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VPJ Alimentos e chef Edu Guedes reinventam o consumo do hambúrguer com lançamento premium para refeições completas

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VPJ e Edu Guedes transformam o hambúrguer em refeição de alto padrão

A VPJ Alimentos, referência nacional em carnes superpremium, anuncia uma parceria com o chef Edu Guedes para lançar o primeiro hambúrguer quadrado do Brasil. A proposta é reposicionar o hambúrguer — tradicionalmente visto como lanche rápido — como uma refeição completa, nutritiva e sofisticada, ideal para ser servida à mesa, com garfo e faca.

Com 150 gramas de carne 100% Angus, raça reconhecida mundialmente por sua maciez e sabor marcante, o produto combina praticidade, qualidade e valor nutricional, atendendo a um público que busca conveniência sem abrir mão da experiência gastronômica.

Disponível nas lojas Pão de Açúcar, o novo hambúrguer reforça a estratégia da VPJ de democratizar o consumo de carne Angus, tornando-a acessível ao cotidiano das famílias brasileiras.

Edu Guedes assume papel de embaixador e amplia conexão com o público

A escolha de Edu Guedes como embaixador da marca vai além de uma ação publicitária. Segundo a VPJ, o chef representa credibilidade e identificação popular, sendo uma figura próxima das famílias brasileiras e das pessoas que buscam soluções rápidas, saudáveis e saborosas na cozinha.

Com sua trajetória consolidada na televisão e nas plataformas digitais, Edu assume o papel de porta-voz de uma nova forma de consumir hambúrguer, levando à mesa um produto de qualidade gourmet com preparo simples e resultados surpreendentes.

“Queremos que o consumidor tenha cada vez mais acesso à carne Angus de qualidade, de forma prática, econômica e saudável”, afirma Valdomiro Poliselli Júnior, presidente da VPJ Alimentos.

Hambúrguer quadrado: o “centro do prato” das refeições modernas

O Hambúrguer Quadrado do Chef surge como alternativa prática para almoços e jantares, reposicionando o hambúrguer como protagonista do prato, e não apenas como lanche.

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A proposta traz o conceito de “carne premium pronta para o dia a dia”, combinando sabor marcante, textura equilibrada e alto valor nutricional. O formato quadrado também facilita o preparo em frigideira, grill ou forno, mantendo a suculência e o padrão gourmet da carne Angus.

Comprometimento com qualidade e rastreabilidade

Com mais de 25 anos de experiência, a VPJ Alimentos se consolidou como uma das principais fornecedoras de carnes prime no Brasil. A empresa adota rigoroso controle de origem e rastreabilidade, garantindo a qualidade em toda a cadeia produtiva — do campo à mesa do consumidor.

O portfólio da marca abrange produtos provenientes de raças de alto padrão genético, como a bovina Aberdeen Angus, a suína Duroc e a ovina Dorper, reconhecidas pela maciez, marmoreio e sabor superior.

Certificação Angus Gold e liderança em inovação

A VPJ é pioneira no uso do Selo Angus Gold, certificação concedida pela Associação Brasileira de Angus que atesta padrões superiores de qualidade e origem.

Seu portfólio inclui linhas como:

  • Steakburger, voltada à criação de blends artesanais;
  • Black Angus Burger, feito de cortes nobres;
  • Duroc Pork e Cordeiro Dorper, que exploram novas combinações de sabor;
  • e o inovador Hambúrguer Quadrado do Chef, idealizado para compor refeições completas.
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Em 2025, o Black Angus Burger de costela da VPJ foi eleito o melhor hambúrguer do Brasil em um teste às cegas do suplemento Paladar, do jornal O Estado de S. Paulo, destacando-se pela suculência, textura e sabor de churrasco.

VPJ reforça o papel do Brasil na produção de carnes premium

O lançamento do hambúrguer quadrado Angus representa mais um passo no avanço do setor de proteína animal de alto valor agregado no Brasil, que tem se beneficiado da modernização tecnológica e da demanda por alimentos gourmet acessíveis.

