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Sicredi disponibiliza R$ 2,5 bilhões em crédito para o Show Rural Coopavel 2026

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Sicredi marca presença na 38ª edição do Show Rural Coopavel

O Sicredi participa da 38ª edição do Show Rural Coopavel, que ocorre de 9 a 13 de fevereiro de 2026, em Cascavel (PR). Considerado um dos maiores eventos do agronegócio da América Latina, o encontro reúne cerca de 600 expositores e mais de 360 mil visitantes ao longo de cinco dias.

Como a instituição financeira privada que mais concede crédito rural no Brasil, o Sicredi encerrou novembro de 2025 com uma carteira de crédito agro de R$ 117,9 bilhões, um crescimento de 12,6% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Com o conceito “Sicredi no Show Rural, o agro acontece aqui”, a instituição reforça seu compromisso com a cadeia produtiva do agronegócio, conectando produção, indústria, logística, tecnologia, engenharia, comércio, educação e serviços — do campo à mesa da população.

Créditos e consórcios movimentam o agro

Em 2025, a participação do Sicredi no Show Rural gerou mais de R$ 697 milhões em negócios, sendo R$ 395 milhões em crédito e R$ 302 milhões em consórcios. Estes números refletem a confiança dos produtores em um cenário de crescimento da produção agrícola e investimentos contínuos no setor.

“Esperamos superar esses resultados em 2026, considerando as boas perspectivas de colheita e o aquecimento do mercado. Estamos preparados para atender às diferentes necessidades do produtor”, afirma Gilson Farias, gerente de desenvolvimento de negócios da Central Sicredi PR/SP/RJ.

Linhas de crédito e consórcios disponíveis

Durante o Show Rural, o Sicredi oferece linhas de crédito diversificadas, com taxas diferenciadas e prazo de até 8 anos. Entre as opções estão programas do BNDES, como Pronamp, Inovagro, Moderfrota e Pronaf, além de recursos próprios equalizados e livres.

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O consórcio Sicredi será destaque novamente, oferecendo desconto de 30% na taxa de administração, uma das menores do mercado nacional. A modalidade permite que produtores adquiram tratores, utilitários, drones agrícolas, caminhões e outros equipamentos, aumentando a produtividade no campo.

O papel do agronegócio no Paraná e no Brasil

O agronegócio é estratégico para o Paraná, representando 36% do PIB estadual em 2025, segundo a Secretaria da Fazenda. No Brasil, o setor empregou mais de 28 milhões de pessoas em 2024, cerca de 26% da força de trabalho nacional, conforme dados do Cepea em parceria com a CNA.

Com 490 agências no Paraná e 1,5 milhão de associados, o Sicredi é a maior instituição financeira em rede de atendimento no estado. No país, são mais de 3 mil agências e quase 10 milhões de associados.

O crescimento estimado no Show Rural acompanha a expansão da safra de verão 2026, que deve atingir 25,9 milhões de toneladas no estado, impulsionada principalmente pela soja (mais de 22 milhões de toneladas) e pelo milho, que também apresenta boas perspectivas de produção.

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Presença estratégica e fortalecimento do setor

“A participação no Show Rural Coopavel é estratégica para o Sicredi, transformando relacionamento em soluções concretas e desenvolvimento sustentável para toda a cadeia do agronegócio”, afirma Gilson Farias.

Para a edição de 2026, mais de 150 colaboradores estarão no evento, focados no atendimento a produtores, cooperativas e revendas de maquinário agrícola. O Sicredi reforça, assim, seu papel de financiador do agronegócio, oferecendo crédito, seguros e soluções integradas, fortalecendo a economia regional e o cooperativismo no campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Milho safrinha no Paraná enfrenta desafios climáticos, mas mantém potencial para produção recorde

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O início da colheita do milho safrinha no Paraná tem sido marcado por desafios climáticos e pela necessidade de monitoramento constante das lavouras. Apesar das adversidades registradas ao longo do ciclo, a expectativa segue positiva para a produção estadual, que pode alcançar 17,5 milhões de toneladas na safra 2025/26, segundo estimativas do Departamento de Economia Rural (Deral).

