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Emirados Árabes Unidos: oportunidades e desafios para o mercado paranaense, aponta boletim da Ocepar

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Boletim da Ocepar analisa mercado dos Emirados Árabes Unidos

A edição de fevereiro do Informe Mercado Internacional, elaborada pela Ocepar – Gerência de Desenvolvimento Técnico (Getec), com apoio da Coordenação de Economia e Mercado, trouxe um panorama detalhado sobre o perfil, tendências e oportunidades comerciais dos Emirados Árabes Unidos (EAU).

O estudo foi motivado pela participação do Sistema Ocepar e de diversas cooperativas paranaenses na Gulfoof, considerada a maior feira de alimentos e bebidas do Oriente Médio e uma das mais importantes do mundo, realizada de 26 a 30 de janeiro, em Dubai.

Estrutura econômica e potencial estratégico dos EAU

Os Emirados Árabes Unidos são uma federação composta por sete emirados, cada um governado por um líder monárquico de tradição muçulmana. Entre eles, Abu Dhabi e Dubai se destacam como centros econômicos e populacionais, funcionando como hubs logísticos, comerciais e financeiros, além de contarem com consumidores de alto poder aquisitivo.

Segundo o boletim, essas cidades oferecem oportunidades estratégicas para expansão de negócios não apenas no território local, mas também em mercados vizinhos do Oriente Médio.

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Diversificação econômica e comércio internacional

Embora o petróleo e o gás continuem como pilares da economia, os EAU têm investido em setores diversificados e ampliado suas relações comerciais com diferentes países. Entre as iniciativas em destaque, está a negociação de um acordo de livre comércio com o Mercosul, que pode fortalecer ainda mais os laços comerciais com o Brasil.

Em 2024, o Brasil foi o 22º destino das exportações dos EAU e ocupou a 67ª posição como origem das importações do país. Já os EAU ficaram na 14ª posição entre os destinos das exportações brasileiras e na 46ª posição como origem das importações do Brasil.

Comércio bilateral do Paraná com os EAU

No mesmo período, o intercâmbio comercial entre o Paraná e os Emirados Árabes Unidos atingiu US$ 599 milhões, reforçando o potencial do estado para ampliar sua presença no mercado do Oriente Médio e aproveitar oportunidades em diferentes segmentos, como alimentos e bebidas.

O boletim da Ocepar indica que cooperativas e empresas paranaenses podem se beneficiar do conhecimento sobre o perfil do consumidor e das tendências de mercado nos EAU para planejar ações estratégicas de exportação.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Dia do Churrasco: veja quais estilos de cerveja harmonizam melhor com cada tipo de carne e acompanhamentos

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O Dia do Churrasco é celebrado no Brasil em 24 de abril desde 2003. A data foi escolhida em referência ao Dia da Tradição Gaúcha, também comemorado em 24 de abril, quando, em 1948, foi fundado o primeiro Centro de Tradições Gaúchas (CTG).

Apesar da diversidade de estilos de churrasco ao redor do mundo, o brasileiro é um dos mais reconhecidos internacionalmente e atrai turistas interessados na tradição. Nesse contexto, a cerveja se mantém como a bebida mais associada ao consumo de churrasco, e a harmonização correta pode tornar a experiência ainda mais completa.

De acordo com o mestre cervejeiro da Ashby, Alexandre Vaz, a escolha do estilo ideal de cerveja para cada tipo de carne ou acompanhamento faz diferença no equilíbrio de sabores.

Picanha combina com India Pale Ale

A picanha é um dos cortes mais tradicionais e valorizados do churrasco brasileiro. Retirada da parte nobre da alcatra, a carne se destaca pelo sabor marcante e pela camada de gordura, que garante suculência.

Para harmonizar, a indicação é a India Pale Ale (IPA), cerveja de perfil mais complexo e amargo. Segundo especialistas, ela ajuda a limpar o paladar entre as mordidas, realçando o sabor da carne.

Frangos e carnes brancas pedem cervejas leves como Pilsen

Carnes brancas, como o frango, ganham novas nuances quando preparadas na brasa. Por serem opções mais leves, o ideal é optar por cervejas que não sobreponham o sabor do alimento.

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A Pilsen é a principal recomendação nesse caso. De origem tcheca, é uma cerveja leve, refrescante e de alta drinkability, ideal para acompanhar pratos mais suaves.

Linguiça harmoniza com Pale Ale

A linguiça suína é presença quase obrigatória nos churrascos brasileiros. Por ser mais gordurosa, pede uma cerveja que ajude a equilibrar essa característica.

A Pale Ale é a sugestão indicada. Com corpo médio e baixo amargor, ela ajuda a suavizar a gordura e traz notas maltadas que lembram cereais e caramelo, complementando o sabor do embutido.

Cupim pede contraste com cervejas Porter

O cupim é uma carne bastante apreciada no churrasco por sua combinação de gordura e fibras. Para uma experiência diferenciada, a harmonização indicada é com cervejas do estilo Porter.

Esse estilo apresenta notas de chocolate, café e creme. A combinação funciona pelo contraste entre o sabor salgado da carne e o perfil levemente adocicado da bebida.

Queijo coalho harmoniza com cerveja de trigo Weiss

O queijo coalho, bastante tradicional no Nordeste e popular em todo o Brasil, também marca presença no churrasco e pode ser servido como alternativa às carnes.

A cerveja do estilo Weiss é a mais indicada. Produzida com trigo, possui baixo amargor, notas de cravo e banana e alta carbonatação, o que ajuda a realçar o sabor do queijo e equilibrar sua gordura.

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Pão de alho combina com Pilsen puro malte

Outro acompanhamento tradicional do churrasco é o pão de alho, preparado com alho, azeite ou manteiga. A iguaria se tornou presença frequente nas churrasqueiras brasileiras.

A harmonização ideal é com cerveja Pilsen puro malte, leve e refrescante, com amargor suave, que preserva o sabor do pão sem interferências.

Sobre a Ashby

A Ashby foi fundada em 1993 por Scott Ashby, norte-americano que chegou ao Brasil em 1992. Em 1990, ele iniciou sua formação como mestre cervejeiro na Universidade da Califórnia e posteriormente trabalhou na cervejaria Wasatch, nos Estados Unidos.

No Brasil, Scott fundou a primeira microcervejaria do país na cidade de Amparo (SP), com o objetivo de introduzir o conceito de cervejas especiais no mercado nacional. A escolha da localização considerou a qualidade da água da região, fator essencial para a produção de cervejas.

As águas de Amparo possuem equilíbrio ideal entre sais e minerais, o que contribui para a produção de chopes e cervejas de alta qualidade.

Com a atuação da Ashby, o mercado brasileiro passou a conhecer e expandir o consumo de cervejas especiais, antes restritas a nichos específicos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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