Segundo dados recentes do Banco Central do Brasil (BCB), o crédito agroindustrial e alimentar segue em expansão, refletindo o fortalecimento de toda a cadeia produtiva. Entre julho de 2025 e janeiro de 2026, o crédito rural somou R$ 316,57 bilhões, um crescimento de 6% em relação ao ciclo anterior, demonstrando a importância do agronegócio e da indústria de alimentos de valor agregado para o desenvolvimento econômico nacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Crédito privado do agro supera R$ 1,34 trilhão e CPR lidera financiamento

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O estoque dos principais instrumentos privados de financiamento do agronegócio superou R$ 1,34 trilhão em julho, primeiro mês da safra 2026/27. O resultado mostra o aumento da participação do mercado de capitais no custeio da produção, na comercialização antecipada da safra e no financiamento de empresas ligadas às cadeias agroindustriais.

Os dados foram divulgados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e abrangem as Cédulas de Produto Rural (CPR), as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), os Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) e os Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA).

A CPR manteve a liderança entre os instrumentos analisados, com estoque de R$ 580,78 bilhões. O volume estava distribuído em 372 mil títulos, com valor médio de R$ 1,56 milhão por cédula.

Somente em julho foram emitidos R$ 37,53 bilhões em novas CPR. Esse é o dado que melhor indica o ingresso de operações no primeiro mês da nova temporada. O estoque total também inclui títulos emitidos anteriormente que ainda não foram liquidados.

A CPR permite ao produtor ou à cooperativa antecipar recursos para financiar a atividade. Na modalidade física, o compromisso pode ser liquidado com a entrega futura do produto agropecuário. Na CPR financeira, a quitação ocorre em dinheiro. O instrumento também é usado como garantia em operações para a compra de sementes, fertilizantes, defensivos e outros insumos.

O avanço das CPR amplia as alternativas ao crédito rural bancário, especialmente em períodos de juros elevados ou de maior restrição nas linhas oficiais. Ao mesmo tempo, exige atenção às condições estabelecidas no contrato, como taxa de juros, forma de liquidação, garantias, vencimento e consequências em caso de frustração da safra.

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As Letras de Crédito do Agronegócio apresentaram o segundo maior estoque, com R$ 560,37 bilhões. As LCA são emitidas por instituições financeiras para captar dinheiro de investidores e financiar operações relacionadas ao setor.

Pelas regras atuais do Manual de Crédito Rural, pelo menos 60% do estoque das LCA deve ser reaplicado no financiamento da atividade agropecuária. Isso representa aproximadamente R$ 336,22 bilhões.

Dentro desse volume, ao menos 45% devem ser destinados ao crédito rural oficial, o equivalente a R$ 151,30 bilhões. Os valores incluem tanto operações da safra 2026/27 quanto contratos de temporadas anteriores que continuam em aberto.

Isso significa que o estoque divulgado não corresponde integralmente a recursos novos disponíveis para contratação imediata. Parte representa financiamentos já concedidos e títulos que ainda não chegaram ao vencimento.

Os Certificados de Recebíveis do Agronegócio somaram R$ 174,20 bilhões em julho. O CRA permite transformar créditos originados em negócios do setor em títulos negociados com investidores, aproximando empresas e cadeias produtivas do mercado de capitais.

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Já os Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio alcançaram estoque de R$ 30,21 bilhões. O CDCA é emitido por cooperativas e empresas que atuam na comercialização, no beneficiamento ou na industrialização de produtos agropecuários e tem como lastro direitos de crédito ligados ao setor.

Fora da soma de R$ 1,34 trilhão, os Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagro) também avançaram como fonte privada de recursos. Os dados mais recentes, referentes a junho, mostram patrimônio líquido de R$ 64,13 bilhões distribuído entre 285 fundos.

Os Fiagro podem investir em imóveis rurais, participações em empresas, direitos creditórios e outros ativos ligados ao agronegócio. Para o setor produtivo, funcionam como uma ponte entre investidores e projetos de produção, armazenagem, logística, agroindústria e aquisição de ativos.

O crescimento desses instrumentos reforça a diversificação do financiamento rural, historicamente concentrado nos bancos e nos recursos do Plano Safra. Para o produtor, porém, maior oferta de alternativas não elimina a necessidade de comparar custos, garantias e riscos. O volume disponível no mercado é elevado, mas o acesso e as condições de pagamento variam conforme a atividade, o porte da operação e a capacidade financeira de cada tomador.

Fonte: Pensar Agro

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