O Paraná registra nesta temporada uma área histórica destinada ao milho de segunda safra, com aproximadamente 2,9 milhões de hectares cultivados. De acordo com o boletim mais recente do Deral, cerca de 14 mil hectares já foram colhidos, volume que representa menos de 1% da área total plantada.

Desenvolvimento das primeiras lavouras ficou abaixo do esperado

As áreas semeadas logo na abertura da janela de plantio foram as mais impactadas pelas condições adversas enfrentadas durante o estabelecimento da cultura. Problemas climáticos e a elevada incidência de pragas, especialmente pulgões, afetaram o desenvolvimento inicial das plantas em algumas regiões produtoras.

Segundo especialistas do setor, as primeiras produtividades observadas estão ligeiramente abaixo da média esperada em determinadas áreas. No entanto, até o momento, não há registros de perdas significativas que comprometam o potencial produtivo estadual.

A tendência é de recuperação gradual nas lavouras que ainda se encontram em desenvolvimento, favorecidas pela melhora das condições climáticas observada nas últimas semanas.

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Atualmente, mais de 24% da área cultivada no estado já se encontra em fase final de maturação, enquanto o restante das lavouras segue em etapas de enchimento de grãos e desenvolvimento vegetativo.

Chuvas e possível influência do El Niño preocupam produtores

O principal fator de atenção neste momento é o comportamento do clima durante a reta final da safra. O registro frequente de chuvas em diversas regiões produtoras acendeu o alerta para possíveis impactos na qualidade dos grãos e na operação de colheita.

Além disso, a consolidação do fenômeno El Niño pode reduzir os níveis de luminosidade necessários para o pleno desenvolvimento das lavouras, aumentando os riscos de perdas qualitativas e exigindo maior agilidade dos produtores para aproveitar as janelas de tempo firme.

Diante desse cenário, o acompanhamento técnico das áreas tem sido intensificado, especialmente nas regiões Norte, Oeste e Sudoeste do Paraná, consideradas os principais polos produtores de milho safrinha do estado.

Tecnologia ajuda a preservar a produtividade

Mesmo diante das oscilações climáticas, especialistas destacam que o elevado nível tecnológico empregado pelos produtores paranaenses tem sido fundamental para preservar o potencial produtivo das lavouras.

O uso de híbridos de alto desempenho, aliado ao manejo fitossanitário adequado e ao acompanhamento técnico constante, tem contribuído para reduzir os impactos provocados por pragas e estresses climáticos.

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Segundo o diretor de Agronomia da divisão de sementes da Syngenta, Fabricio Passini, os investimentos realizados pelos agricultores em genética e manejo já começam a apresentar resultados positivos, mesmo em uma safra marcada por desafios.

De acordo com ele, produtores que adotaram tecnologias mais avançadas conseguiram proteger melhor o potencial produtivo das lavouras e minimizar os efeitos das condições adversas registradas no início do ciclo.

Circuito técnico acompanha situação das lavouras

A evolução da safra também vem sendo acompanhada por equipes técnicas que percorrem as principais regiões agrícolas do país. No Paraná, o roteiro teve início na região de Maringá e seguiu para o Oeste e Sudoeste do estado, reunindo especialistas, franqueados e produtores ligados às marcas NK e Nidera.

Após passar pelo Mato Grosso e pelo Paraná, o circuito técnico continuará nas próximas semanas por importantes estados produtores, incluindo Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul, com foco na avaliação do desempenho das lavouras e das perspectivas para a colheita.

Apesar dos desafios climáticos enfrentados ao longo do ciclo, o Paraná mantém perspectivas favoráveis para a segunda safra de milho, reforçando sua posição entre os maiores produtores do cereal no Brasil.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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