AGRONEGÓCIO
China elimina incentivos fiscais e projeta alta de preços em pesticidas exportados
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A China anunciou o cancelamento dos reembolsos de impostos sobre a exportação de pesticidas, medida que passa a valer a partir de 1º de abril de 2026 e que deve afetar o mercado internacional de defensivos agrícolas. A informação foi divulgada pelo pesquisador independente Jinlong Zhang, com base em comunicado conjunto do Ministério das Finanças e da Administração Tributária do Estado da China.
Produtos afetados e expectativa de aumento de preços
Entre os pesticidas atingidos estão moléculas de amplo uso global, como:
- Glufosinato e L-glufosinato
- Acefato
- Malathion
- Profenofós
- Etefom
- Fosetil-alumínio
- Triclorfom
Com o fim do benefício fiscal, o preço FOB desses defensivos tende a subir cerca de 9%, impactando diretamente importadores e distribuidores.
Antecipação de pedidos e formação de estoques
A expectativa é que compradores estrangeiros acelerem pedidos antes da implementação da medida, formando estoques estratégicos, especialmente de moléculas como o glufosinato. Fabricantes com estrutura de armazenagem internacional de baixo custo podem também optar por exportar volumes antecipadamente, buscando reduzir os efeitos do aumento tributário.
Efeitos de curto prazo e oportunidades de mercado
No curto prazo, essa mudança pode gerar distorções temporárias na oferta e na demanda, exigindo atenção por parte de compradores que dependem desses produtos. Entretanto, o cancelamento do reembolso não afeta pesticidas formulados, mantendo a competitividade da China nesse segmento e fortalecendo sua presença no mercado global de defensivos agrícolas.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Vendas de sêmen bovino avançam e reforçam profissionalização do setor
Vendas de sêmen bovino avançam e reforçam profissionalização da pecuária de corte
A comercialização de sêmen bovino manteve ritmo elevado em 2025 e consolidou o avanço da inseminação artificial no rebanho brasileiro. Foram mais de 25 milhões de doses vendidas no País, segundo a Associação Brasileira de Inseminação Artificial (Asbia), em um movimento que acompanha a intensificação da pecuária e a busca por maior eficiência produtiva.
As raças de corte seguem liderando a demanda. A pressão por padronização de lotes, maior ganho de peso e redução do ciclo produtivo tem levado pecuaristas a ampliar o uso de genética melhoradora, principalmente em sistemas de cria e recria. O cruzamento industrial continua como principal estratégia, com uso de raças taurinas sobre matrizes zebuínas para elevar desempenho.
Dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq/USP), mostram que 15,77 milhões de matrizes de corte foram inseminadas em 2025. O número indica que a tecnologia deixou de ser nicho e passou a operar em escala, com presença crescente em propriedades comerciais.
O movimento ocorre em paralelo à valorização do bezerro, que passou a ocupar posição central na formação de renda da pecuária. A necessidade de produzir animais mais homogêneos e com melhor desempenho na terminação tem sustentado a demanda por sêmen de maior valor agregado.
Na ponta final da cadeia, a intensificação também avança. O confinamento chegou a 9,25 milhões de cabeças em 2025, o equivalente a 21,7% do abate total, segundo estimativas do setor. Esse modelo exige animais mais eficientes e previsíveis, reforçando a importância da genética no resultado econômico.
A produtividade acompanha esse processo. O peso médio das carcaças aumentou nos últimos anos e se aproxima de 260 quilos por animal, refletindo ganhos consistentes de desempenho. A combinação entre genética, nutrição e manejo tem permitido produzir mais em menos área, com impacto direto sobre custos e rentabilidade.
Com margens mais apertadas e maior exigência por qualidade, o investimento em inseminação tende a avançar. O mercado de sêmen se consolida como um dos pilares da modernização da pecuária brasileira e deve seguir em expansão, sustentado pela necessidade de eficiência dentro da porteira.
Fonte: Pensar Agro
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