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No feriado de Carnaval, Saúde do Acre promove primeiro mutirão de cirurgias de 2026 em Brasileia
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O governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), realizou o primeiro mutirão de ginecologia de 2026 no município de Brasileia, neste domingo, 15, fortalecendo a política de regionalização e ampliação do acesso às cirurgias eletivas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A ação integra o Programa Opera Acre, estratégia estadual criada para reduzir a fila de espera por procedimentos cirúrgicos e assegurar atendimento especializado com mais agilidade e resolutividade à população acreana.

Com a realização de 28 cirurgias ginecológicas, a iniciativa representa mais um avanço no compromisso do Estado com a saúde da mulher, levando atendimento especializado ao interior e evitando deslocamentos para a capital. A mobilização envolveu equipe multiprofissional, organização prévia da rede hospitalar e planejamento assistencial estruturado, garantindo segurança, qualidade técnica e acolhimento às pacientes atendidas.
O secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal, destacou que a regionalização dos serviços tem sido fundamental para ampliar o acesso da população aos procedimentos eletivos.
“O Programa Opera Acre segue cumprindo seu papel de fortalecer a rede pública de saúde e reduzir o tempo de espera por cirurgias. Cada procedimento realizado representa qualidade de vida devolvida às pessoas. Nosso compromisso é ampliar cada vez mais o acesso até o fim da nossa gestão, garantindo atendimento humanizado, seguro e próximo da população”, afirmou o secretário.
Secretário de Estado de Saúde do Acre Pedro Pascoal. Foto: Ingrid Kelly/SecomCriado em 2022, o Programa Opera Acre consolidou-se como uma das principais políticas públicas de saúde do Estado, com foco na ampliação da oferta de cirurgias eletivas e na redução da demanda reprimida histórica. A estratégia atua de forma regionalizada, utilizando os centros cirúrgicos distribuídos nas diferentes regionais de saúde, o que permite descentralizar os atendimentos e aproximar os serviços da população.
Ao longo de 2025, o programa ultrapassou a marca de 12 mil procedimentos realizados em todo o estado, contemplando especialidades como ginecologia, cirurgia geral, ortopedia, vascular e urologia, entre outras. Os resultados refletem o fortalecimento da rede assistencial e a organização do fluxo cirúrgico no âmbito do SUS no Acre.

A realização do mutirão em Brasileia reafirma o compromisso da gestão estadual com a equidade no acesso à saúde, assegurando que moradores do interior tenham acesso aos mesmos serviços especializados disponíveis na capital. Além de reduzir o tempo de espera, a descentralização contribui para maior conforto às pacientes e facilita o acompanhamento pós-operatório junto às equipes locais.
Fonte: Governo AC
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Vacina contra dengue aplicada em adolescentes de 10 a 14 anos não é a mesma que teve uso suspenso pelo Ministério da Saúde
A Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) esclarece que a vacina contra a dengue ofertada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para adolescentes de 10 a 14 anos continua sendo aplicada normalmente em todo o estado. O imunizante não é o mesmo que teve sua utilização temporariamente suspensa pelo Ministério da Saúde nesta semana de forma preventiva.
A suspensão anunciada pelo governo federal refere-se exclusivamente à vacina Butantan-DV, desenvolvida pelo Instituto Butantan e utilizada em uma estratégia específica de vacinação voltada a trabalhadores da saúde em algumas localidades do país. No Acre, essa vacina também estava destinada apenas a esse público.

Já a vacina disponibilizada nas unidades de saúde para adolescentes de 10 a 14 anos é a Qdenga, produzida pelo laboratório Takeda, que segue recomendada pelo Ministério da Saúde e continua sendo ofertada normalmente.
A coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI) no Acre, Renata Quiles, reforça que a população pode manter a confiança na vacinação dos adolescentes.
“A vacina aplicada aos adolescentes no Acre é a Qdenga, do laboratório Takeda, e não possui qualquer relação com a suspensão anunciada pelo Ministério da Saúde. Não há registros de eventos adversos que justifiquem alterações na estratégia de vacinação desse público, por isso a recomendação é que pais e responsáveis mantenham a imunização dos adolescentes dentro dos prazos estabelecidos”, explica.
Segundo a coordenadora, a vacinação continua sendo uma importante ferramenta para prevenir casos graves da doença, internações e complicações causadas pela dengue.
“É fundamental que a população busque informações em fontes oficiais e não deixe de vacinar seus filhos por causa de informações incompletas ou equivocadas. A vacina ofertada aos adolescentes permanece segura, eficaz e segue sendo recomendada pelas autoridades de saúde”, destaca.
Renata Quiles, coordenadora do Programa Nacional de Imunização no Acre. Foto: Ascom/SesacreA Sesacre reforça que todas as vacinas disponibilizadas pelo SUS passam por rigorosos processos de avaliação antes de serem aprovadas para uso na população. Além disso, permanecem sob monitoramento contínuo dos órgãos reguladores e das autoridades sanitárias, garantindo a segurança dos imunizantes utilizados no país.
A orientação é que pais e responsáveis procurem a unidade de saúde mais próxima para verificar a situação vacinal dos adolescentes de 10 a 14 anos e garantir a proteção contra a dengue.
Além da vacinação, a Secretaria de Saúde reforça a importância das medidas de prevenção contra o mosquito Aedes aegypti, como eliminar recipientes que acumulem água parada, manter caixas d’água fechadas e colaborar com o trabalho dos agentes de combate às endemias.
Fonte: Governo AC
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