POLÍTICA NACIONAL
Bittar defende ataque dos EUA ao Irã e critica esquerda brasileira
POLÍTICA NACIONAL
O senador Marcio Bittar (PL-AC), em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (2), afirmou que a queda do atual regime do Irã representaria um alívio para o “mundo livre”. Ele criticou o posicionamento da esquerda brasileira sobre o conflito e declarou que há incoerência entre o discurso de defesa dos direitos humanos, apresentado pela esquerda do país, e a sua postura diante de governos que reprimem mulheres, homossexuais e opositores.
— Hoje, o mundo livre comemora [os ataques dos Estados Unidos ao Irã]. Hoje, os que defendem a democracia, a liberdade, estão comemorando. Menos um tirano no planeta [referindo-se à anunciada morte do aiatolá Ali Khamenei], menos uma ditadura no planeta, que financiava terrorismo — disse.
Bittar citou reportagens internacionais que vinham descrevendo a repressão a protestos no Irã, a execução de homossexuais e a punições a mulheres. E reiterou suas críticas às manifestações de solidariedade ao regime iraniano e ao financiamento de grupos como Hezbollah e Hamas.
— A esquerda se calou o tempo inteiro com isso. E agora, ou se solidariza ou faz críticas a Israel e aos Estados Unidos, que teriam cometido um exagero. Exagero coisa nenhuma! — protestou ele.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
POLÍTICA NACIONAL
Comissão pode votar PEC que reduz jornada de trabalho
A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados reúne-se nesta quarta-feira (22) para analisar Propostas de Emenda à Constituição (PECs) que reduzem a carga horária de trabalho no Brasil. A CCJ analisa a admissibilidade de dois textos.
O relator dos projetos na comissão, Paulo Azi (União-BA), apresentou parecer indicando que não há impedimento constitucional para a tramitação das propostas, mas a votação foi adiada por um pedido de vista.
A reunião está agendada para as 14h30, no plenário 1.
A PEC 8/25, da deputada Erika Hilton (Psol-SP), prevê a adoção de uma carga semanal de quatro dias de trabalho e três de descanso. O texto acaba com a escala 6×1 (seis dias de trabalho e um de descanso) e limita a duração do trabalho normal a 36 horas semanais.
A PEC 221/19, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), prevê a redução da carga horária semanal para 36 horas ao longo de dez anos.
Se forem aprovadas nessa fase, seguem para uma comissão especial para análise do mérito, e depois para o Plenário.
Hoje, a Constituição não prevê uma escala de trabalho específica, apenas define como limite máximo a jornada de 44 horas semanais e oito horas diárias.
Em seu parecer, ele lembrou que, durante audiências públicas realizadas pela CCJ, representantes do governo, das centrais sindicais e do setor produtivo apresentaram posições divergentes sobre eventuais impactos da mudança.
Entre os argumentos favoráveis, foram citados ganhos de saúde, qualidade de vida e produtividade. Já os empresários alertaram para aumento de custos, pressão sobre preços e risco de demissões, sobretudo em pequenos negócios.
Da Redação – RL
Fonte: Câmara dos Deputados
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