáticas locais.

Apesar do cenário favorável, o regime de chuvas segue como ponto de atenção, especialmente no período de colheita e durante os eventos abertos ao público.

“Manter o clima firme é essencial para garantir tanto a qualidade das uvas quanto a segurança e o conforto dos visitantes”, reforça Formolo.

Vindima 2026 – Edição Fazenda: imersão na cultura do vinho

Paralelamente à expectativa agrícola, a Vinícola Góes anunciou a programação oficial da Vindima 2026 – Edição Fazenda, que promete ser uma das mais encantadoras dos últimos anos. O evento acontece nos dias 17, 18, 24, 25 e 31 de janeiro, além de 1º de fevereiro, oferecendo uma imersão sensorial e afetiva no universo da vitivinicultura.

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A experiência tem início com uma recepção especial na Fazenda Góes, incluindo aperitivos selecionados e um brinde de boas-vindas. Em seguida, os visitantes participam de uma degustação ao ar livre no deck dos vinhedos, com vista panorâmica e clima perfeito para celebrar o início da colheita.

Tradição, gastronomia e vivência rural

Entre as atrações mais aguardadas está a colheita participativa das uvas, que permite ao público vivenciar o início do ciclo do vinho. A atividade é seguida da tradicional pisa no lagar, realizada com ambientação histórica e transporte em caminhãozinho típico da vinícola — um dos momentos mais simbólicos e fotografados da Vindima.

O evento continua com um almoço estilo churrascada, servido à vontade, com carnes selecionadas, acompanhamentos especiais, música ao vivo e harmonização com os vinhos Góes. O ambiente ainda conta com espaço kids, áreas de lazer, bosque para descanso e amplas áreas verdes, tornando a experiência agradável para famílias e visitantes de todas as idades.

Lembranças e vínculos com o território

Cada participante receberá um chapéu exclusivo da Vindima, uma taça personalizada e um voucher para retirada de uma garrafa do vinho produzido durante a pisa, disponível em outubro, após o processo de vinificação.

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Mais do que um evento turístico, a Vindima Góes representa um marco econômico e cultural para São Roque, movimentando mão de obra, serviços, logística e impulsionando a cadeia produtiva do agronegócio paulista.

Investimentos em tecnologia e sustentabilidade

A Vinícola Góes reforça que continuará investindo em tecnologia agrícola, manejo sustentável e acompanhamento técnico para garantir regularidade, competitividade e excelência na produção ao longo de 2026. Com uma gestão voltada à inovação e à valorização do território, a empresa reafirma seu compromisso com a qualidade e com a experiência completa de quem aprecia o vinho brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fim da escala 6×1 acende alerta no agro para alta de custos e impacto nos alimentos

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Entidades do agronegócio intensificaram nesta semana a mobilização contra a proposta que altera o modelo de jornada de trabalho no país, incluindo o fim da escala 6×1 e a redução da carga semanal de 44 para 40 horas. O setor avalia que os impactos podem ser superiores à média da economia, com reflexos diretos sobre custos, emprego e preço dos alimentos.

Estimativa preliminar do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) indica que a mudança pode elevar os custos entre 7,8% e 8,6% em atividades como agropecuária, construção e comércio — acima da média nacional de 4,7% sobre a massa de rendimentos.

No campo, o posicionamento mais contundente partiu do Sistema Faep, que reúne a Federação da Agricultura do Estado do Paraná, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Paraná (Senar-PR) e sindicatos rurais. A entidade encaminhou ofício a deputados e senadores solicitando a não aprovação da proposta, sob o argumento de que a medida compromete a eficiência produtiva e a competitividade do setor.

Segundo levantamento do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema Faep, a redução da jornada pode gerar impacto de R$ 4,1 bilhões por ano apenas na agropecuária paranaense. A estimativa considera uma base de 645 mil postos de trabalho e uma massa salarial anual de R$ 24,8 bilhões.

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O estudo também aponta a necessidade de recomposição de 16,6% da força de trabalho para cobrir o chamado “vácuo operacional”, especialmente em atividades contínuas, como produção de proteínas animais e operações industriais ligadas ao agro.

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) também levou o tema à sua Comissão Nacional de Relações do Trabalho e Previdência Social. O debate interno reforçou a necessidade de que eventuais mudanças considerem as especificidades do campo, onde a produção segue ciclos biológicos e climáticos, muitas vezes incompatíveis com jornadas rígidas.

No segmento industrial, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) reconheceu a importância da discussão sobre qualidade de vida no trabalho, mas alertou para os efeitos econômicos de alterações abruptas. Em nota, a entidade destacou que pressões de custo ao longo da cadeia produtiva tendem a impactar diretamente o preço final dos alimentos e o acesso da população, sobretudo de menor renda.

Entre os principais pontos de preocupação do setor está a dificuldade operacional de atividades que não podem ser interrompidas. Cadeias como suinocultura, avicultura e produção de etanol exigem funcionamento contínuo, o que demandaria aumento de quadro de funcionários para manter o mesmo nível produtivo.

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Na prática, isso significa elevação de custos e possível perda de competitividade, tanto no mercado interno quanto nas exportações. Há também o risco de repasse desses custos ao consumidor, pressionando os preços dos alimentos.

Outro fator destacado é a sazonalidade da produção agropecuária. Etapas como plantio, colheita e manejo animal dependem de condições climáticas e janelas operacionais específicas, o que limita a aplicação de modelos padronizados de jornada.

A proposta em discussão no Congresso — a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 — ainda está em fase de análise, mas tem mobilizado diferentes setores da economia. No caso do agronegócio, a avaliação predominante é de que mudanças estruturais nas relações de trabalho precisam ser acompanhadas de estudos técnicos aprofundados e regras de transição que evitem desequilíbrios na produção.

O setor defende que o debate avance, mas com base em dados e na realidade operacional do campo, para que eventuais ajustes na legislação não comprometam a oferta de alimentos nem a sustentabilidade econômica das atividades rurais.

Fonte: Pensar Agro

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